Blog Edmar Lyra

O blog da política de Pernambuco

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 22 de agosto de 2017

Coluna do blog desta terça-feira

E se Michel Temer for candidato em 2018?

Em política não existe sempre nem nunca, geralmente o talvez ganha sempre o terreno de possibilidades. Hoje o presidente Michel Temer é rejeitado por 90% da população, e dificilmente venceria uma disputa presidencial se a eleição fosse daqui a duas semanas. A prova é tanta que ninguém sequer tem a ousadia de cogitar uma eventual candidatura a reeleição em 2018 do atual presidente.

As eleições de 2018 caminham para ter o segundo maior número de candidatos desde 1989 quando nada menos que 22 candidatos aspiraram ao Palácio do Planalto, tendo Collor com 30% dos votos e Lula em segundo com 17% dos votos. Brizola com 16% e Covas com 11% ficaram no pelotão da frente no primeiro turno. Naquele pleito, Collor do nanico PRN venceu Lula com 53% dos votos válidos no segundo turno.

Nas últimas seis eleições, o número de candidatos a presidente oscilou entre seis e onze candidatos, enquanto em 2018 são esperados Ciro Gomes (PDT), Lula (PT), Marina Silva (Rede Sustentabilidade), Jair Bolsonaro (Patriotas), João Doria ou Geraldo Alckmin (PSDB), Alvaro Dias (Podemos), os candidatos do PSOL, PSTU, PCO, PRTB, PV e Novo, bem como alguns nomes que podem surgir na tentativa de ser outsider, o que permitiria um cenário de pelo menos doze ou treze candidaturas, um número inferior a 1989 mas superior aos demais pleitos.

Eleição presidencial, ao menos no primeiro turno, prevaleceu a estrutura dos candidatos, geralmente os mais robustos em termos partidários, de guia eleitoral, etc. Então é plenamente possível que em 2018 o segundo lugar chegue na segunda etapa com mais ou menos 20% dos votos. Era nesta conta que o hoje rejeitadissimo Michel Temer poderia entrar.

Os políticos costumam dizer que governo é governo e eleição é eleição, uma espécie de treino é treino e jogo é jogo, sendo que na política. A política é como as nuvens e ela muda de tal forma que o que era ontem não serve pra hoje muito menos para amanhã. Se o desemprego reduzir a 10 milhões de brasileiros até junho, se a economia der sinais de recuperação mais robustos no primeiro semestre de 2018, o que Michel Temer teria a perder sendo candidato a reeleição? Absolutamente nada.

Temer já mostrou que é do ramo, que sabe exercer poder com maestria, mesmo quem o rejeita reconhece que ele é um brilhante articulador político e como comanda uma robusta base no congresso nacional, não seria surpresa se PRB, PP, PTB, PSL, PSC, PR, DEM, Solidariedade e PROS se juntassem ao PMDB em torno de uma eventual candidatura a reeleição do atual presidente. Na pior das hipóteses, Temer teria simplesmente o maior tempo de televisão e a maior quantidade de inserções televisivas para defender o legado do seu governo. Isso lhe daria condições reais de sair de 3% que é o que ele tem atualmente dizendo que não é candidato, a 20% dos votos válidos e chegar num segundo turno.

No segundo turno é nova eleição, e o eleitor faria o juízo de valor do governo Temer contra Lula por exemplo. Na pior das hipóteses quem chegou a rejeitar Temer faria uma reavaliação da sua capacidade política de reverter uma rejeição absurda. Temer pode surfar na falta de entendimento do PSDB sobre quem lançará como candidato, na igual rejeição do PT e de Lula, na falta de tempo de Jair Bolsonaro no guia eleitoral, na fragilidade de Marina Silva e sobretudo na pulverização de candidaturas. Os partidos que hoje são abrigados no governo trocariam o certo (Michel Temer) pelo duvidoso (outros candidatos)? É muito provável que não.

Para quem escapou da cassação no TSE, do caso Joesley Batista e da abertura de inquérito ressurgindo das cinzas como uma fênix, ninguém deve subestimar a capacidade de se reinventar de Michel Temer e por conseguinte descartá-lo da reeleição num cenário onde todos os presidentes desde que foi instituída a reeleição foram reconduzidos ao cargo com 100% de aproveitamento. Não será surpresa se Temer for candidato e menos ainda se ele chegar ao segundo turno.

Na fila – O ex-governador João Lyra Neto (PSDB) já não esconde de ninguém o desejo de ser candidato em 2018. Caso Bruno Araújo seja candidato a senador, João disputará mandato de federal, no caso de tentativa de reeleição do ministro das Cidades, João aceitará de bom grado a candidatura a senador ou até mesmo a vice-governador na chapa dos Coelho.

