Blog Edmar Lyra

O blog da política de Pernambuco

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 14 de agosto de 2021

Coluna da Folha deste sábado

Geraldo Alckmin decide pela saída do PSDB 

Quatro vezes governador de São Paulo e duas vezes candidato a presidente pelo PSDB, Geraldo Alckmin foi responsável pela entrada de João Doria na vida pública. Em 2016 atuou fortemente para que Doria fosse o candidato do partido a prefeito da capital paulista. Dois anos depois, ao renunciar ao Palácio dos Bandeirantes para disputar a presidência da República, tentou construir um palanque com o seu vice, Márcio França, do PSB, para alavancar sua candidatura presidencial, porém não conseguiu e João Doria acabou sendo o candidato do PSDB e vencendo a disputa numa eleição acirradíssima com o próprio França.

No crescimento de Jair Bolsonaro nas pesquisas, em especial em São Paulo, Doria abandonou Alckmin completamente e surfou na onda BolsoDoria para derrotar Marcio França, o que azedou ainda mais a relação entre o criador Geraldo Alckmin e a criatura João Doria.

Líder nas pesquisas pela disputa para o Palácio dos Bandeirantes, Alckmin viu Doria montar seu partido para a candidatura do vice-governador Rodrigo Garcia, que deixou o Democratas para filar-se ao PSDB e ser o candidato apoiado por Doria em 2022. E apesar de ser um dos fundadores do PSDB, viu seu espaço no partido ser esvaziado pela força da máquina do Palácio dos Bandeirantes comandada pelo seu agora desafeto João Doria.

Diante da dificuldade de conseguir legenda no PSDB, Alckmin já decidiu que deixará o ninho tucano para ingressar no PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab. Com isso, ele tentará reeditar a dobradinha com Marcio França, do PSB, vitoriosa em 2014, tendo o socialista novamente como seu vice-governador.

Aécio Neves – Outro desafeto de João Doria no PSDB, o ex-candidato a presidente da República em 2014 e atual deputado federal Aécio Neves lamentou a forma como Geraldo Alckmin tem sido tratado pelo PSDB. Evitando citar nominalmente João Doria, Aécio disse ser um desrespeito dos tucanos com Alckmin que foi fundador do partido.

Presença – O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, fez questão de acompanhar a visita do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite a Pernambuco. A comitiva tucana esteve no Recife para uma agenda no Porto Digital e depois seguiu para Caruaru ao lado da presidente estadual, prefeita e pré-candidata do partido a governadora, Raquel Lyra.

João Campos –
Adversário do PT no segundo turno pela prefeitura do Recife quando sagrou-se vitorioso, o prefeito João Campos confirmou presença no jantar oferecido pelo governador Paulo Câmara ao ex-presidente Lula no Palácio do Campo das Princesas neste domingo. Apesar de participar do encontro com o presidenciável petista, João Campos segue defendendo que o PSB tenha candidatura própria à presidência da República em 2022.

Prisão – Após ser cassada pela Câmara dos Deputados por 437 votos, a agora ex-deputada federal Flordelis perdeu o foro privilegiado e teve sua prisão decretada pela morte do seu marido em 2020. A ex-parlamentar foi conduzida para a Delegacia de Niterói, no Rio de Janeiro.

Inocente quer saber – A prisão de Roberto Jefferson teve fundamentação jurídica?

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Postado por Edmar Lyra às 9:32 am do dia 19 de maio de 2020

A mente brilhante de Pernambuco

Nascido no Recife em 1947, Severino Sérgio Estelita Guerra veio de família tradicional de política, seu pai Pio Guerra e seu irmão José Carlos Guerra tinham sido deputados federais. Em 1981 filiou-se ao MDB e no ano seguinte tentou seu primeiro mandato como deputado estadual, sendo eleito naquele pleito, quatro anos mais tarde, já pelo PDT conseguiu seu segundo mandato na Assembleia Legislativa de Pernambuco com 9.899 votos, sendo o penúltimo eleito daquele pleito.

