Blog Edmar Lyra

O blog da política de Pernambuco

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 2 de fevereiro de 2026

Coluna desta segunda-feira

Foto: Reprodução

A reeleição presidencial entrou em fadiga no Brasil?

Desde a introdução da reeleição presidencial, em 1997, a experiência brasileira permite identificar regularidades empíricas relevantes. Fernando Henrique Cardoso venceu em 1998 no primeiro turno com cerca de 53% dos votos válidos, amparado por índices de aprovação superiores a 60% ao longo do ano pré-eleitoral. Lula, em 2006, embora tenha sido empurrado ao segundo turno, iniciou o ciclo com avaliação positiva acima de 50% e liderança nas pesquisas frequentemente superior a 15 pontos percentuais. Dilma Rousseff, em 2014, já apresentava sinais de desgaste mais evidentes: sua aprovação oscilava entre 38% e 42% no ano eleitoral, e sua vantagem nas intenções de voto raramente superava 8 pontos. Ainda assim, venceu por margem mínima. A trajetória histórica sugere uma relação inversa entre popularidade do incumbente e previsibilidade do resultado: quanto menor a aprovação, maior a competitividade da disputa.

Um segundo padrão emerge da comparação sistemática entre pesquisas e resultados eleitorais. Em todas as reeleições bem-sucedidas — 1998, 2006 e 2014 — o presidente liderava as intenções de voto desde o início do ciclo, mas essa liderança foi consistentemente superestimada nos levantamentos. FHC, que chegou a aparecer com vantagem superior a 20 pontos, venceu por cerca de 12. Lula, em 2006, viu sua vantagem inicial ser reduzida à metade no segundo turno. Dilma, em 2014, liderou a maior parte da campanha, mas venceu por apenas 3,3 pontos percentuais. O caso Bolsonaro, em 2022, ajuda a delimitar essa regularidade: com avaliação persistentemente abaixo de 40% e sem liderança nas pesquisas em nenhum momento relevante, mesmo uma recuperação expressiva — que o levou a 49,1% dos votos válidos — não foi suficiente para inverter o resultado. A inferência é clara: liderar pesquisas é condição necessária; não liderar torna a reeleição estatisticamente improvável. [Ler mais …]

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 31 de janeiro de 2026

Coluna deste sábado

Foto: Divulgação

Juntos pelo bem de Pernambuco 

A assinatura do contrato de dragagem do Porto do Recife, nesta sexta-feira, expõe mais do que um investimento robusto de R$ 100 milhões em infraestrutura: revela um alinhamento político-institucional raro entre o governo federal e o Palácio do Campo das Princesas. O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, homem de confiança do presidente Lula no Nordeste, e a governadora Raquel Lyra, de campo político distinto, dividiram o palco para carimbar uma obra aguardada há mais de uma década. O gesto, simbólico e pragmático, reforça a leitura de que agendas estruturantes têm conseguido atravessar barreiras partidárias quando o tema é desenvolvimento econômico.

Do ponto de vista estratégico, a dragagem recoloca o Porto do Recife em outro patamar logístico. A ampliação do calado, do canal de acesso e da bacia de manobra permitirá a operação de navios maiores, reduzindo custos e aumentando a competitividade do terminal. Na prática, Pernambuco volta a disputar protagonismo na navegação de cabotagem e no comércio exterior nordestino, além de fortalecer o segmento de cruzeiros, um ativo importante para a economia urbana da capital. Politicamente, trata-se de uma obra com efeitos concretos, algo que governos gostam de mostrar — e colher dividendos.

Para Silvio Costa Filho, o projeto consolida sua marca à frente do ministério e reforça sua atuação como articulador de investimentos federais no estado. Ao destacar que o empreendimento integra a estratégia do governo Lula para crescimento econômico e geração de emprego, o ministro associa o porto à narrativa de retomada do desenvolvimento nacional. Não é pouca coisa em um cenário pré-eleitoral cada vez mais antecipado, onde obras físicas costumam pesar mais do que discursos abstratos.