Senador – Outro que poderá integrar a chapa majoritária dos Coelho como candidato a senador em 2018 é o deputado estadual André Ferreira (PSC). Irmão gêmeo do prefeito de Jaboatão dos Guararapes Anderson Ferreira (PR), André inicialmente almejava a Câmara dos Deputados, porém está enxergando um momento ímpar para tentar uma vaga na Câmara Alta.

André de Paula – Presidente estadual do PSD, o deputado federal André de Paula teve seu nome lançado como pré-candidato a senador na chapa de reeleição do governador Paulo Câmara por ninguém menos que o ministro Gilberto Kassab, presidente nacional do seu partido. Kassab comentou a possibilidade no programa Cidade em Foco do radialista Alberes Xavier.

Segurança – O deputado estadual Aluisio Lessa apresentou um Projeto de Lei que visa destinar 10% do Fundo Estadual de Apoio aos Municípios (FEM) para a segurança pública. De acordo com o deputado, a medida visa fazer com que os municípios deem a sua parcela de contribuição no combate à violência em Pernambuco.

RÁPIDAS

Estadual – O vereador de Carpina Diogo Prado (PCdoB) está de saída do partido para ser candidato a deputado estadual no ano que vem. Diogo pretende conquistar uma expressiva votação nos municípios da Mata Norte no intuito de ser um representante da região na Casa Joaquim Nabuco em 2018.

Liberdade – O DEM deverá novamente mudar de nome, uma das possibilidades é virar Mude. Porém existe um nome muito mais fácil de se apresentar para a sociedade resgatando a essência da Frente Liberal, que seria o nome Liberdade. O ministro da Educação Mendonça Filho levará a sugestão ao comando nacional para realizar pesquisas e facilitar a escolha.

Inocente quer saber – Com Fernando Bezerra Coelho no PMDB, Jarbas baterá continência ao senador ou marchará em retirada?

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Postado por Edmar Lyra às 19:09 pm do dia 21 de agosto de 2017

Gilberto Kassab confirma intenções do PSD de lançar André de Paula candidato ao Senado Federal

O Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab (PSD), em participação ao programa Cidade em Foco pela Rede Agreste de Rádio, comandado pelo radialista Alberes Xavier, falou sobre os trabalhos desenvolvidos na pasta, além de comentar os projetos majoritários que o PSD vislumbra para o deputado federal pernambucano e seu correligionário André de Paula.

Na oportunidade, o ministro falou sobre encontro em Brasília com prefeitos da Mata Sul de Pernambuco, juntamente com o deputado estadual Joaquim Lira e o deputado federal André de Paula. “Pudemos aqui discutir uma série de ações do nosso ministério, em suas regiões e municípios, e agora vamos estabelecer um cronograma de trabalho, para que a gente possa nessa parceria, levar os benefícios que a população merece”, disse.

Ao falar sobre o trabalho que vem desempenhando na pasta, Kassab afirmou, “Todos sabem que hoje o Brasil vive uma conjuntura econômica muito difícil, é assim no plano municipal, estadual e federal, os recursos faltam, mas existem políticas públicas, existem programas, que demandam poucos recursos ou as vezes até nenhum recursos. Nós estamos justamente nos concentrando nessas ações, nessas demandas, que são mais baratas e, portanto, mais fáceis de serem implantadas no presente momento”.

André de Paula – O ministro, que é presidente nacional do PSD, elogiou na oportunidade o correligionário André de Paula. “O deputado André de Paula é um dos melhores deputados do Congresso Nacional, todos os ouvem, todos têm por ele muito respeito e é inquestionável que esse trabalho aqui em Brasília repercute no Estado de Pernambuco (…). É evidente e natural que nas eleições do ano que vem que o nome dele desponte para ocupar qualquer cargo, para desempenhar importantes responsabilidades”, destacou.

O mesmo declarou não ter dúvidas de que André de Paula se prepara para disputar um cargo majoritário. “Não tenho nenhuma dúvida que André de Paula hoje se prepara, através do partido, para disputar um cargo majoritário, seja de governador, em algum momento, não acredito que seja na próxima (eleição) por conta das relações que ele tem com o governador (Paulo Câmara), seja de vice-governador, de senador”, disse.

“Eventualmente pode numa composição continuar como deputado federal, mas não acredito. A nossa missão para o André de Paula é chegar aqui em Brasília como majoritário no Senado Federal. Mas ele tem tido muito cuidado, muita cautela, sem se descuidar da sua pré-candidatura a deputado federal, para no momento certo ter essa definição”, ponderou.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 3 de agosto de 2017

Coluna do blog desta quinta-feira

A diferença substancial entre Dilma e Temer 

Os presidentes Michel Temer e Dilma Rousseff vivenciaram o mesmo dilema num período de pouco mais de um ano. Dilma teve um impeachment pela frente, enquanto Temer precisou enfrentar uma denúncia que poderia afastá-lo do cargo.

