Blog Edmar Lyra

O blog da política de Pernambuco

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Postado por Edmar Lyra às 17:43 pm do dia 16 de maio de 2020

Com suspeita de Covid-19, Mourão fica em isolamento

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, entrou em isolamento social neste sábado (16) após um servidor com quem teve contato na quarta-feira (13) ter testado positivo para o novo coronavírus, segundo a assessoria de comunicação da Vice-Presidência.

Leia a íntegra da nota:

Assunto: Exame de covid-19 do Vice-Presidente da República

Na manhã de hoje, sábado, 16 de maio, foi confirmado o teste positivo para o covid-19 de um servidor que esteve próximo ao Senhor Vice-Presidente da República na quarta-feira, dia 13.

Imediatamente, o Vice-Presidente Hamilton Mourão e sua esposa Paula Mourão foram submetidos a teste para o covid-19, permanecendo isolados na residência oficial do Jaburu.

O senhor Vice-Presidente da República não cumprirá expediente na próxima segunda- feira, dia 18 de maio, aguardando os resultados dos testes, previstos para esse dia.

Atenciosamente,

SÉRGIO PAULO MUNIZ COSTA

Chefe da Assessoria de Comunicação Social da Vice-Presidência

Do G1

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Postado por Edmar Lyra às 16:26 pm do dia 16 de maio de 2020

No Cabo, Prefeitura adota controle de acesso aos mercados públicos

Desde a sexta-feira (15/05) a Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho passou a adotar o controle de acesso aos mercados públicos do centro e de Ponte dos Carvalhos. Com mais de três mil permissionários e o fluxo de cerca de 15 mil pessoas entre sexta e domingo, o superintendente de Abastecimento, Alexandre Guedes, explica que a ação busca prevenir a propagação do coronavírus entre os feirantes e a população.

“Todas as medidas que adotamos até o momento visam impedir o crescimento da doença na cidade. Dessa maneira, contigenciar a entrada de pessoas nos mercados públicos ajuda a evitar aglomerações no interior das dependências”, ressaltou o prefeito Lula Cabral.

Além desta, outras medidas estão sendo aplicadas nos mercados públicos, como a higienização das mãos dos usuários e feirantes, o uso obrigatório de máscara para acesso às dependências do mercado e organização de filas externas, respeitando o distanciamento de segurança de 1,5 metros. O controle de acesso às feiras livres do Cabo irá acontecer diariamente, durante todo o horário de funcionamento.

ENTRADA – No Centro do Cabo, onde há o maior fluxo de pessoas, o acesso ao prédio do mercado passa a ser feito apenas pela entrada principal,na Rua Lavras, como medida para controlar a entrada de pessoas ao local. Durante o dia, oito fiscais seguem dando orientações de segurança e entregando máscaras de TNT para usuários que forem visto sem o equipamento de proteção.

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Postado por Edmar Lyra às 15:37 pm do dia 16 de maio de 2020

Evaldo Costa faz novas críticas a Alberto Feitosa

Faz exatamente oito dias que, aqui mesmo neste Blog Edmar Lyra, critiquei o oportunismo do deputado Alberto Feitosa.

No artigo, lembrei que, até um dia desses, ele vivia colado em Eduardo Campos e Geraldo Júlio, elogiando e ocupando cargos no governo do estado e na prefeitura e, de repente, do nada, apareceu como o maior oposicionista do pedaço, botando defeito onde só tinha palavra para elogio.

Só falei a verdade. Mesmo assim, ele produziu uma réplica que também foi publicada aqui por Edmar. Achei sem sentido, mas deixei pra lá. Minha crítica é puramente política e não valia a pena entrar em um bate-boca.

Agora, convenhamos, até o oportunismo tem que ter algum limite! Alberto Feitosa exagerou ao usar realizações da gestão Geraldo Júlio enquanto critica a… Gestão Geraldo Júlio. Estou falando sério, acredite!

No post printado acima, do Facebook de Feitosa, ele tenta se apropriar de uma ação do prefeito – entrega de mil moradias a cidadãos do Recife. Ele até corta o prefeito da foto do momento da entrega, como vc que está acompanhando minhas postagens aqui pode facilmente notar.