Em 1989 ingressou no PSB e exerceu os cargos de secretário de Indústria, Comércio e Turismo e depois de Ciência e Tecnologia do governo Miguel Arraes. Em 1990 tentaria seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados, e numa chapinha montada com Arraes, foi eleito com 23.999 votos juntamente com Renildo Calheiros, Luiz Piauhylino, Alvaro Ribeiro e Roberto Franca, todos com baixíssima votação arrastados pela força eleitoral de Miguel Arraes, que foi o mais votado daquele pleito. Nas eleições seguintes, ele foi reeleito deputado federal em 1994 e 1998, ambas pelo PSB, e foi novamente secretário de Miguel Arraes.

Com a chegada de Jarbas Vasconcelos ao Palácio do Campo das Princesas, Sergio Guerra se aproximou do então governador, com quem nutria uma excelente relação pessoal e filiou-se ao PSDB. Chegou a ser secretário extraordinário de Jarbas e foi candidato a vice-prefeito de Roberto Magalhães, que tentando a reeleição, acabou derrotado.

Na eleição seguinte, contrariando todos os prognósticos, Jarbas colocou Sergio Guerra na sua chapa, juntamente com Marco Maciel. A escolha de Jarbas criou arestas na União por Pernambuco, que depois culminariam na saída de deputados federais da base de sustentação do então governador.

Durante o processo eleitoral, Jarbas confirmou seu favoritismo, assim como Marco Maciel. Já Sergio Guerra teve um osso duro de roer que foi Carlos Wilson, que tentava a reeleição e mostrava que tinha condições de garantir mais um mandato, porém na reta final, comprovando o histórico de eleições no estado onde o governador geralmente puxa os senadores, Sergio Guerra foi eleito com 1.675.779 votos.

Já no Senado Federal, Sergio Guerra atendeu prefeitos, como sempre fez quando era deputado, e destravou recursos e obras importantes para Pernambuco. Seus oito anos na Câmara Alta resultaram e muitos investimentos para o estado, e mesmo integrando um partido de oposição, o PSDB, Sergio Guerra nutria excelente relação com o então presidente Lula, e por diversas vezes foi procurado pelo presidente para desatar alguns nós de governabilidade.

Os primeiros quatro anos no Senado fizeram de Sergio Guerra um potencial candidato ao Palácio do Campo das Princesas na sucessão de Jarbas Vasconcelos. Diversos prefeitos desejavam que Jarbas o escolhesse para a sua sucessão, inclusive considerando a hipótese do lançamento de duas candidaturas, porém Jarbas cumpriu o acordo e optou por Mendonça Filho. Fora do páreo, Sergio liberou suas bases para Eduardo Campos, que só foi candidato competitivo graças a não candidatura de Guerra, com o sinal verde e o apoio de Inocêncio Oliveira, Eduardo fincou um projeto competitivo que viria a ser vitorioso em 2006.

Ainda no Senado, associado à condição de presidente nacional do PSDB, Sergio Guerra tornou-se um dos políticos mais influentes do Brasil, integrando importantes comissões e ao mesmo tempo descascando os pepinos do mais importante partido de oposição ao PT. Sergio foi o mais longevo presidente nacional do PSDB, ficando no cargo até março de 2013, quando entregou a presidência ao então senador Aécio Neves.

Em 2010 voltou à Câmara dos Deputados como o sexto mais votado, seria o quarto e último mandato eletivo exercido por ele. Durante os oito anos do governo Eduardo Campos, Sergio Guerra manteve uma relação extremamente cordial e afável com o governador, de quem era muito próximo desde os tempos de Arraes, e acabou se afastando de Jarbas Vasconcelos, que ficou muito chateado com a relação próxima que Sergio e Eduardo tinham.