Já para Raquel Lyra, a parceria com o Planalto funciona como uma resposta direta às críticas de isolamento político que rondaram o início de sua gestão. Ao dividir méritos e discursos com um ministro do governo Lula, a governadora sinaliza pragmatismo e capacidade de diálogo, atributos essenciais para destravar projetos estruturantes. A dragagem do Porto do Recife, com recursos garantidos até 2026 e conclusão prevista para 2027, passa a ser não apenas uma obra de engenharia, mas um ativo político relevante na construção do discurso de resultados que Pernambuco, há tempos, espera ver sair do papel.

Empregos – O Avante e a gestão da governadora Raquel Lyra celebram resultados expressivos na área de emprego e renda em Pernambuco, com o Estado figurando como o segundo maior gerador de vagas do Nordeste e o sexto do país em 2025, segundo dados do Caged. À frente da Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo (Sedepe), o partido, liderado por Sebastião Oliveira, atribui o desempenho a um projeto de gestão focado em inclusão social, qualificação profissional e estímulo ao empreendedorismo, com destaque para a atuação do secretário Manuca de Zé do Povo, que reforça a integração das políticas públicas e o diálogo com os setores produtivos como pilares para transformar crescimento econômico em oportunidades reais para a população.

Jaboatão – O prefeito do Jaboatão dos Guararapes, Mano Medeiros, recebeu nesta sexta-feira (30) o secretário Nacional das Periferias do Ministério das Cidades, Guilherme Simões, para vistoriar obras de contenção de encostas executadas com recursos do PAC nos altos da Macaíba e do Cristo, no bairro de Cavaleiro, que juntos beneficiam mais de 600 famílias com investimentos superiores a R$ 5,8 milhões. As intervenções, voltadas à redução de riscos em áreas vulneráveis às chuvas, reforçam a parceria entre a Prefeitura, o Governo Federal e o Estado, com foco na proteção de vidas, melhoria da qualidade de vida e enfrentamento dos efeitos da crise climática em um dos municípios mais impactados de Pernambuco.

Redução – A partir de 1º de fevereiro de 2026, os consumidores pernambucanos terão alívio no bolso com a redução média de 4,85% na tarifa do gás natural canalizado, medida definida pelo Governo do Estado por meio da Arpe, que fixa o valor em torno de R$ 2,50 por metro cúbico e beneficia os segmentos residencial, comercial, industrial e veicular. A queda, impulsionada pela recomposição trimestral e pela redução nos preços dos supridores, fortalece a competitividade da indústria, estimula a economia e também impacta positivamente cerca de 100 mil motoristas que utilizam GNV, cuja tarifa terá redução média de 4,93%, reforçando a estratégia estadual de manter uma das tarifas mais baixas do país e atenuar custos para empresas e famílias pernambucanas.

Inocente quer saber – Raquel Lyra e Silvio Costa Filho podem ter alguma relação além da institucional em 2026?

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 30 de janeiro de 2026

Coluna desta sexta-feira

Foto: Divulgação

Lula lidera, mas o jogo de 2026 está longe de decidido

Os números divulgados pelo Instituto Paraná Pesquisas nesta quinta-feira (29) ajudam a iluminar o cenário ainda nebuloso da sucessão presidencial de 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na liderança em todos os cenários de primeiro turno testados, mas a leitura política dos dados vai muito além da simples constatação de que o petista começa a corrida na frente. A pesquisa revela, na verdade, um quadro de forte polarização, espaço relevante para a oposição e um eleitorado dividido quanto à possibilidade de reeleição.

No primeiro turno, Lula se mantém competitivo mesmo diante de nomes associados ao bolsonarismo e à direita tradicional. Contra o senador Flávio Bolsonaro, o presidente abre uma vantagem fora da margem de erro, com quase 40% das intenções de voto. Já no cenário em que o adversário é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, Lula amplia levemente esse percentual, ultrapassando os 40%. O dado central aqui não é apenas a liderança, mas a resiliência eleitoral do presidente após um mandato marcado por dificuldades econômicas, tensões políticas e cobranças crescentes por resultados mais perceptíveis no cotidiano da população.

