Blog Edmar Lyra

O blog da política de Pernambuco

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Postado por Redação às 10:25 am do dia 27 de abril de 2022

Júnior de Bria declara apoio a Davi Muniz e Pedro Campos

Foto: Geisiane Barbosa

Numa noite marcada pela emoção e saudades, o vereador Júnior di Bria (PSB) inaugurou junto com sua família uma casa de apoio, fica situado em Santo Amaro. O bairro é reduto dos Bria, que começou a história política a três gerações, com seu avô Bria, seu pai Marcos di Bria e agora Júnior continua seu legado.

A noite também foi a oportunidade para Bria apresentar seus pré candidatos a deputados. O vereador irá caminhar em todo a cidade do Recife com Davi Muniz (PSB) pré candidato a deputado estadual e Pedro Campos (PSB) pré candidato a deputado federal.
A relação da família Bria com Davi Muniz é antiga, e começou em 2012 quando ele se elegeu a primeira vez vereador do Recife e na câmara de vereadores pode conviver com Marcos di Bria.

O espaço inaugurado é uma homenagem ao ex vereador e pai de Junior, Marcos de Bria que faleceu em outubro de 2021, decorrente de complicações causadas pelo COVID-19

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Postado por Edmar Lyra às 8:04 am do dia 27 de abril de 2022

“Respeito o Lula. Bolsonaro não”, diz Doria

Foto: Guito Moreto/Agência O Globo

Desde que entrou na política, há seis anos, João Doria teve como principal adversário o seu próprio partido, o PSDB, ao qual se filiou em 2001. Para ser o candidato da legenda, foi obrigado a disputar três eleições prévias. Na primeira, causou incômodo porque a sigla já havia escolhido o candidato à prefeitura de São Paulo.

Quando começou a amealhar apoios nas regiões mais carentes da capital, depois de visitar todos os presidentes dos diretórios municipais, foi surpreendido pelo lançamento de mais três candidatos nas prévias, dois meses depois de encerrado o prazo limite para apresentação de candidaturas. O objetivo, diz Doria, era diluir os votos, de maneira que ele não somasse o suficiente para vencer a disputa. Ele acabou ganhando com 62% dos votos. Em seguida, entrou na eleição com 1% das intenções de votos, em 4º lugar, e com o PSDB em frangalhos. Fez a diferença, acredita, no horário eleitoral gratuito e venceu o pleito no 1º turno.

Em 2018, foi incentivado a renunciar ao cargo de prefeito para ser o candidato da legenda ao governo paulista, sem disputa de prévias. Dois dias depois, foi informado pelo presidente do PSDB em São Paulo, Pedro Tobias, que o então governador Geraldo Alckmin exigiu a realização de prévias. Mais uma vez, Doria saiu vencedor e, na sequência, ganhou a eleição, novamente, sem o apoio das lideranças dos tucanos.

A história se repete agora. O ex-governador venceu as prévias para ser o candidato do PSDB à Presidência da República, mas não tem um dia de sossego. Mesmo após a manifestação pública de respeito ao resultado por parte de seu principal contendor, o ex-governador Eduardo Leite, Doria se mostra ressabiado. “Espero que o partido esteja serenado. ” Numa declaração surpreendente, afirmou que tem respeito por Lula (PT), mas não por Jair Bolsonaro. A seguir, os principais trechos da entrevista concedida ao Valor:

Valor: O senhor acredita que, agora, o PSDB respeitará o resultado das prévias?

João Doria: Eduardo Leite teve a grandeza de, em carta pública divulgada na sexta-feira, dia 22, manifestar o seu apoio e reconhecimento às prévias.

Valor: Alguém, em seu nome, fez gestões junto ao ex-governador?

Doria: Não. O que houve foi um manifesto de 73 juristas de todo o Brasil, dizendo que é inconcebível vilipendiar regra pétrea que é a democracia. Acho que isso influiu na decisão de Leite. Quarenta e quatro mil eleitores do PSDB votaram, está dito no estatuto que nada se sobrepõe às prévias, que refletem a vontade soberana de seus filiados. Estão querendo subverter a democracia, dizendo que as prévias não valeram? Seria um absurdo completo, que colocaria Bruno Araújo [presidente do PSDB] numa posição delicada diante do Tribunal Superior Eleitoral, afinal, foram gastos quase R$ 12 milhões [na realização das prévias]. Espero que o partido esteja serenado. A honradez de Eduardo Leite fortalece a integração com os partidos que formam o ‘Centro Democrático’ – MDB, União Brasil e Cidadania.