Em seus mais de trinta anos de mandatos eletivos, Sergio construiu uma trajetória de manter aliados importantes, como Duffles Pires, que foi vice-prefeito de Paulista, Ricardo Teobaldo, que chegaram a romper mas fizeram importantes dobradinhas, Joaquim Neto, prefeito de Gravatá, a ex-deputada Terezinha Nunes e tantos outros nomes que tinham em Sergio um importante líder.

Apesar de parecer carrancudo, Sergio Guerra era bom de conviver, aqueles que tiveram a oportunidade de uma mínima proximidade com ele puderam perceber não só a sua inteligência como a sua capacidade de pensar e executar política todos os dias. Ele sabia ser implacável com adversários, mas também sabia como poucos construir laços que suplantavam a política.

Pelas suas idas e vindas na política, a ex-deputada Cristina Tavares o classificou como uma inteligência à procura de um caráter, tamanha a sua capacidade de agir sem qualquer culpa quando fosse necessário. Também chamava a atenção o fato de Guerra ser afeito a coisas de grife, que a maioria da população jamais terá acesso, como por exemplo colecionar cavalos de raça, sapatos e roupas das mais caras, e um gosto excêntrico que eram as lutas de UFC que ele fazia questão de viajar para assisti-las. Quem era seu companheiro nessas empreitadas foi o jovem deputado Claudiano Filho, que até hoje relembra o seu líder político.

Em 2014, quando se preparava para disputar a reeleição na Câmara dos Deputados, Sergio Guerra veio a óbito no dia 6 de março em decorrência de um câncer de pulmão, ele tinha 66 anos. Apesar de não ser conhecido do grande público, ele se mostrou uma figura ímpar nas articulações políticas de Pernambuco e de Brasília, fazendo muita falta a quem vive o dia a dia da política.

 

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 25 de janeiro de 2018

Coluna do blog desta quinta-feira

Palácio precisará reavaliar cenário após condenação de Lula

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região confirmou a sentença do juiz Sérgio Moro e ampliou a pena do ex-presidente Lula de 9 anos e 6 meses de reclusão para 12 anos e um mês por unanimidade. A decisão dos desembargadores federais tem um impacto direto na política brasileira e principalmente nas eleições deste ano, pois como a decisão foi unânime, Lula terá apenas os embargos de declaração, que tem exclusivamente caráter protelatório mas que não permite mudar o curso da sentença que condenou o ex-presidente. Diante do exposto, é provável que o TSE negue o registro da candidatura tão logo seja apresentado o pedido, baseado na Lei da Ficha Limpa que proíbe candidatos condenados por órgãos colegiados.

Com a inelegibilidade de Lula praticamente sacramentada, há um movimento que mexe diretamente no cenário presidencial e traz desdobramentos para as eleições estaduais. No âmbito nacional, o PT agora mais do que nunca precisará trabalhar com outro nome, que tende a ser Fernando Haddad ou Jacques Wagner, e que como todos sabem, não possuem nem de perto o potencial eleitoral do ex-presidente.

Já a nível estadual, o PSB do governador Paulo Câmara precisará fazer uma avaliação se valerá a pena ter o apoio do PT nas eleições, sobretudo porque no caso de Lula condenado em seu palanque, o governador perderá o discurso ético contra seus adversários, além do mais, Paulo não poderá dispor do voto casado com Lula no estado, uma vez que o ex-presidente possuía antes da condenação 70% das intenções de votos.

Por outro lado, talvez não seja interessante para o governador perder o tempo de televisão do PT, que compensaria a iminente perda do PMDB. Portanto, ainda que tenha que levar o fardo das candidaturas pouco competitivas de Haddad e Wagner, é melhor não arriscar ver Marília Arraes ser candidata e ela sequer subir em seu palanque num eventual segundo turno caso fique de fora. Essa conta precisará ser feita urgentemente pelo governador e por seus conselheiros políticos para traçar a melhor estratégia para renovar seu mandato em outubro.