Por outro lado, a fragmentação da oposição no primeiro turno segue evidente. Governadores como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Ratinho Junior pontuam, mas ainda aparecem distantes de um patamar competitivo nacionalmente. Isso reforça a percepção de que, em 2026, a direita precisará novamente se organizar em torno de um nome viável para chegar ao segundo turno com força real de disputa. Nesse contexto, Tarcísio surge como o principal ativo eleitoral fora do núcleo familiar de Jair Bolsonaro, com desempenho superior ao de Flávio Bolsonaro e potencial de crescimento.

É no segundo turno, porém, que a pesquisa acende o sinal amarelo para o Planalto. Todos os cenários testados indicam empates técnicos. Seja contra Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas ou Ratinho Junior, Lula vence numericamente, mas dentro da margem de erro. Em outras palavras, o presidente começa o segundo turno sem margem de conforto, dependendo fortemente da capacidade de mobilização da base, da melhora dos indicadores econômicos e, sobretudo, da narrativa que conseguirá sustentar até lá.

O dado mais sensível politicamente talvez seja a avaliação sobre a reeleição. A maioria dos entrevistados afirma que Lula não merece um novo mandato. Ainda que a diferença não seja esmagadora, o número expõe um desgaste que não pode ser ignorado. Ele sinaliza que a eleição de 2026 tende a ser menos um plebiscito favorável ao governo e mais uma disputa aberta, em que a rejeição terá peso semelhante — ou até maior — do que a aprovação.

Em síntese, a Paraná Pesquisas mostra um Lula competitivo, mas vulnerável. A liderança no primeiro turno garante protagonismo, mas os empates no segundo turno e a resistência à reeleição indicam que 2026 será uma eleição dura, polarizada e altamente dependente dos próximos movimentos do governo e da oposição. O jogo está aberto — e, ao contrário de eleições anteriores, ninguém entra em campo com vitória assegurada.

Investimentos – O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, e a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, cumprem agenda administrativa nesta sexta-feira voltada ao fortalecimento da infraestrutura portuária do Estado, com a entrega da dragagem do canal interno do Porto de Suape — investimento de R$ 217 milhões viabilizado por recursos federais e estaduais, fundamental para a operação do novo terminal de contêineres — e a assinatura, no Porto do Recife, do contrato para execução das obras de dragagem do canal de acesso, que contará com R$ 100 milhões e terá início previsto para março, ampliando a segurança da navegação e a capacidade logística, em mais uma ação conjunta dos governos para impulsionar o desenvolvimento econômico de Pernambuco.

Planejamento – O presidente estadual da Federação União Progressista (UP), deputado federal Eduardo da Fonte, e o vice-presidente, deputado federal Lula da Fonte, reuniram nesta quinta-feira (29) a bancada da federação para alinhar estratégias e discutir o planejamento político e legislativo para 2026, abordando o retorno dos trabalhos parlamentares, o posicionamento político da bancada, as pautas prioritárias para o fortalecimento de Pernambuco e a organização da chapa proporcional, dentro de um projeto mais amplo que projeta Eduardo da Fonte como um dos principais nomes para representar o estado no Senado Federal, com a federação estimando eleger até 10 deputados federais e 20 deputados estaduais no próximo pleito.

Inauguração – Na passagem por Pernambuco para participar do desfile do Galo da Madrugada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aproveitará a agenda para inaugurar o Hospital de Amor, em Garanhuns, no Agreste, que receberá o nome de Dona Lindú, em homenagem à mãe do presidente, conforme confirmou a senadora Teresa Leitão (PT); a unidade oncológica, fruto de parceria entre a Prefeitura de Garanhuns, que doou um terreno de 25 mil m², e o Governo Federal, via PAC, nasce com o objetivo de se consolidar como referência regional no diagnóstico e tratamento do câncer, reduzindo o deslocamento de pacientes e ampliando o acesso à saúde especializada no interior do estado.