Valor: O governador renunciou ao mandato porque tinha a esperança de reverter o resultado das prévias na convenção.

Doria: Eu disse: ‘Eduardo, você é ex-governador do Rio Grande do Sul, suponho que você esteja avaliando se vai disputar o Senado ou tomar uma decisão, que eu sei que não é fácil para quem, como você, disse que não seria candidato à reeleição, mas você pode ter a nobreza também, todos vão compreender, que, pelo bem de seu Estado, você disputará a reeleição’.

Valor: O senhor ainda acredita nas chances de vitória de uma terceira via, uma vez que pesquisas mostram o crescimento do presidente Bolsonaro e a redução da vantagem do ex-presidente Lula. Juntos, ambos respondem por mais de 70%.

Doria: Sim, acredito. Porque ainda há 44% de eleitores que não tomaram sua decisão. Entre eles, neste momento estão aqueles que estão optando pelo ‘menos ruim’, de um lado [Lula] ou de outro [Bolsonaro]. Estes eleitores são os que vão aderir a um nome que possa representar uma alternativa aos dois extremos.

Valor: O que essa alternativa representaria?

Doria: A construção de um país liberal, que coloque o combate à fome, ao desemprego e à desigualdade como prioridades, mas também o crescimento econômico e o acesso à saúde e à educação de qualidade.

Valor: Os resultados de sua gestão em São Paulo são positivos, no que diz respeito a indicadores econômicos e, por exemplo, ao combate à pandemia. Por que isso não se reflete na sua popularidade? Nas pesquisas eleitorais para presidente, seu índice de rejeição é superior a 60%.

Doria: De fato, até os adversários mais duros reconhecem que fizemos um trabalho inovador. A razão para isso não se refletir em intenção de votos, não expressar a adesão da população, está muito em função também do combate que tivemos que fazer ao negacionismo [da gravidade da pandemia] durante dois anos e meio. Deve-se ainda à narrativas mentirosas do ‘gabinete do ódio’ contra as posturas pela ciência e pela vida que fizemos aqui.

Valor: Gabinete do ódio é uma referência ao governo Bolsonaro?

Doria: Sim. Isso gerou, com as medidas restritivas que adotamos no início da pandemia para o funcionamento do comércio e dos serviços, inconformidades, algo compreensível. Mas, agora, passada a fase mais crítica da pandemia e com a recuperação gradual da economia, vai se restabelecendo no coração das pessoas o reconhecimento daquilo que foi feito em São Paulo e, de São Paulo, pelo Brasil. Estou seguro disso.

Sou contrário à reeleição, que considero um mal para o Brasil e que deve ser extinta por uma reforma política”

Valor: Por que o senhor decidiu se candidatar agora à Presidência, uma vez que poderia disputar a reeleição?

Doria: Sou contrário à reeleição, que considero um mal para o Brasil e que deve ser extinta por uma reforma política. Sou favorável à renovação na política. E entendo que, dada essa polarização Lula-Bolsonaro, este é o momento para que os brasileiros possam ter a opção de encontrar um ‘resolvedor’ e não um ampliador de seus problemas.

Valor: A que atribui tanta resistência ao senhor PSDB?

Doria: Num partido que não tem dono como o PSDB, é normal você ter posições distintas e não necessariamente convergentes. Prefiro um partido que não tenha dono e que possa ter posições distintas. Obviamente, a existência de muitos nomes relevantes no PSDB cria resistências aos novos nomes que surgem no partido.

Valor: Quando o senhor decidiu disputar a eleição para prefeito de São Paulo, em 2016, era desconhecido do eleitorado e, a seis meses do pleito, tinha apenas 1% das intenções de voto. O que fez para mudar esse quadro?

Doria: Percorri mais de 3 mil quilômetros na capital antes das prévias. Comecei pelas áreas mais pobres nas zonas leste, sul e norte da cidade.

Valor: Quem o senhor visitou?

Doria: Lideranças do PSDB nessas regiões, presidentes dos diretórios municipais e militantes do partido. Falei com cerca de 2 mil pessoas. Elas acordam cedo para ir ao trabalho, então, eu tinha que chegar bem cedo. Ficavam surpresas com a visita. Não houve um militante sequer que tenha se recusado a me receber. Reuni-me também com pessoas expressivas da sociedade civil e dessas regiões. Líderes de comunidades, inclusive, aquelas em que a liderança não é ligada ao PSDB. Fui muito bem recebido por todos.