Um secretário, municipal ou estadual, é um auxiliar do prefeito ou do governador. Secretário que dizer colaborador, servidor público subordinado a uma coordenação.

Neste caso dos habitacionais, o prefeito arranjou os recursos, todos os outros secretários da prefeitura contribuíram para que as casas fossem construídas. Ou seja, foi a gestão liderada por Geraldo que realizou a ação.

Não faz o menor sentido, portanto, um ex-secretário – como é o caso de Alberto Feitosa – cometer o deslize ético de dizer que foi ele quem deu as casas à população. É até desrepeitoso com o cidadão, com o prefeito e com os demais secretários que continuam na gestão.

É feio. E é até uma bobagem ir por aí.

Todos os recifenses têm consciência do que Geraldo fez e estão atentos ao que Feitosa está tentando fazer agora.

Menos, Feitosa! Peraí…

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Postado por Edmar Lyra às 13:44 pm do dia 16 de maio de 2020

Clarissa Tércio entra com Habeas Corpus Coletivo no STJ contra rodízio de veículos no Estado

A deputada Clarissa Tércio (PSC), impetrou um habeas corpus coletivo no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) para coibir “o abuso de autoridade e ações arbitrárias do governador Paulo Câmara”. Um abaixo-assinado também foi feito  para solicitar o fim do rodízio de carros em Pernambuco. O documento, já conta com mais de cinco mil assinaturas.

Clarissa, esteve ontem na Delegacia de Polícia de Boa Viagem, na zona sul do Recife e cobrou explicações da autoridade policial, sobre a apreensão de seis veículos e sete pessoas protestando contra as medidas adotadas pelo governador Paulo Câmara. Ela classifica as ações do governo como arbitrárias e ditatoriais.

“Famílias foram levadas à delegacia como criminosos porque estavam com camisa verde e amarela dentro dos seus carros. Eu estou indignada!”, protestou. As polícias civil e militar, justificaram através de nota, que a ação foi necessária “para evitar aglomeração das pessoas”.

No entanto, em um vídeo divulgado ontem, Clarissa contou que as autoridades policiais da delegacia de Boa Viagem alegaram uma recomendação do Ministério Público de Pernambuco como justificativa para a repressão ocorrida. “Vai prender os cidadãos por causa de uma recomendação?”, questiona. “Recomendação não é lei e nem decreto”, afirma a deputada.

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Postado por Edmar Lyra às 12:04 pm do dia 16 de maio de 2020

Diogo Moraes entrega 3 toneladas de alimentos e 60 mil máscaras para população de Santa Cruz do Capibaribe

Com o objetivo de contribuir  para reduzir os  impactos provocados pela paralisação de atividades em virtude da pandemia do Novo Coronavírus, o deputado estadual Diogo Moraes (PSB) entregou, nesta sexta-feira (15), três toneladas de alimento para população de Santa Cruz do Capibaribe, além de 60 mil máscaras de proteção. O anúncio da doação foi feito no último dia 25, durante live do cantor Bell Marques, e já estava acordada com a produção do cantor que seria direcionada ao Agreste do Estado. A entrega de hoje contou com representante da equipe de Bell e de igrejas que receberam os materiais.

Ao todo, seis igrejas ficarão responsáveis por fazer o repasse da doação aqueles que mais precisam: quatro paróquias e duas igrejas evangélicas, BethShalom e Vale da Benção II. Para Diogo, as entidades religiosas conhecem de perto aqueles que estão passando por dificuldades e poderão fazer a contribuição de forma justa. Além do quantitativo, Diogo Moraes direcionou também 10 mil máscaras para população de Fernando de Noronha e 30 mil para o IMIP, com sede no Recife. O parlamentar reforçou que a doação ultrapassou o que havia sido anunciado por ele. “Quero destacar que conseguimos uma tonelada a mais dos alimentos. Tínhamos firmado o compromisso de doar duas toneladas, mas graças à contribuição de um grande amigo, Alex de Zé Elias, conseguimos trazer mais mil quilos de alimento. Temos a certeza que essa doação fará a diferença na vida de muitas pessoas, que estão sem o alimento do dia a dia e sem conseguir fazer suas atividades. Esse momento está muito difícil para todos nós, mas unidos vamos passar por essa fase”, destacou.