Inocente quer saber – Flávio Bolsonaro poderá vencer a disputa presidencial em outubro?

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Postado por Edmar Lyra às 10:25 am do dia 29 de janeiro de 2026

Sem definição

Foto: Reprodução

Diferentemente do que aparentou ser, o encontro entre o prefeito João Campos e o ex-prefeito Miguel Coelho não chegaram a um denominador comum sobre a chapa majoritária da Frente Popular. João Campos disse à CNN Brasil que deverá definir sua chapa apenas em março, Miguel, por sua vez, quer ser oficializado antes do carnaval. Esse tem sido o impasse do entendimento entre ambos.

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Postado por Edmar Lyra às 9:41 am do dia 29 de janeiro de 2026

Paraná Pesquisas aponta Lula na liderança e indica segundo turno equilibrado

Foto: Divulgação

Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta quinta-feira (29), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial de 2026 nos principais cenários de primeiro turno. Apesar da vantagem inicial, as simulações de segundo turno indicam disputas apertadas, com empates técnicos contra os principais nomes da oposição.

No cenário estimulado em que Lula enfrenta o senador Flávio Bolsonaro (PL), o petista aparece com 39,8% das intenções de voto, contra 33,1% do parlamentar, diferença superior à margem de erro de 2,2 pontos percentuais. Na sequência surgem o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 6,5%; Ronaldo Caiado (PSD), governador de Goiás, com 3,7%; e Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, com 2,8%. Renan Santos (Missão) soma 1,5%, e Aldo Rebelo (DC), 1,1%. Nesse cenário, 6,8% declararam voto branco ou nulo, enquanto 4,7% se disseram indecisos.

A pesquisa também testou um segundo cenário de primeiro turno, com a substituição de Flávio Bolsonaro pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a retirada de Ratinho Junior da disputa. Nessa simulação, Lula amplia ligeiramente sua vantagem e atinge 40,7% das intenções de voto, contra 27,5% de Tarcísio. Ronaldo Caiado aparece com 6,6%, seguido por Romeu Zema, com 4,4%. Renan Santos registra 2%, e Aldo Rebelo, 1,4%. O percentual de votos brancos e nulos sobe para 10,8%, e os indecisos chegam a 6,6%.

Apesar da liderança no primeiro turno, os cenários de segundo turno mostram forte competitividade. No confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente tem 44,8% das intenções de voto, contra 42,2% do senador, caracterizando empate técnico. Em uma eventual disputa com Tarcísio de Freitas, Lula aparece com 43,9%, ante 42,5% do governador paulista. Já contra Ratinho Junior, o petista marca 44,7%, enquanto o governador do Paraná soma 38,9%, ainda com parcela significativa do eleitorado sem definição.

O levantamento também avaliou a percepção do eleitorado sobre uma eventual reeleição de Lula. Para 51% dos entrevistados, o presidente não merece um novo mandato, enquanto 45,3% consideram que ele deve ser reeleito; 3,8% não souberam ou preferiram não responder. A pesquisa ouviu 2.080 eleitores em 160 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal, entre os dias 25 e 28 de janeiro de 2026, com nível de confiança de 95%, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-08254/2026.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 29 de janeiro de 2026

Coluna desta quinta-feira

Foto: Divulgação

Desgraça de Toffoli, presente para Lula

Nos corredores de Brasília, cresce a percepção de que a situação do ministro Dias Toffoli no Supremo Tribunal Federal entrou numa zona de turbulência difícil de contornar. Indicado por Lula em outro momento histórico do PT, Toffoli hoje aparece enroscado no caso Banco Master, um episódio que, mais do que jurídico, ganhou contornos políticos. A sucessão de questionamentos, o desgaste público e o silêncio constrangedor de antigos aliados fazem com que sua permanência no STF passe a ser vista como um problema sistêmico — não apenas para a Corte, mas para o próprio governo.

