O deputado federal Severino Ninho (PSB) apresentou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), de número 385, que visa tornar imprescritível o direito dos trabalhadores brasileiros ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O parlamentar foi obrigado a tomar a medida porque, desde 2014, o Supremo Tribunal Federal (STF) reduziu a prescrição do benefício de 30 para cinco anos. O limite para entrar com a ação trabalhista após a extinção do contrato de trabalho é de dois anos.
Dados do Ministério do Trabalho, solicitados por Ninho, apontam que os trabalhadores brasileiros perderam R$ 30 bilhões nos últimos anos em decorrência da prescrição exígua do prazo para requerer o benefício. Em sua PEC, o parlamentar ainda argumenta que os recursos do fundo servem para reduzir o déficit habitacional no País, uma vez que muitos trabalhadores utilizam o saldo do FGTS para pagar seus imóveis.
“Eu fiz um pedido ao Ministério do Trabalho depois que o presidente Temer liberou as contas inativas e a resposta que recebi foi estarrecedora. Milhões de trabalhadores brasileiros perdem, anualmente, recursos do FGTS por conta da prescrição que, agora, é de cinco anos”, afirmou Severino Ninho.
De acordo com o deputado, os problemas são muitos. “O empresário não recolhe o FGTS, o trabalhador não fiscaliza o seu direito por falta de informação ou condições; depois de cinco anos aquele direito está prescrito. FGTS é a poupança do trabalhador, não pode ser um direito que prescreva num prazo tão exíguo”, destacou Ninho, em pronunciamento no Plenário da Câmara.
MULTAS – Para reforçar o efeito da PEC, o parlamentar também apresentou uma Proposta de Lei Ordinária aumentando as multas para aqueles empresários que não recolhem o FGTS. “O empresário deve olhar o seu funcionário com o devido respeito”, pontuou Ninho.


Os prefeitos de cada pré-candidato a governador 
Nesta quarta-feira (29), o prefeito do município de Camaragibe, Meira, visitou o gabinete do secretário-executivo estadual de Apoio aos Municípios, Adilson Gomes Filho, para assinar novas emendas parlamentares do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM). Na ocasião, estava presente o deputado Aluisio Lessa e as emendas foram propostas por ele e pelos deputados Pastor Cleiton Collins, Edilson Silva e Francismar Pontes.


A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta manhã desta quarta-feira (29), por unanimidade, o parecer do senador Armando Monteiro (PTB-PE) à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que eleva em um ponto percentual os repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A PEC, que pode ir à primeira votação do plenário do Senado ainda hoje, irá atenuar a grave crise financeira por que passam as prefeituras, com demissões de pessoal e paralisação de vários serviços públicos.

O prefeito do Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, lançou, nesta quarta-feira (29), um novo programa de transporte de pacientes de hemodiálise, quimioterapia e radioterapia e para crianças com microcefalia. O Cuidar Bem conta com vans adaptadas para pessoas com deficiência, os motoristas são treinados para realizar os primeiros socorros e ainda registram em um aplicativo o horário da busca e entrega do paciente. Também há câmeras instaladas no interior de cada van para que seja feito o acompanhamento em tempo real do transporte dos pacientes durante o percurso entre a residência e a unidade de saúde e na volta para casa. Outra novidade é o gerenciamento do tratamento dos usuários, que, a partir de agora, recebem notificações sobre o número de consultas restantes.
Por Marco Aurélio*
O deputado Fernando Monteiro vai propor na Comissão de Finanças e Tributação que seja criada uma subcomissão para tratar do uso dos títulos de capitalização como instrumento de ajuda às entidades filantrópicas, tema de audiência pública, que reuniu representantes de filantrópicas de todo o país.
Uma informação vem correndo nos bastidores de que o ex-prefeito de Caruaru José Queiroz (PDT) não teria cumprido algumas exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal, como por exemplo ter aplicado o mínimo exigido na educação, que ensejará na rejeição de contas da sua gestão em Caruaru. A situação, segundo informações, é tão complexa que nem uma aprovação com ressalvas está sendo possível.