
A decisão da oposição de lançar apenas uma candidatura foi comemorada pelo Palácio do Campo das Princesas, pois entende que as duas candidaturas poderia ser mais complicada.
A conta governista é que o indicativo de uma candidatura e o encaminhamento de Armando Monteiro como o nome da oposição que ficou entendido por quem acompanhou o ato é o melhor dos cenários. O governo avalia que Armando tem potencial conhecido, e será mais fácil de administrar a disputa.
Outro fator que chamou a atenção foi o fato de não ter surgido nenhum fato novo no evento de Caruaru, como por exemplo o aparecimento de um apoio novo relevante, ou que prefeitos do PSB participassem do ato, muito pelo contrário, eles lembram que os prefeitos ligados ao PSDB, PTB, DEM e o grupo de FBC chegam a pelo menos 50 gestores, mas não havia nem metade deles lá.
Enfrentar Armando, na ótica de um palaciano, é o melhor dos mundos porque em nenhum momento o petebista conseguiu suplantar a casa dos 20% nas pesquisas, quando se era esperado que ele pudesse beirar os 40% a essa altura do campeonato.
Por fim, o Palácio considera que a oposição está embicando em vez de crescer. O ato de Caruaru, na avaliação palaciana, se tornou menos relevante do que o primeiro em dezembro do ano passado.



O senador Fernando Bezerra Coelho afirmou que no dia 7 de abril, em Ipojuca, a oposição já terá o MDB integrando oficialmente a oposição. Em outras palavras ele deixou evidente que a situação do seu partido estará resolvida.




O prefeito de Garanhuns, Izaias Régis, fez um discurso contundente contra o governador Paulo Câmara, dizendo que os prefeitos estão sofrendo na mão do Palácio, e que acredita que todos darão a resposta ao governo.
O deputado federal Ricardo Teobaldo, presidente estadual do Podemos, fez um discurso crítico a Paulo Câmara, chamando-o de escritor de novela por conta da propaganda institucional do governo.