Valor: O senhor não era conhecido na base do partido. A que atribui o fato de ter sido bem recebido?

Doria: Não era comum um candidato ir até a casa dessas pessoas. Tomei muito café, comi muito feijão com arroz, churrasco de linguiça feito na laje. Chegava às 5h da manhã nas garagens de ônibus, quando ocorre a mudança de turno.

Valor: Quando o senhor quis ser candidato a prefeito em 2016, o PSDB já havia escolhido um nome.

Doria: Sim, o Andrea Mattarazzo, aliás, um bom candidato. Era vereador e se preparou para ser candidato e ser prefeito. Reconheci seu valor e competência. O que eu criticava não era o Andrea, mas a falta de democracia do PSDB no processo de escolha do candidato.

Valor: As prévias foram promovidas, então, por causa de uma reivindicação sua ou havia outros integrantes do partido com o mesmo pleito?

Doria: Eu apenas. Fui tão perseverante que eles acabaram concordando em fazer a prévia. O Geraldo [Alckmin, então governador] chamou isso de ‘primárias’. Entendi aquilo como algo pro forma, algo como ‘vamos fazer prévias, esse cara vai perder, vamos ficar bem na foto, ninguém vai falar mal do PSDB’. Aí, comecei a fazer isso que acabei de contar, acordar muito cedo, dialogar, apresentar propostas… No meio das prévias, quando se percebeu que eu estava crescendo, eles mudaram as regras.

Doria: A regra estabelecida eram dois candidatos. Havia uma data-limite para quem quisesse disputar as prévias. Paguei R$ 35 mil para me inscrever, nunca me esqueço disso. Dois meses depois do prazo-limite de inscrição, o partido reabriu para a entrada do deputado Ricardo Trípoli, então líder do partido na Câmara dos Deputados, o José Aníbal, ex-presidente do PSDB, ex-deputado etc. Para completar, colocaram também o Bruno Covas.

Valor: O plano era diluir os votos?

Doria: Exatamente! Diluindo os votos em quatro, os quatro contra mim, eles imaginaram que eu perderia as prévias. Enfrentei o pleito sem apoio de ninguém, com exceção do Fernando Capez, meu amigo, na época deputado estadual. Todos os demais deputados apoiavam o Andrea ou um dos outros três. Isso se repetia entre os deputados federais e os vereadores de São Paulo. Recebi cerca de 62% dos votos e fui declarado o vencedor das prévias do PSDB. Fui para a eleição também desacreditado.

Valor: Naquele momento, tinha quanto das intenções de voto?

Doria: Na pesquisa Ibope, 1%. Na segunda pesquisa do Datafolha, dobrei! Fui para 2%. Quando começou o horário eleitoral, comecei a crescer numa velocidade extraordinária. E venci no 1º turno.

Valor: Dois anos depois, o senhor decide candidatar-se ao governo paulista. Como foi o processo?

Doria: Fui informado de que seria o candidato. Depois de renunciar ao cargo de prefeito, dois dias depois me liga o presidente do PSDB em São Paulo, Pedro Tobias, e diz: ‘João, vou lhe dar uma notícia, mas não sei se você vai gostar muito. O Geraldo Alckmin pediu para fazer prévias’. De novo, houve toda uma articulação do PSDB contra mim. Aí, Márcio França (PSB), vice-governador, se lança ao governo com o apoio do Geraldo, que ainda lançou três candidatos para disputar as prévias contra mim: Luiz Felipe d’Avila, Floriano Pesaro e Zé Aníbal. A disputa foi pesada.

Valor: O senhor foi para mais uma eleição sem apoio do PSDB?

Doria: Fui para a eleição como um candidato derrotado. Não tinha o partido unido e havia a rejeição provocada pelo fato de ter renunciado à prefeitura de São Paulo antes de completar dois anos de mandato. Nas pesquisas, eu era o 4º colocado, atrás do França, do Paulo Skaf (PMDB) e do Luiz Marinho (PT). Ganhei no 2º turno do França.

Valor: Diz-se que o senhor venceu graças ao apoio do presidente Jair Bolsonaro.

Doria: Não foi por causa do Bolsonaro. Eu tinha uma posição anti-PT. Eu venci o PT nas eleições de 2016.