Dobradinha – Crescem as especulações de que João Lyra Neto e Douglas Cintra farão uma dobradinha nas eleições deste ano. Apesar de ter potencial para ser federal, o ex-governador iria para deputado estadual porque tem tudo para sair eleito para a Alepe somente com os votos de Caruaru. Já o ex-senador Douglas Cintra iria para federal para tentar sair de Caruaru com expressiva votação e arriscar o restante fora, porém sem a obrigação de João Lyra Neto, que não poderia nem pensar em não se eleger.

Prejuízo – Em se confirmando a candidatura de João Lyra Neto a deputado estadual, o maior prejudicado em Caruaru seria Tony Gel, que já tem uma reeleição dificílima, e teria que dividir votos com Laura Gomes, Delegado Lessa e João Lyra, que como candidato da prefeitura e ex-governador, tende a sair majoritário da cidade.

Federal – Com dez mandatos de deputado estadual, sendo um dos mais antigos parlamentares da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Henrique Queiroz decidiu que será candidato a deputado federal este ano. Já Henrique Queiroz Filho seria candidato a deputado estadual. A saída de Henrique quebra um ciclo de 40 anos ininterruptos no poder legislativo estadual.

IFPE – O ministro da Educação Mendonça Filho autoriza nesta quinta-feira, ao lado do prefeito Anderson Ferreira, a construção do campus do IFPE em Jaboatão dos Guararapes. O evento ocorrerá a partir das 16 horas no Centro Cultural Miguel Arraes, em Prazeres. A chegada do IFPE é mais uma conquista fruto da parceria entre o ministro e o prefeito que se iniciou ainda em 2016 na campanha eleitoral vitoriosa.

RÁPIDAS

Na ativa – Enquanto a Alepe se encontra em recesso parlamentar, a deputada estadual Roberta Arraes (PSB) tem circulado pelos municípios do sertão do Araripe. Além de encontros com lideranças e reuniões com vereadores, Roberta tem andado nas ruas e escutando a população.

Bolsa – Após a condenação de Lula, o Dólar caiu para R$ 3,15, enquanto o Ibovespa ultrapassou a marca dos 83 mil pontos, atingindo o melhor resultado da história. O mercado financeiro sinaliza que a ausência de Lula na disputa é a garantia de que a política macroeconômica poderá ser mantida e garantir a retomada da economia.

Inocente quer saber – Agora que Lula foi condenado, quando o STF condenará o senador Aécio Neves pelos crimes que ele também cometeu?

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 12 de outubro de 2017

Coluna do blog desta quinta-feira

Jaboatão e Cabo serão estratégicos em 2018 

Responsáveis por 600 mil eleitores, Jaboatão dos Guararapes e Cabo de Santo Agostinho terão um peso significativo na equação das eleições do ano que vem. Tanto o prefeito Lula Cabral quanto Anderson Ferreira lançarão candidatos no ano que vem que pode ser Fabíola Cabral e Paulo Farias candidatos a estadual ou federal, no caso de Lula, e André Ferreira e Manoel Ferreira, no caso de Anderson.

Cada vez mais afinados, Lula e Anderson deverão fechar um apoio conjunto nas eleições para governador, pois os municípios são vizinhos e a relação de ambos é a melhor possível, tendo Lula Cabral declarado publicamente o apoio ao deputado estadual André Ferreira para senador no ano que vem.

Jaboatão e Cabo são cidades que apesar das dificuldades possuem recursos próprios e conseguem tocar uma agenda independentemente do apoio do governo do estado. Isso faz com que Lula e Anderson tenham a liberdade necessária para escolher apoiar tanto Paulo Câmara quanto Fernando Bezerra Coelho  desde que o potencial de votos de ambos seja respeitado.

O apoio deles para o candidato a governador poderá ser fundamental para dar um indicativo sobre qual candidato sairá vitorioso no ano que vem. Por isso Paulo Câmara e Fernando Bezerra Coelho se quiserem o apoio de ambos devem tratá-los a pão de ló, com liberação de recursos e ações efetivas para os seus respectivos municípios. Pois Lula e Anderson precisarão manter o bom nível de aprovação que já possuem não só para elegerem seus candidatos ao legislativo como também ter legitimidade para que o candidato a governador apoiado por ambos tenha um expressivo resultado nas duas cidades.