Padre Márcio, que representa uma das quatro paróquias de Santa Cruz do Capibaribe, a Nossa Senhora Aparecida, falou da importância da iniciativa de Diogo Moraes, feita através da live de Bell. “Estamos agradecidos porque essa doação chegará aos mais necessitados, aqueles que não tem condição de comprar a máscara e nem mesmo os alimentos”, afirmou o representante da igreja católica. O ato de entrega foi feito na residência do próprio parlamentar e ainda contou com a presença do Padre Kenedy, da paróquia São Miguel Arcanjo e Bom Jesus dos Aflitos.

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Postado por Edmar Lyra às 11:35 am do dia 16 de maio de 2020

Marcello Maranhão faz entrega do cartão Vale Alimentação em Ribeirão

A Prefeitura Municipal do Ribeirão, por meio de sua
Secretaria Municipal de Educação, fez nesta sexta-feira, 15/5/2020 a entrega do CARTÃO VALE ALIMENTAÇÃO – “MERENDA ESCOLAR,” buscando suprir as necessidades de nutrição diária nesse período de suspensão de aulas, dos estudantes da Rede Municipal de Ensino.

A partir da entrega as pessoas já puderam fazer suas compras no Município, aquecendo o comércio local e gerando renda. Um dia que ficará marcado na memória dos ribeirãoenses porque também neste mesmo dia o Prefeito participou da entrega de “CESTAS BÁSICAS” na Zona Rural aos beneficiários do Programa Chapéu de Palha e Leite para Todos.

O Prefeito Marcello Maranhão vem tendo um cuidado especial na vida do nosso povo, utilizando todos os meios para amenizar os transtornos da pandemia do novo coronavírus no Município. Com trabalho, dignidade e respeito a meta principal, neste momento, é salvar a vida dos ribeirãoenses.

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Postado por Edmar Lyra às 10:42 am do dia 16 de maio de 2020

O desafio das escolhas

Por Fernando Dueire

O genial Charles Chaplin repetia que “a única coisa tão inevitável quanto à morte é a vida”. E por falar em vida, há de festejarmos muitos exemplos virtuosos, pessoas que nos passam essências de espiritualidade, brilho e resiliência mesmo diante de duras adversidades. Em outro curso, encontramos almas amarguradas, perdidas nas encruzilhadas de suas próprias sombras.

Isso posto, cabe em momento de tanto desassossego algumas reflexões.  A vida? O que nos pede? O que dela entendemos? O que queremos fazer com ela?

De forma preliminar e ao mesmo tempo definitiva, pelo menos para mim, ela precisa ser compreendida como uma concessão provisória, transitória, efêmera, passageira. Essa é a única certeza material que temos, as outras estão no campo da esperança e espiritualidade.

O fato é que no decorrer da história, em uma retrospectiva dos últimos 100 anos, duros episódios de desastres humanitários provocados pelo próprio homem devastaram imensas regiões do planeta; duas grandes guerras mundiais com aproximadamente 85 milhões de mortes, a impiedosa pandemia da gripe espanhola com cerca de 50 milhões de óbitos, a grande depressão em 1929, conflitos duradouros e fratricidas como os da Coreia e Vietnã, entre outros, o que resultou em uma profusão inaceitável de baixas.

No curso desse longo tempo, refugiados de diferentes etnias, ainda hoje, passam humilhações e sacrifícios na busca de um acolhimento em países que não são os seus. Vivem como beduínos ao desalento em rotas perdidas.  E ainda assim tem resistido à humanidade, teimosa em acertar o passo que joga ao vento logo em seguida aos sinistros provocados.

Hoje vivemos a pandemia do novo coronavírus, devastadora doença que aniquila milhões de pessoas em todos os continentes, sem obedecer faixas de renda ou idade. Um verdadeiro salto no escuro para a ciência, agravada pela limitada capacidade hospitalar instalada. Tudo isso em meio a tantos desafios, carcaças de construções inconclusas ou desacertadas, em desvios, curvas e retas do que deveria ser um mesmo caminho.
E o Brasil nisso, limpo e deformado, sujo e maltratado, injusto em uma mordaça de desigualdades abissais.