Valor: O senhor, assim como Eduardo Leite, viu com simpatia a eleição de Bolsonaro. Como o senhor vê isso em perspectiva?

Doria: Sim, como eu, milhões de brasileiros acreditaram em Jair Bolsonaro, acreditamos que sua proposta era liberal, transformadora para o Brasil, de combate à corrupção, contrária à reeleição. E tem mais: ele se posicionava contra o Centrão. Fomos enganados. Logo depois de se eleger, ele dizia que era candidato à reeleição, já começava a fazer aproximação com o Centrão, já começava a fazer restrições ao trabalho de Sergio Moro, e demonstrava apreço pela economia estatizante, criando dificuldades para o programa de privatizações. Já em abril, ele comemorou o golpe militar de 64. Manifestei-me dura e fortemente contra isso.

Valor: O senhor sempre foi um crítico ferino do ex-presidente Lula.

Doria: Embora eu seja um antagonista ao Lula, eu o respeito. O Lula não é Bolsonaro, o Lula é inteligente e tem passado. Eu tenho posições diferentes das dele, mas tenho respeito por ele. Já Bolsonaro não merece o meu respeito. Eu sou um liberal social.

Valor: O que é um liberal social?

Doria: É aquele que acredita na economia de mercado, mas que compreende também a importância do trabalho no combate à pobreza e às desigualdades. Não é o privado que cuida disso. Isso é função do Estado. O Estado tem que ter este papel de reduzir as desigualdades.

Valor Econômico

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 27 de abril de 2022

Coluna da Folha desta quarta-feira

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Frente Popular aposta em retrospecto favorável para alavancar Danilo Cabral 

Desde que foi oficializado como pré-candidato a governador de Pernambuco, o deputado federal Danilo Cabral tem cumprido uma intensa agenda de encontros e articulações políticas com vistas a sucessão de Paulo Câmara. Em que pese o enorme desafio de manter a hegemonia do PSB em Pernambuco, que completará dezesseis anos em 2022, o retrospecto é favorável aos candidatos socialistas em disputas majoritárias e poderá contribuir para o crescimento de Danilo.

Entre 2006 e 2020 foram sete eleições vencidas pelo PSB, quatro para governador e três para prefeito do Recife. Em comum, todas as disputas o nome socialista largou atrás e cresceu durante a campanha, com a exceção de Eduardo Campos em 2010 na sua reeleição quando liderou de ponta a ponta a disputa contra Jarbas Vasconcelos e venceu por larga margem com mais de 80% dos votos válidos.

As outras disputas denotaram enorme desafio aos candidatos socialistas, que podem até não ter boa largada mas demonstraram ter capacidade de chegada, vide Geraldo Julio em 2012 e 2016, Paulo Câmara em 2014 e especialmente 2018, e João Campos em 2020. Isso geralmente se deu pelo fato de o PSB ter uma tropa numerosa, e uma linha de produção de campanhas eleitorais que adquiriu um know-how jamais visto em Pernambuco.

Portanto, não dá pra menosprezar a capacidade do PSB de se reinventar e vencer disputas difíceis, o que evidencia ser extremamente precipitado cravar a possibilidade de Danilo Cabral sequer chegar ao segundo turno, uma vez que ele conta com o maior número de prefeitos, deputados e partidos que lhe darão uma retaguarda para crescer e se tornar competitivo eleitoralmente nos próximos meses.

Redes – O procurador-geral da República, Augusto Aras, alerta para riscos do uso de redes sociais e da comunicação para atacar pessoas e fragilizar instituições. “Não podemos permitir que o rolo compressor da leviandade, potencializado pelo poder quase ilimitado da disseminação virtual, fragilize nossas instituições”, disse o chefe do Ministério Público Federal (MPF). Aras salientou que utilizar as ferramentas virtuais para destruir reputações, ameaçar pessoas e fragilizar as instituições é tão grave quanto usar a tecnologia para aplicar golpes que causam prejuízos milionários aos cidadãos.

Cotas – O Tribunal de Contas da União (TCU) promove evento para discutir a Lei de Cotas na educação superior. O diálogo “Acesso e democratização da educação superior: 10 anos da Lei de Cotas” ocorre neste 27 de abril, às 9 horas, com transmissão pelo canal do TCU no YouTube. A política de cotas para ingresso em universidades federais foi instituída pela Lei 12.711/2012.