O Palácio do Planalto, longe de tratar o tema como um tabu, já abriga defensores da tese de afastamento de Toffoli. O argumento, repetido em tom reservado, é pragmático: se a queda ocorrer ainda neste ano, Lula teria a oportunidade de indicar mais um ministro ao Supremo, algo raro e valioso em qualquer mandato, especialmente em ano eleitoral. O presidente, experiente nas engrenagens institucionais, sabe que indicações ao STF são instrumentos de poder de longo prazo, capazes de moldar o ambiente político muito além de um ciclo de governo.

Esse cálculo se conecta diretamente à disputa silenciosa em torno da sucessão na presidência do Supremo. Lula já decidiu que indicará Jorge Messias para a vaga de Luís Roberto Barroso, decisão tomada a contragosto do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que trabalha abertamente pelo nome de Rodrigo Pacheco. A resistência de Alcolumbre não é apenas pessoal, mas institucional: o Senado deseja recuperar protagonismo num jogo em que, nos últimos anos, tem sido frequentemente atropelado pelo STF.

É nesse tabuleiro que a eventual queda de Toffoli surge como um “presente” inesperado para Lula. Com duas indicações em jogo, o presidente poderia pacificar o Senado ao aceitar Pacheco como ministro, ao mesmo tempo em que garantiria dois nomes profundamente alinhados e politicamente devedores ao Planalto. O resultado seria um STF ainda mais permeável à influência presidencial e um Congresso momentaneamente apaziguado. No cálculo frio do poder, não é exagero afirmar que, para Lula, o desgaste de Toffoli deixou de ser um problema e passou a ser uma oportunidade estratégica.

Podemos – O presidente estadual do Podemos, Marcelo Gouveia, reuniu nesta quarta-feira (28), no Recife, lideranças políticas e futuros pré-candidatos a deputado estadual como parte do processo de articulação partidária para as eleições deste ano, reforçando a estratégia de expansão da legenda em Pernambuco. No encontro, Gouveia destacou a construção de uma chapa competitiva e a meta de eleger oito deputados estaduais e quatro federais, ampliando a presença do partido na Alepe e na Câmara. Participaram da reunião deputados estaduais, ex-prefeitos, ex-parlamentares e lideranças regionais de diferentes regiões do estado, além do coordenador executivo do Podemos nacional, Rodrigo Rara, sinalizando o fortalecimento da sigla e a consolidação de alianças para o próximo ciclo eleitoral.

Presença – O presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Ricardo Paes Barreto, participou nesta quarta-feira da abertura do Congresso Nacional de Agentes Públicos e Políticos, em João Pessoa, onde destacou a importância do diálogo permanente entre o Poder Legislativo e os demais Poderes da República como instrumento essencial para a harmonia institucional, a construção de políticas públicas mais eficazes e o fortalecimento do Estado Democrático de Direito, além de ressaltar o papel estratégico do Legislativo como espaço de representação e mediação de interesses e enfatizar a relevância da ampliação da participação feminina nos espaços de poder e decisão, apontando-a como um avanço institucional e social para uma gestão mais plural e inclusiva.

Panamá – Vice-presidente de comissão da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) e convidado pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF), o prefeito de Camaragibe, Diego Cabral, participa nesta quarta (28) e quinta-feira (29) do Fórum Econômico Internacional – América Latina e Caribe 2026, no Panamá, onde será palestrante na mesa fechada “Ecossistema Subnacional: Fator de crescimento econômico e sustentabilidade para a região”, evento que reúne presidentes, autoridades, empresários e líderes globais para debater os desafios econômicos, institucionais e de desenvolvimento da região, com abertura dos presidentes José Raúl Mulino e Luiz Inácio Lula da Silva.

Inocente quer saber – Como seria a saída de Toffoli do STF?