Outro dia, em brilhante texto de Pedro Malan, identifiquei uma verdade universal bem aplicável a este país: “O homem sábio ajusta suas crenças às evidências”. Essa assertiva tão fácil e complicada de ser entendida anda vagando sem rumo por aqui.

No artigo, ele alerta para o futuro com a proximidade da exaustão de nosso bônus demográfico, visto que a população em idade ativa cresce a uma taxa menor que a de crianças e idosos, e sentencia, “somos um país que corre sério risco de ficar velho antes de superar a armadilha da renda média.” Isso precisa ser melhor entendido e avaliado.

O Covid-19 termina por impor aos nossos governos respostas em três grandes áreas ; infraestrutura física, maior solidez em capital humano, atitudes com relação a pobreza, distribuição de renda e oportunidades. A resposta a tantos desafios estará na arte das escolhas e na capacidade de vê-las efetivas.

Finalmente, como no início desse texto, e na corrente de João Cabral, repito o verso; “a melhor medida do homem não é a morte, é a vida…”. Vida digna, sem essa colossal desigualdade, patologia social permissiva que já faz parte de uma paisagem que desdenha em ficar ao olhar passivo da ineficiente estrutura do estado brasileiro.

Fernando Dueire é economista

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Postado por Edmar Lyra às 10:06 am do dia 16 de maio de 2020

A baraúna do agreste

Nascido em 1936 na cidade de Belo Jardim, José Mendonça Bezerra formou-se em Direito pela Faculdade de Direito do Recife no ano de 1963, e após sua formação, decidiu ingressar na vida pública participando da Aliança Renovadora Nacional (ARENA) em 1966 quando decidiu disputar seu primeiro mandato eletivo, o de deputado estadual. Mendonção, como ficou conhecido, exerceu três mandatos na Assembleia Legislativa de Pernambuco, até que em 1978 disputou seu primeiro mandato na Câmara Federal ficando até 2010, quando deixou Brasília pensando em ser prefeito de Belo Jardim, sua terra natal, na eleição seguinte.

Na bela trajetória de 44 anos de mandatos eletivos ininterruptos, Mendonção construiu uma imagem de brilhante articulador político, sua família conseguiu por duas vezes, sob sua liderança, a façanha de eleger dois deputados federais. Foi assim em 1994, quando ele e Mendonça Filho foram eleitos juntos para a Câmara Federal e em 2010, quando emplacou o próprio Mendonça Filho e o seu genro Augusto Coutinho para mandatos em Brasília.

Uma característica marcante de Mendonção foi o seu posicionamento político, nos mais de quarenta anos de vida pública nunca trocou de lado, ficando na ARENA, PDS, PFL e Democratas até seu falecimento. Foi dele a articulação que viabilizou a União por Pernambuco que em 1998 derrotaria Miguel Arraes sob a liderança de Jarbas Vasconcelos. As costuras do cacique pefelista possibilitaram que Mendonça Filho fosse vice-governador e José Jorge se elegesse senador naquele pleito.

Nunca afeito a holofotes, Mendonção sempre atuou em defesa dos interesses de Pernambuco, sua cidade Belo Jardim recebeu importantes empreendimentos que lhe diferenciaram dos demais municípios graças a sagacidade de Mendonção, que notabilizou-se como um grande construtor do futuro do agreste. Baraúna é uma árvore frondosa, que protege seu entorno, Mendonção agiu como uma árvore que trouxe muitos frutos para a política, para sua cidade e para Pernambuco.

Torcedor apaixonado do Santa Cruz, Mendonção aceitou ser presidente do seu clube do coração, e foi lá que ele teve uma dura experiência que costumava contar aos próximos. Acostumado com as demandas dos vereadores, mais duras em época de eleição, ele pôde diagnosticar que existia uma categoria mais complicada do que vereador, o tal do jogador de futebol. Durante sua passagem pela presidência do clube no biênio 2001/2002, Mendonção não conseguiu títulos, porém foi ele quem trouxe o desconhecido Grafite que depois tornara-se um dos maiores ídolos do clube tricolor.