Homenagem – Por iniciativa do vereador Hélio Guabiraba (PSB), a Câmara Municipal do Recife realizará nesta quarta-feira uma homenagem aos jornalistas e colunistas pernambucanos, dentre eles os colunistas da Folha de Pernambuco, Carol Brito, Edmar Lyra, Renata Bezerra de Melo e Roberta Jungmann. A solenidade terá início a partir das 10 horas e será presidida pelo vereador Eriberto Rafael (PP).

Inocente quer saber – Como será o controle das fake news nas eleições deste ano?

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Postado por Redação às 22:02 pm do dia 26 de abril de 2022

Raquel cobra atitude do Governo PSB sobre situação do metrô e minimiza a quem administra a CBTU, o governo Bolsonaro

Foto: Divulgação

A pré-candidata ao Governo do Estado pelo PSDB, a ex-prefeita Raquel Lyra criticou a omissão do Governo Estadual em relação ao colapso enfrentado pelo metrô que atende a capital pernambucan e a Região Metropolitana do Recife e minimiza as cobranças ao governo federal, que comanda a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). De acordo com a tucana, a gestão do PSB não toma uma atitude concreta em relação aos problemas do transporte público.

“Do jeito que está não dá mais para ficar. O metrô do Recife está mais do que sucateado, está inviabilizado, e o governador Paulo Câmara assiste a tudo de braços cruzados”, afirma Raquel, para quem a decisão de encontrar uma solução para o metrô exige capacidade política e de gestão, “o que claramente tem faltado ao Governo do PSB”.

Raquel ainda lembrou que a CBTU já cobrou publicamente uma dívida ao governo Paulo Câmara (PSB), que hoje pode estar em torno dos R$ 200 milhões, e sobre a qual o Estado não se pronuncia. A pré-candidata se isentou de fazer uma crítica mais dura ao governo Jair Bolsonaro (PL), que, além de ser responsável pelo órgão, indicou Carlos Ferreira para a superintendência da CBTU Pernambuco. Ferreira é aliado de primeira hora do pré-candidato ao Governo, ex-prefeito Anderson Ferreira (PL).

Outro ponto que a tucana esqueceu é que em 2016 e 2017, durante o governo Michel Temer (MDB), a CBTU, órgão ligado ao Ministério das Cidades, teve comando indicado pelo presidente nacional do PSDB, o ex-ministro Bruno Araújo e que um colapso no sistema de transporte público não acontece da noite para o dia.

“O Governo do Estado provavelmente vai responder que já tem estudos sendo feitos, mas o que gente vê é que nada acontece. Cadê as propostas de solução? Enquanto isso a gente vê metrô parar, incendiar, ser inseguro, sujo, quente e lotado. Só falta o candidato do governo dizer agora que é preciso fazer um pacto pelo metrô e pelo transporte público”, concluiu Raquel.

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Postado por Redação às 20:12 pm do dia 26 de abril de 2022

Erick Lessa destaca requalificação da rede de abastecimento em Belo Jardim

Foto: Viliane Gomes/Arquivo

O deputado estadual Erick Lessa destacou a execução de obras de requalificação na rede de abastecimento na área rural de Belo Jardim. As obras estão sendo executadas e devem continuar nos próximos dias, contemplando localidades como Vila do Socorro, Serra dos Ventos e Vila de Gravatá, atendendo a milhares de famílias.

O trabalho, realizado pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), é resultado de articulação do parlamentar. “A requalificação da rede garante um melhor acesso da população à água, gerando desenvolvimento e, principalmente, mais qualidade de vida para nossa gente”, celebrou Erick Lessa.

Essa foi uma demanda apresentada por moradores ao deputado no ano passado. Em novembro, Lessa visitou a comunidade de Serra dos Ventos, na área rural daquele município, acompanhado pelo gerente regional, João Raphael, e pelo coordenador regional da Compesa, Arão Rafael. Na ocasião, foram relatadas as dificuldades vivenciadas pelos moradores, como irregularidades no abastecimento e problemas na qualidade do líquido. Após o diálogo, o corpo técnico da empresa realizou um estudo e deu início aos trabalhos de requalificação.

