Sem ter apresentado até aqui, depois de quase três anos de mandato, nenhuma proposta concreta na área de saúde que assegurasse mais recursos para o estado, o senador Fernando Bezerra Coelho vem com críticas vazias, sem nenhum conteúdo que possa contribuir com o debate no sentido de reduzir o sub-financiamento do Governo Federal no setor, não somente para os municípios pernambucanos como para todo o Brasil.
FBC trata o tema eleitoralmente, diminuindo, inclusive, o tamanho do mandato de Senador da República que lhe foi assegurado pelo PSB junto ao povo pernambucano.
O senador sabe perfeitamente que no Governo Federal, que ele tão bem representa, não existe espaço para discutir a saúde do povo brasileiro. Infelizmente o espaço está inteiramente tomado pela luta de salvação do Presidente na Câmara Federal com relação à denúncia da Procuradoria Geral da República.
Aqui no Estado, apesar da forte crise que passa o País e sem nenhum esforço do Governo Federal, o nosso governador Paulo Câmara vai investir, somente este ano, R$ 4 bilhões em políticas públicas voltadas para a saúde. É o equivalente a 15% da receita total pernambucana aplicado na área, quando o determinado pela Constituição Federal é de, no mínimo, 12%.
O que temos presenciado aqui em Pernambuco é um esforço enorme do Estado em parceria com os Municípios para superar o sub-financiamento do Governo Federal no setor da saúde.
Por último, senhor senador, o problema fiscal dos municípios é urgente e não pode esperar por “melhorias nas transferências voluntárias do Governo Federal para o próximo ano”. E o pior: o senhor sabe perfeitamente disso.
Lucas Ramos
Deputado Estadual – PSB





O mercado de luxo parece não sentir os efeitos da crise que afetou todos os setores e classes sociais. Mas a diferença do impacto da recessão neste nicho nacionalmente é que ela está amadurecendo o conceito de luxo dos brasileiros. No país, este mercado cresce cada vez mais. Segundo pesquisa da FGV – EAESP, entre 2013 e 2017, período em que a crise econômica se agrava, o segmento deve crescer até 25% no Brasil. E, em Pernambuco, a demanda é crescente.
A imprensa e os analistas políticos deram bastante destaque aos três principais pontos aprovados na reforma eleitoral de 2017 – fim das coligações proporcionais, instituição de cláusula de desempenho partidário e criação do fundo especial de financiamento de campanha.

A fragilidade eleitoral dos futuros ex-ministros 





O deputado federal Tadeu Alencar (PSB) participa, até o próximo dia 21 de outubro, de uma missão oficial à China, a convite do Departamento Internacional do Comitê Central do Partido Comunista.