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Postado por Edmar Lyra às 20:50 pm do dia 28 de janeiro de 2026

Marcelo Gouveia fortalece o Podemos e amplia articulação para as eleições em Pernambuco

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O presidente estadual do Podemos, Marcelo Gouveia, se reuniu na tarde desta quarta-feira (28), em um restaurante do Recife, com lideranças políticas e futuros pré-candidatos a deputado estadual, dentro do processo de articulação partidária para as eleições deste ano.

Durante o encontro, Marcelo Gouveia destacou que tem percorrido os quatro cantos de Pernambuco, dialogando com lideranças regionais e construindo uma chapa competitiva, com o objetivo de garantir o crescimento do Podemos ao final do pleito. “A meta é eleger oito deputados estaduais e quatro deputados federais, fortalecendo a presença do partido na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal”, destacou.

Participaram da reunião os deputados estaduais Luciano Duque, Fabrizio Ferraz e Wanderson Florêncio, atualmente filiados ao Solidariedade, além de Edson Vieira, do União Brasil. Também estiveram presentes as lideranças a ex-prefeita de Itaiba Regina da saúde; Wherbson Meu Véi; Gersinho Filho; o ex-vice-prefeito de Olinda, Márcio Botelho; Rebeca Lucena; Fellype Martins; Zé Martins; o ex-deputado Beto Accioly e o ex-vereador de Petrolina Elismar Gonçalves (ex-vereador de Petrolina). O coordenador executivo do podemos nacional, Rodrigo Rara, também prestigiou o evento.

O encontro reforça o movimento de organização e fortalecimento do Podemos em Pernambuco, ampliando o diálogo com diferentes regiões do estado e consolidando alianças para o próximo ciclo eleitoral.

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Postado por Edmar Lyra às 17:44 pm do dia 28 de janeiro de 2026

Ricardo Paes Barreto destaca diálogo entre Poderes e protagonismo feminino em congresso em João Pessoa

Foto: Divulgação

O presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Ricardo Paes Barreto, participou, nesta quarta-feira, da abertura do Congresso Nacional de Agentes Públicos e Políticos, realizado em João Pessoa. O evento reúne autoridades, gestores públicos e lideranças políticas de diversas regiões do país para debater temas ligados à governança, à atuação institucional e ao fortalecimento da democracia.

Durante sua palestra, Ricardo Paes Barreto ressaltou a importância do diálogo permanente entre o Poder Legislativo e os demais Poderes da República. Segundo ele, a harmonia institucional e a cooperação entre Executivo, Legislativo e Judiciário são essenciais para a construção de políticas públicas mais eficazes e para o atendimento das demandas da sociedade de forma equilibrada e responsável.

O magistrado também destacou o papel estratégico do Legislativo como espaço de representação popular e de mediação de interesses, defendendo que o intercâmbio institucional contribui para a redução de conflitos e para o fortalecimento do Estado Democrático de Direito. Para o presidente do TJPE, a maturidade das instituições passa, necessariamente, pela capacidade de diálogo e escuta entre os Poderes.

Outro ponto enfatizado por Ricardo Paes Barreto foi a relevância da participação feminina nos espaços de poder e decisão. Ele ressaltou que a ampliação da presença das mulheres na política e na administração pública representa um avanço institucional e social, contribuindo para uma gestão mais plural, inclusiva e conectada com a realidade da população brasileira.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 28 de janeiro de 2026

Coluna desta quarta-feira

Foto: Reprodução

Miguel Coelho consolida aliança com João Campos

O encontro entre Miguel Coelho e João Campos teve um efeito político imediato: encerrou, de forma definitiva, as especulações que vinham sendo alimentadas nos bastidores sobre uma eventual aproximação do ex-prefeito de Petrolina com a governadora Raquel Lyra para a disputa de 2026. A leitura feita por lideranças partidárias e observadores atentos do cenário pernambucano é clara: Miguel já fez sua escolha e ela passa pela manutenção de sua posição dentro do projeto encabeçado pelo prefeito do Recife. O gesto público, ainda que discreto, funcionou como uma sinalização objetiva de alinhamento e estratégia, afastando qualquer dúvida sobre um eventual redesenho de alianças no curto prazo.