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Postado por Redação às 18:45 pm do dia 26 de abril de 2022

Seminário do Cine PE reúne Wanderson Florêncio, Luiz Henrique Mandetta e Cristovam Buarque no Recife

Foto: Divulgação
Produzido pelo Cine PE, o seminário Cultura Audiovisual como áreas Estratégicas para a construção de um modelo sustentável de Desenvolvimento reuniu, nesta segunda-feira, o deputado estadual Wanderson Florêncio e os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta, Gustavo Krause e Cristovam Buarque. O evento foi realizado em um hotel na Zona Sul do Recife.
Defensor da cultura pernambucana, Wanderson Florêncio tem dedicado o seu mandato ao diálogo com os segmentos, criando condições para o fortalecimento das cadeias produtivas em busca da valorização dos profissionais envolvidos.
“A cultura é uma prioridade em nosso mandato. Temos um longo trabalho desenvolvido com os músicos, escritores e artesãos, através de projetos que potencializam o que cada setor tem de melhor. Somos parceiros de iniciativas que valorizam o que o nosso estado tem de melhor, como evento deste porte, com a destinação de emendas parlamentares”, afirmou Wanderson Florêncio.
O parlamentar celebrou o bom momento do cinema em Pernambuco, que tem se destacado em todas as áreas, conquistando prêmios dentro e fora do Brasil. Destacou também o trabalho de Alfredo Bertini, há anos a frente do Cine PE.
“Ficamos felizes em ampliar esse trabalho de parceria para  o audiovisual pernambucano, um dos melhores do país. O setor pode contar com o nosso trabalho. Quando Bertini nos procurou, não pensei duas vezes em contribuir”, disse. Para mais informações

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Postado por Edmar Lyra às 18:26 pm do dia 26 de abril de 2022

Pernambuco é destaque em evento nacional de educação

Foto: Divulgação

Pernambuco foi destaque no Encontro Anual Educação Já 2022 – Renovando o Compromisso, realizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, nesta terça-feira (26.04). A experiência das Escolas de Tempo Integral no Estado foi o grande destaque. O método foi apontado como essencial para a melhoria da nota do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de Pernambuco, que saiu das últimas posições, em 2006, e chegou a ocupar o primeiro lugar na gestão do governador Paulo Câmara.

Durante a participação no evento, promovido pela organização Todos pela Educação, Paulo Câmara destacou os avanços dos últimos anos nessa área, além de apresentar dados que colocaram o Ensino Médio estadual no topo do ranking do IDEB.

“Nossos resultados são fruto de investimentos na infraestrutura, principalmente nas Escolas de Tempo Integral. A valorização dos profissionais é um aspecto essencial, e a política do piso salarial ajudou a estabelecer uma uniformidade no País. Mas, acima de tudo, buscamos tornar a nossa escola cada vez mais atrativa e estar sempre presente nas instituições de ensino. É fundamental que o aluno se sinta bem no ambiente escolar, que tenha ferramentas para isso e saiba que pode realizar seus sonhos através do dia a dia na escola”, afirmou Paulo Câmara.

O Estado registrou, no último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) em 2019, a média 4,5 – superando a média nacional de 3,9. Além disso, Pernambuco é a única unidade da Federação que, na série histórica do IDEB – criado em 2005 – registrou evolução no crescimento em todas as suas edições, e também foi o único a atingir a meta do MEC em todos os anos, destacando-se mais uma vez nacionalmente no Ensino Médio.

TODOS PELA EDUCAÇÃO – O Todos Pela Educação é uma organização da sociedade civil que tem como objetivo mudar a qualidade da Educação Básica no Brasil. É uma iniciativa sem fins lucrativos, não governamental e sem ligação com partidos políticos. O evento Educação Já é promovido anualmente pela organização, e na edição deste ano busca discutir a Educação Básica no contexto da retomada pós-pandemia, assim como os atuais desafios e os caminhos para avançar na educação brasileira.

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Postado por Redação às 18:19 pm do dia 26 de abril de 2022

Rodrigo Pinheiro busca recursos para Caruaru no ministério do turismo

Foto: Divulgação

O prefeito Rodrigo Pinheiro, durante sua visita, esta semana, à Brasília, conversou com o Ministro do Turismo, Carlos Brito, em relação a patrocínio do São João e também recursos, que estão garantidos para Caruaru.

Com esses recursos, estão sendo realizadas várias obras estruturadas em muitas áreas territoriais na cidade. Um exemplo disso é a entrada da cidade pela BR-104, com obras de qualificação nos trechos do Terminal Rodoviário e no seu entorno. Há também investimentos previstos no Alto do Moura, com a construção de Centro Cultural. Além disso, melhorias em espaços públicos, a exemplos dos museus e do Espaço Cultural Tancredo Neves.