Voltando para a política, na eleição de 2006, Mendonção fez de tudo para que Inocêncio Oliveira, que chegou a ser seu desafeto por um tempo, pudesse continuar na União por Pernambuco, chegando a conversar com o cacique de Serra Talhada e colega de bancada na Câmara Federal para continuar na coligação. O espaço que Inocêncio queria eram duas secretarias, que acabaram negadas pelos governistas, o que culminou na saída de Inocêncio da União por Pernambuco e no seu consequente apoio a Eduardo Campos, que viria a ser governador naquele pleito derrotando Mendonça Filho.

Noveleiro de mão cheia, sempre que podia, Mendonção gostava de acompanhar as novelas da Globo, e em 2006 durante a campanha eleitoral para o governo de Pernambuco, ele chamava Eduardo Campos de Renato Mendes, personagem vivido pelo ator Fábio Assunção na novela Celebridade, que era um vilão e que assim como Eduardo, tinha os olhos azuis. Isso mostra a faceta inteligente e perspicaz de Mendonção, capaz de unir a realidade com a ficção.

Durante seus oito mandatos em Brasília, o apartamento funcional de Mendonção virou ponto de encontro dos colegas não só da bancada pernambucana como de outros estados. Nas conversas de Brasília, Mendonção viabilizava não só projetos legislativos como também políticos, era um construtor de pontes e artífice do entendimento. Apesar dessa característica conciliatória, era implacável com adversários quando necessário, habilidade fundamental para quem precisa se manter na política.

Motorista de Mendonção em boa parte do período em que ele esteve em Brasília, Clóvis que era do Recife e até hoje mora na capital federal, relembra com saudade do período em que acompanhava Mendonção e Dona Fana, ficando com os olhos marejados ao lembrar da figura de Mendonção, que o levou para Brasília. Hoje Clóvis trabalha com o genro de Mendonção, Augusto Coutinho, um de seus herdeiros políticos.

Chefe de gabinete do senador Jarbas Vasconcelos, Aristeu Plácido também relembra com alegria a forma em que Mendonção tratava as pessoas, em especial as mais próximas, e sublinha a falta que a baraúna faz à política pernambucana.

Falecido em abril de 2011, Mendonção não conseguiu realizar seu sonho, que era ser prefeito de Belo Jardim em 2012, mas sua trajetória ficou marcada na política pernambucana como um dos grandes personagens da nossa história. A baraúna deixou frutos, o filho Mendonça Filho, que teve exitosa passagem pelo ministério da Educação, considerado por muitos um dos melhores que passaram pela pasta, o genro Augusto Coutinho, que virou seu sexto filho, e assim como o sogro, um grande construtor de pontes na política pernambucana e o seu neto Rodrigo Coutinho que está no seu primeiro mandato como vereador do Recife e assim como o avô e o pai, também é muito querido pelos seus pares.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 16 de maio de 2020

Coluna da Folha deste sábado

Saída de Teich denota falta de rumo do governo Bolsonaro

Com quase dezessete meses de governo, o presidente Jair Bolsonaro coleciona uma série de crises políticas e institucionais que deixam a população perplexa com tamanha falta de habilidade e sensibilidade por parte do presidente.

Durante o início da pandemia da Covid-19 vimos o presidente esculachar o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, até ficar insustentável a convivência entre ambos e acabou na demissão do responsável pelo enfrentamento à pandemia. Pouco depois o presidente começou a esticar a corda na relação com ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Após interferência indevida na sua pasta por parte do presidente para proteger seus filhos de investigação, Moro pediu o boné e fragilizou ainda mais o presidente, que perdeu um de seus pilares.

O substituto de Mandetta, Nelson Teich, que entrou no dia 17 de abril, foi pego de surpresa durante uma coletiva, quando o presidente anunciou no Palácio do Alvorada a inclusão de academias, salões de beleza e barbearia como atividades essenciais, num constrangimento jamais visto em relação a um ministro publicamente.

A situação estava tão ruim que Nelson Teich pediu para sair em menos de um mês no cargo por interferências indevidas em seu trabalho. O presidente a cada dia se mostra perdido e despreparado para exercer a função máxima do país. Sob seu comando, caminhamos a passos largos para um completo caos. É preciso detê-lo através de um impeachment, porque sabemos que ele tem ideia fixa e não vai retroceder um milímetro na sua postura incendiária e irresponsável.