Tanto Dilma quanto Temer possuíam rejeição que suplantava os 90%, também precisavam dos mesmos 172 votos para barrar, no caso dela o impeachment, no caso dele, a abertura de investigação. Ambos tinham a caneta do Palácio do Planalto para ofertar cargos e emendas e convencer 1/3 da Câmara a não atrapalhar seus respectivos mandatos.

Ninguém venha dizer que Dilma não usou dos mesmos mecanismos de Temer para se manter no cargo, uma vez que emendas e cargos foram ofertados em luxuosos hotéis de Brasília pelo ex-presidente Lula, que assumiu pessoalmente as articulações.

O que fez um deputado ser seduzido por Temer e não ser por Dilma em ocasiões parecidas num curto espaço de tempo? A política. Eis o grande diferencial de Michel Temer em relação à sua antecessora e companheira de chapa desde 2010. Enquanto Dilma tratava ministros,  deputados e senadores com patadas, Temer soube como poucos fazer o meio-campo com o Congresso, chegando a articular pessoalmente os apoios de deputados e senadores.

Atingir 263 votos de uma Câmara composta por 513 deputados numa sessão transmitida para todo o Brasil em horário nobre não é coisa de amador. É coisa de quem entende do riscado da política. Temer soube encarnar os ensinamentos de Maquiavel e tantos outros pensadores da política, deu uma aula de como se faz articulação política e garantiu seu mandato até 31 de dezembro de 2018.

Até aqui praticamente 100% de aproveitamento em votações no Congresso. Se para um presidente popular isso já era muito, para alguém que tem acima de 90% de rejeição da população é algo a ser louvado e reconhecido. Temer ficou porque é do ramo, mostrou com quantos votos se faz uma base sólida no Congresso Nacional e agora mesmo com as dificuldades, ganha uma sobrevida gigantesca para tocar o seu governo e aprovar as reformas que tirem o país da crise econômica.

Motivo – O deputado federal Jarbas Vasconcelos preferiu ficar com a coerência e manteve o voto pela abertura da denúncia contra Michel Temer. Ele sabia do risco de perder o PMDB no estado, mesmo assim votou contra Temer. O senador Romero Jucá, que há muito tempo já queria defenestrá-lo do comando em Pernambuco, agora tem o motivo materializado para entregar o partido ao senador Fernando Bezerra Coelho.

André de Paula – Mesmo sabendo dos riscos que corria votando contra Michel Temer de perder o PSD no estado, André primou pela mesma coerência de Jarbas e votou conforme sua consciência. Há quem afirme que ele perderá o comando do partido em Pernambuco, mas ganhou o respeito de milhares de pernambucanos pela sua firmeza durante a votação.

Fatura – O centrão composto por partidos de médio porte como PSD, PR, PTB, PP, PRB e PSC votou praticamente fechado com Michel Temer e cobrará a fatura a partir de hoje. Trata-se do cobiçado ministério das Cidades, atualmente ocupado por Bruno Araújo, do PSDB que não entregou os votos que tinha ao presidente. Para o lugar de Bruno se fala em Rogério Rosso, Jovair Arantes ou Beto Mansur.

Afinados – De passagem por Brasília, o prefeito de Jaboatão dos Guararapes Anderson Ferreira (PR) visitou o senador Fernando Bezerra Coelho e o ministro de Minas e Energia Fernando Filho. Na conversa, eles articularam ações para o município de Jaboatão dos Guararapes. A visita é uma prova inequívoca do afinamento dos Ferreira com os Coelho.

RÁPIDAS

Ipojuca – A prefeita de Ipojuca Célia Sales (PTB) e o secretário de Educação Romero Sales estiveram reunidos em Brasília com o senador Armando Monteiro onde discutiram uma série de ações para o município, dentre elas recursos e projetos para obras e serviços essenciais.

Implacável – O Ministério Público de Contas e o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco têm sido implacáveis com medidas que causem dano ao erário, como por exemplo gastar milhões de reais com festividades quando os servidores estão penando com o atraso de salários tal como muitos prefeitos vêm fazendo.

Inocente quer saber – Ainda há dúvidas de que Michel Temer ficará até 31 de dezembro de 2018?

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 24 de julho de 2017

Coluna do blog desta segunda-feira

Haddad já é considerado o plano B do PT

Dentro do Partido dos Trabalhadores a ordem era não pensar em plano B até esgotar as possibilidades da candidatura de Lula a presidente da República, porém desde a condenação dele pelo juiz Sergio Moro o entendimento é de que dificilmente o Tribunal Regional Federal da 4ª Região modificará a sentença a ponto de não haver condenação.