“É importante para nossa cidade esse diálogo e a parceria com o Governo Federal, onde podemos buscar mais recursos e fazer Caruaru uma cidade cada dia mais estruturada para a nossa população”, finalizou Rodrigo Pinheiro.

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Postado por Redação às 18:17 pm do dia 26 de abril de 2022

Miguel participa de evento do Todos pela Educação e defende investimentos para creches e ensino técnico

Foto: Divulgação

O pré-candidato ao governo do estado, Miguel Coelho, participou nesta terça-feira (26), em São Paulo, do lançamento do documento “Educação Já”, que reúne as propostas do movimento Todos pela Educação para apoiar o governo federal, estados e municípios no enfrentamento dos impactos da pandemia. De acordo com a organização, o número de crianças de seis e sete anos que não sabem ler e escrever aumentou 66,3% entre 2019 e 2021. O número saltou de 1,4 milhão para 2,4 milhões em dois anos.

Único pré-candidato ao governo de Pernambuco a participar do evento do Todos pela Educação, Miguel Coelho defende que os estados apoiem os municípios na implementação de políticas públicas efetivas, que assegurem a aprendizagem dos alunos, e também no esforço para ampliar o atendimento à primeira infância. Segundo ele, essa parceria entre estados e municípios é fundamental para a alfabetização na idade certa e o desenvolvimento das crianças. Por isso, Miguel propõe a destinação de parte do que o governo arrecada com o ICMS para os municípios que ampliarem o número de vagas em creches, incentivando assim a qualificação das políticas para a primeira infância.

“Os indicadores mostram a falta de aprendizagem em Pernambuco. O estado se isolou construindo escolas em tempo integral, sem diálogo com os municípios. Precisamos ser mais ousados ao falar em educação”, disse o pré-candidato. “Além de investir em uma política de apoio à primeira infância, precisamos modernizar o ensino fundamental e de competência profissionalizante na vida dos jovens, qualificando para a economia do futuro”, acrescentou.

Como prefeito de Petrolina, Miguel Coelho foi premiado pela Fundação Abrinq e pela Unicef por políticas voltadas para a educação e a infância. A cidade sertaneja é a que tem a melhor avaliação do IDEB entre os municípios de médio e grande porte em Pernambuco. O pré-candidato do União Brasil deve anunciar em maio os pilares de seu programa de governo voltados para a educação.

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Postado por Redação às 17:43 pm do dia 26 de abril de 2022

Augusto Coutinho firma compromisso em defesa dos frentistas e contra o autosserviço nos postos

Foto: Sérgio Maranhão

O deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos) definiu como uma prioridade de seu mandato a defesa dos frentistas e a atuação contra um projeto de lei que busca implantar o autosserviço nos postos de combustíveis brasileiros. Nesta terça-feira (26), o parlamentar se reuniu com o presidente do Sindicato dos Frentistas de Pernambuco, Severino Pessoa, para discutir estratégias visando garantir a continuidade da prestação dos serviços da categoria, que emprega 30 mil profissionais no estado e 500 mil no país. A reunião também contou com a participação do vereador Rodrigo Coutinho, do advogado do Sinpospetro-PE, Adenildo Silva, e do gestor político do sindicato, Alyson Cordeiro.

Na opinião de Augusto Coutinho, o sistema não pode ser implantado em um país que enfrenta dificuldades de geração de emprego e renda, como o Brasil. “Como relator da Medida Provisória da venda direta de combustíveis, travei uma batalha na Câmara dos Deputados, não aceitando o autosserviço no Brasil. O país tem hoje 14 milhões de desempregados e não podemos aceitar que essa categoria, que é representativa, venha passar dificuldades”, disse o deputado. “Estamos assumindo este compromisso pela manutenção do emprego”, acrescentou.

“O autosserviço, caso implantado, pode gerar o desemprego de muitos pais de família. Com este trabalho conjunto, pretendemos derrubar a proposta”, destacou o presidente do sindicato. As bombas de autosserviço são proibidas no Brasil desde 2000, conforme a Lei 9956, do então senador Aldo Rebelo. Ao longo destes 22 anos, já houve pelo menos oito tentativas, na Câmara dos Deputados, de revogar a medida. Berthelot.

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Edmar Lyra

Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.

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