Contratos – O conselheiro Dirceu Rodolfo, relator das contas de São Lourenço da Mata, suspendeu os pagamentos de três contratos assinados pelo prefeito afastado Bruno Pereira (PTB). Eleito em 2016, Bruno foi afastado em setembro por ordem judicial, após a Polícia Civil deflagrar a Operação Tupinambá. Os contratos suspensos pelo TCE se referem a recolhimento de lixo, transporte escolar e clínicas médicas. Agora o prefeito tenta voltar ao cargo, por liminar em habeas corpus no STJ.

Aécio – Por 6 a 5, o STF decidiu que medidas cautelares de afastamento de mandato parlamentar devem ser submetidas às casas legislativas. “A questão ainda pode gerar controvérsia, pois determinada medida cautelar que não seja de afastamento objetivo, mas que cause embaraço ao mandato, pode gerar um conflito de interpretação entre Legislativo e Judiciário”, avalia Cristiano Pimentel, do Ministério Público de Contas (MPCO). Para o procurador, a proclamação final do julgamento do STF não ficou clara em alguns aspectos.

Garanhuns – Os procuradores gerais Francisco Dirceu Barros e Cristiano Pimentel, respectivamente do Ministério Público do Estado (MPPE) e Ministério Público de Contas (MPCO) estarão em Garanhuns, em 9 de novembro, para palestras no Seminário “Administração Pública e Reforma Política”, que será realizado na Câmara de Vereadores da cidade.

Conscientização – A Praça do ABC, na Mustardinha, foi o local de encerramento da Gincana Ambiental da Semana das Crianças, realizada pela Secretaria de Saneamento do Recife. O secretário Alberto Feitosa marcou presença no evento, que aconteceu nesta quarta-feira (11) e reuniu as seis escolas participantes da ação. O cantor André Rio animou a criançada cantando o jingle da Capacitação em Educação Sanitária e Ambiental, que tem como mascote o Mustardeco.

RÁPIDAS

Coordenadores – Na última terça-feira a bancada federal de Pernambuco (deputados e senadores) escolheu os novos coordenadores. Os deputados federais Augusto Coutinho (SD) e Wolney Queiroz (PDT) coordenarão a bancada a partir de agora, em substituição aos deputados Cadoca e João Fernando Coutinho.

Recursos – A fim de dar continuidade ao avanço da cidade, nesta quarta-feira, o prefeito de Camaragibe, Demóstenes Meira (PTB), reuniu-se com o deputado estadual Aluísio Lessa (PSB), o secretário da Casa Civil, Nilton Mota (PSB), e o secretário de habitação do Estado, Kaio Maniçoba (PMDB), para tratar de emendas para o município de Camaragibe.

Inocente quer saber – O STF saiu desmoralizado após a decisão de ontem que beneficiou Aécio Neves?

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Postado por Edmar Lyra às 13:57 pm do dia 18 de agosto de 2017

A falta que Sergio Guerra faz ao PSDB

O PSDB vive uma grave crise de identidade desde que Michel Temer assumiu a presidência da República em 2016, que se agravou com a saída de Aécio Neves da presidência após o seu envolvimento no caso Joesley Batista.

O partido ficou a cargo do senador Tasso Jereissati, que apesar de ser um homem íntegro e sério, não consegue unificar o partido, pois tem tomado decisões que afrontam todo o partido como o programa partidário veiculado recentemente reconhecendo os erros do partido e se posicionando contra Michel Temer.

Os tucanos seguem numa grave dificuldade porque Aécio perdeu as condições morais e políticas de presidir o partido, Tasso não agrega ninguém e não há nenhum nome consensual que demonstre capacidade de aglutinação.

No momento como o atual, a falta do ex-senador Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB por um longo período, fica cada vez mais latente, pois ele conseguia agradar os gregos e troianos da tucanada.

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Edmar Lyra

Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.

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