É fato que Miguel conversou com Raquel Lyra em dezembro e que, naquela ocasião, houve uma tentativa concreta de atraí-lo para sua órbita política. A oferta de duas vagas ao Senado para a federação que comporia sua chapa foi interpretada como um movimento ousado da governadora, numa tentativa de ampliar seu arco de alianças e neutralizar um ator político relevante do Sertão. No entanto, a proposta não foi suficiente para convencer Miguel de que valeria a pena abandonar o caminho que vem sendo construído ao lado de João Campos. Para ele, o cálculo não se resume a cargos ou promessas eleitorais, mas à coerência e à viabilidade de um projeto político de longo prazo.

Outro fator determinante pesou na decisão: a opção de Raquel Lyra por não integrar Miguel Coelho ao seu secretariado. Na política, a ausência de espaço institucional costuma ser interpretada como um sinal claro de limites na relação. Para Miguel, a falta de protagonismo dentro do governo estadual reduziu o apelo de uma eventual aliança, sobretudo quando comparada ao espaço político que encontra no campo liderado por João Campos. O ex-prefeito entendeu que, mais do que uma composição eleitoral, estava em jogo a capacidade de seu grupo influenciar decisões e participar efetivamente da construção de um projeto estadual.

Ao optar por permanecer com João Campos, Miguel Coelho sinaliza que aposta em uma aliança que considera mais orgânica, politicamente promissora e com maior capacidade de crescimento. Trata-se de uma decisão que fortalece o campo oposicionista ao governo estadual e consolida João como polo de atração para lideranças que buscam protagonismo e perspectiva futura. Mais do que refutar rumores, o movimento de Miguel organiza o tabuleiro, antecipa cenários e deixa claro que, na corrida pelo Governo de Pernambuco, as escolhas já começaram a ser feitas — e algumas portas, definitivamente, foram fechadas.

Caminho livre – Com a decisão de Miguel Coelho de seguir na Frente Popular com o projeto de João Campos, tudo leva a crer que a governadora Raquel Lyra afunilou suas opções para Eduardo da Fonte e Fernando Dueire para as duas vagas ao Senado. Fernando poderá, inclusive, integrar a federação União Progressista para ser indicado para o Senado na chapa da governadora, caso não consiga ter a indicação do MDB.

Tomando forma – Com a permanência de Miguel Coelho na Frente Popular, o desenho da chapa majoritária de João Campos começa a tomar forma. Tendo Humberto Costa como vaga cativa no Senado, o vice e o segundo senador deverá ficar entre o ministro Silvio Costa Filho e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho. Caso nenhum dos dois queira ficar com a vice, ganha força o nome de Álvaro Porto.

Técnico – O prefeito João Campos tem a dor de cabeça que todo técnico de um bom time tem. Ele tem duas vagas para três nomes. Todos legitimados para sonhar com a majoritária: Álvaro Porto, Miguel Coelho e Silvio Costa Filho.

Federal – Apesar de ainda nutrir o desejo de ser candidata ao Senado, Marília Arraes já é dada como certa na disputa por uma cadeira na Câmara dos Deputados por integrantes da Frente Popular. A única dúvida é se ela tentará o mandato pelo Solidariedade ou se voltará ao PSB de João Campos após uma década filiada a outros partidos.

Inocente quer saber – João Campos oficializou Miguel Coelho como seu senador durante encontro entre os dois?

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Postado por Edmar Lyra às 18:50 pm do dia 27 de janeiro de 2026

João e Miguel: Prego batido e ponta virada

Foto: Reprodução

O encontro entre o prefeito João Campos e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, serviu para sepultar qualquer especulação de que o presidente do União Brasil poderá ser candidato a senador na chapa da governadora Raquel Lyra. A conversa com o Palácio existiu, mas certamente não prosperou ao que o clã de Petrolina esperava. Fatura liquidada. Miguel seguirá no palanque de João Campos sob qualquer hipótese.

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Edmar Lyra

Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.

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