Pandemia 1 – Dois partidos, Rede e Cidadania, além da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), já foram ao Supremo contra a medida de provisória de Bolsonaro, que tenta blindar agentes públicos de punição por eventuais desvios dos recursos do combate à covid-19. As ações foram distribuídas para o ministro Luís Roberto Barroso, um dos maiores críticos do presidente da República, via imprensa.

Pandemia 2 – A versão que corre em Brasília é que a medida provisória foi um “pedido do Banco Central”, que estaria sendo chamado a comprar títulos de empresas fora do sistema bancário, para ajudar a manter a economia. Como os títulos, depois da crise do covid-19, podem se revelar “podres”, os técnicos do Banco Central temem a responsabilização na Justiça.

Procuradoria – Crescem as críticas ao procurador geral da República, Augusto Aras, por supostamente estar “protegendo” o presidente Bolsonaro, no inquérito que investiga as denúncias do ex-ministro Sergio Moro. A última atitude de Aras foi pedir que apenas uma parte da reunião ministerial de abril seja divulgada. Segundo Moro, o presidente teria pressionado o ex-ministro a interferir na Polícia Federal durante a reunião. A gravação segue sob sigilo, no STF.

Cidadania – O deputado Romero Albuquerque (PP) anunciou a doação de 6 toneladas de ração para abrigos do estado, e conseguiu mais 1 tonelada doada pelo presidente da Juventude Progressista, Lula da Fonte. Além disso, o parlamentar também doará litros de água para o Abrigo Cristo Redentor, que acolhe idosos em Jaboatão.

Inocente quer saber – O rodízio de veículos é a medida mais correta para evitar a disseminação do coronavírus?

Arquivado em: Sem categoria Marcados com as tags: Augusto Aras, coluna edmar lyra, Covid-19, Folha de Pernambuco, jair Bolsonaro, Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich, política, Romero albuquerque, sergio moro

Postado por Edmar Lyra às 19:16 pm do dia 15 de maio de 2020

Empresa pode ter encontrado a cura do coronavírus

Uma empresa biofarmacêutica da Califórnia afirma ter encontrado um anticorpo que poderia proteger o corpo humano do coronavírus e liberá-lo do sistema em quatro dias. A companhia Sorrento Therapeutics anunciou a descoberta nesta sexta-feira (15).

O anticorpo, conhecido como STI-1499, pode fornecer “100% de inibição” à Covid-19 e possibilitaria a chegada de um tratamento meses antes de uma possível vacina ao mercado.

O laboratório está desenvolvendo um remédio com base no STI-1499 que vai atuar como um escudo contra o novo coronavírus. O anticorpo também deve ser usado como tratamento em pacientes já infectados.

“Queremos enfatizar que existe uma cura. Existe uma solução que funciona 100%”, disse à Fox News o Dr. Henry Ji, fundador e CEO da Sorrento Therapeutics. “Se conseguirmos colocar esse anticorpo neutralizante no corpo humano, não será mais necessário o distanciamento social e a sociedade poderá abrir sem medo.”

“Nosso anticorpo STI-1499 mostra um potencial terapêutico excepcional e pode salvar vidas após ser aprovado pela agências reguladoras. Nós estamos trabalhando dia e noite para que esse produto seja aprovado e disponibilizado ao público”, disse Henry Ji em comunicado aos investidores.

Os testes foram conduzidos em laboratório, com o vírus in vitro. Agora, a Sorrento pretende pedir aos agentes reguladores da saúde nos Estados Unidos prioridade na liberação do medicamento, para que o remédio chegue o mais rápido possível à população.

De acordo com o laboratório, a fábrica em San Diego tem capacidade para produzir 200 mil doses do medicamento por mês. Antes mesmo da aprovação da droga, a Sorrento vai produzir 1 milhão de doses.

O anúncio foi bem recebido na bolsa Nasdaq, onde a empresa é listada. As ações da Sorrento estavam em alta de 161% na bolsa americana de tecnologia.

Jovem Pan

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Edmar Lyra

Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.

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