Lula e o PT já sentiram o baque da condenação de Moro, sobretudo quando foram bloqueados quase R$ 10 milhões do ex-presidente, cuja repercussão foi tão negativa quanto a sua condenação, pois a tese de Lula de que era pobre e estava sendo perseguido pelo juiz caiu por terra com dados comprobatórios de que o ex-presidente tinha culpa no cartório.

Com uma rejeição elevadíssima, Lula caminha para se inviabilizar, porém o PT precisa defender seu legado e o próprio legado de Lula. Quem se dispõe a votar em Lula mesmo com todas as evidências negativas  em torno dele certamente votaria num candidato apoiado por ele. Este nome seria o do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, que foi um bom ministro da Educação e governou uma cidade complexa por quatro anos.

Haddad dificilmente venceria a eleição, mas se tornaria um nome nacional e que dependendo do resultado poderia se consolidar para pleitos futuros, sobretudo quando sabemos que a política é cíclica e do mesmo jeito que o ciclo de poder do partido se exauriu, em duas ou três eleições pra frente o nome apresentado pelo PT teria boas chances de vitória.

A candidatura de Haddad cumpriria o seu papel, pois demarcava o espaço do PT, forjava um novo quadro e preservaria Lula de um possível vexame eleitoral que tiraria do ex-presidente a condição de líder popular que saiu com 80% de aprovação e venerado por quase toda a população brasileira.

Agenda – O ministro da Educação Mendonça Filho, autoriza nesta segunda-feira obras de reconstrução de escolas e creches dos municípios do estado de Pernambuco atingidos pelas enchentes deste ano. O anúncio será feito no município de Catende. Lá, o ministro também fará uma entrega simbólica de livros para escolas atingias pelas chuvas nos municípios de Palmares e Ribeirão. Em seguida, o ministro vai ao município de Caruaru, onde também fará o anúncio dessas obras e vai assinar o termo de colaboração para a estruturação do Centro de Diagnóstico por Imagem Digital do Centro Universitário Tabosa de Almeida (Asces-Unita).

Palestras – A convite do empresário André Siqueira, iremos realizar duas palestras sobre política na Faculdade Anhaguera. Uma será na unidade de Olinda e a outra na unidade de Serra Talhada, que deverá contar com a presença do prefeito Luciano Duque, que vem realizando um trabalho acima da média na cidade.

Federais – Os prefeitos Edson Vieira (Santa Cruz do Capibaribe) e Debora Almeida (São Bento do Una), aliados do ministro Bruno Araújo, que será candidato a senador, estão ajustando os últimos detalhes para tentarem um mandato na Câmara Federal. Debora, inclusive, já decidiu que sairá do PSB para se filiar ao PSDB em abril de 2018.

Encaminhado – O deputado federal Augusto Coutinho, presidente estadual do Solidariedade, disputará em 2018 o seu terceiro mandato em Brasília na melhor condição de disputa desde 2010 quando chegou ao primeiro mandato. Além de comandar um partido, lidera um vereador do Recife e o prefeito de Olinda. Coutinho só troca o mandato de federal por uma candidatura a vice-governador que seja pule de dez.

RÁPIDAS

Rural – Muitos produtores rurais reclamam da falta de legalização dos microprodutores rurais do estado, pois não há fiscalização e consequentemente os produtos são vendidos no mercado sem qualidade, prejudicando as empresas que trabalham corretamente. O governo deveria aprovar a nota fiscal eletrônica com inscrição estadual para os microprodutores e ajudaria toda a cadeia produtiva.

Reeleição – Apesar das pré-candidaturas de Jarbas Vasconcelos, Silvio Costa, Bruno Araújo, Armando Monteiro, Mendonça Filho, André de Paula e Pastor Eurico, muitos deputados optarão pela reeleição para a Câmara Federal que é mais garantida do que uma disputa incerta pelo Senado. O quadro deverá se afunilar pelos próximos meses.

Inocente quer saber – Quando Elias e Betinho Gomes oficializarão a saída do PSDB?

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Postado por Edmar Lyra às 22:52 pm do dia 22 de julho de 2017

Edmilson do Pagode parabeniza André de Paula

Hoje é dia de felicitar um grande amigo, que conheço há mais de 20 anos e que é um companheiro de lutas e projetos, em defesa do avanço do Paulista. Mais que isso, um líder, que nos orgulha e que faz do nosso partido, o PSD, um dos maiores partidos do nosso estado.

Feliz aniversário, meu amigo André de Paula. Estamos juntos!

Edmilson do Pagode

Vereador de Paulista

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Edmar Lyra

Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.

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