Blog Edmar Lyra

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Postado por Edmar Lyra às 18:49 pm do dia 17 de março de 2026

Antonio Moraes e Romero Sales Filho no PSD

Foto: Divulgação

Os deputados estaduais Antonio Moraes e Romero Sales Filho, que integravam a futura federação União Progressista, são os primeiros a oficializar a entrada no PSD. Eles se somam a Débora Almeida, Izaías Régis, Socorro Pimentel, Joãozinho Tenório e Aglaílson Victor. O grupo de parlamentares está neste momento na sede do PSD com a governadora para oficializar o ingresso na legenda. Outros deputados são esperados numa próxima leva de filiações.

Além de Romero Sales Filho e Antonio Moraes, a ex-prefeita de Ipojuca, Célia Sales, também troca o PP pelo PSD para disputar um mandato na Câmara dos Deputados. Com a chegada dos parlamentares, a bancada do PSD chega a sete deputados e torna-se a segunda maior bancada da Alepe, ficando atrás do PP, que tem oito.

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Postado por Edmar Lyra às 16:46 pm do dia 17 de março de 2026

Marília diz que fará todas as articulações possíveis para disputar o Senado

Foto: Divulgação

“A candidatura ao Senado não é somente minha, já pertence ao povo de Pernambuco. É uma questão de responsabilidade com a próxima década do Brasil, representar o campo progressista num ambiente em que se tomam as maiores decisões do País.  Por isso, estou fazendo todas as articulações e movimentos necessários para que tenhamos êxito não somente com o projeto encabeçado por mim, mas para que o campo progressista ocupe a maioria absoluta das vagas da Casa Alta”, afirmou Marília Arraes.

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Postado por Edmar Lyra às 15:20 pm do dia 17 de março de 2026

João Campos procura Marília e diz que não tem nada com Eduardo da Fonte

Foto: Divulgação

Diante da possibilidade de perder Marília Arraes para Raquel Lyra, o prefeito João Campos agiu rápido e entrou no circuito para tentar demover a prima da ideia de se aliar a sua adversária. Ontem, ele participou de uma conversa com Marília na residência de Lula Cabral e ofertou a vaga ao Senado para ela, dando a entender que não tinha nada fechado com Eduardo da Fonte. Marília, por sua vez, terá uma nova conversa com Raquel, que deverá ser determinante para decidir seu rumo político em outubro.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 17 de março de 2026

Coluna desta terça-feira

Foto: Divulgação

Pedro Freitas assume a presidência da Amupe e os desafios do municipalismo em Pernambuco

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) entra em um novo capítulo com a posse do prefeito de Aliança, Pedro Freitas, à frente da presidência da entidade. A cerimônia, marcada para esta terça-feira na sede da Amupe, no Recife, formaliza a transição que cumpre o acordo de mandato compartilhado firmado entre os gestores da instituição. Freitas assumirá o comando da Amupe até fevereiro de 2027, concluindo o atual biênio de gestão e sucedendo o ex-prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia, cuja administração deixou contribuições significativas para a entidade e para os municípios pernambucanos.

A gestão de Marcelo Gouveia é avaliada de forma positiva, especialmente por seu esforço em fortalecer a interlocução da Amupe com o governo estadual e com órgãos federais. Sob sua liderança, a associação consolidou programas de capacitação para prefeitos e servidores municipais, promoveu debates sobre orçamento e saúde pública e ampliou o alcance das políticas voltadas ao fortalecimento do municipalismo. Gouveia também buscou equilibrar o diálogo político com a defesa técnica das pautas municipais, estabelecendo um padrão de atuação que será referência para a nova presidência.

Agora, sob o comando de Pedro Freitas, a Amupe enfrenta desafios importantes para manter e ampliar essa relevância. Entre eles, destaca-se a capacidade de articular consensos entre prefeitos de diferentes regiões e partidos, um fator essencial para que a entidade continue sendo voz ativa nas demandas do municipalismo. A defesa das pautas municipais, especialmente em áreas sensíveis como educação, saúde e transferências constitucionais, exige não apenas habilidade política, mas também estratégias de comunicação e mobilização eficientes.

Além disso, a Amupe precisa fortalecer sua presença junto ao governo estadual e ao Congresso Nacional, garantindo que os interesses dos municípios sejam considerados na formulação de políticas públicas. A articulação política, aliada à gestão administrativa eficiente, será determinante para que a entidade continue oferecendo suporte técnico e político aos prefeitos, ampliando o impacto de suas ações em prol do desenvolvimento municipal.

A posse de Pedro Freitas, portanto, não é apenas uma mudança de liderança, mas também a oportunidade de consolidar a Amupe como uma entidade moderna, articulada e sensível às demandas reais dos municípios. O novo presidente terá a missão de continuar o legado de Gouveia, fortalecendo a associação e reafirmando o compromisso com o municipalismo, em um momento em que a interlocução entre prefeitos e governos se torna cada vez mais estratégica para o futuro das cidades pernambucanas.

1 por 3 – A governadora Raquel Lyra fez uma troca até então inimaginável. Ela tinha como seu principal pilar de sustentação o PP do deputado federal Eduardo da Fonte, que tinha iniciado conversas com João Campos. Ao liberar Dudu para o PSB, Raquel conseguiu atrair Marília Arraes, Silvio Costa Filho e Miguel Coelho, que até o carnaval apareciam como papagaios de pirata de João Campos.

Jogada de mestre – A ofensiva do PSB para ter a União Progressista na coligação de João Campos tinha tudo para ser uma jogada de mestre, pois atraía uma robusta federação de 106 deputados. Seria a jogada perfeita se Marília, Silvio e Miguel permanecessem na Frente Popular. Mas como pularam para o palanque de Raquel, o efeito da adesão tornou-se menos impactante.

Senado – Um aliado de Miguel Coelho descartou qualquer possibilidade de desistência da disputa pelo Senado e de saída do União Brasil. Para ele, Miguel continua no páreo para tentar garantir a federação ao seu projeto, mas agora com Raquel Lyra e não mais com João Campos.

Fria e calculista – Um aliado da governadora Raquel Lyra lembrou que até o ano passado João Campos era disputado pelos pretendentes ao Senado, enquanto Raquel não tinha nenhum nome. Para ele, Raquel demonstrou ser fria e calculista, e uma enxadrista de mão cheia. “Enquanto João achava que estava numa corrida de 100 metros rasos, Raquel se preparou para uma maratona e agora colhe os frutos da sua frieza política”, analisou.

Inocente quer saber – O que foi determinante para Miguel Coelho tomar aversão ao projeto de João Campos?

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 16 de março de 2026

Coluna desta segunda-feira

Foto: Divulgação

O jogo do ganha-ganha entre Raquel e Marília

Prestes a formalizarem sua aliança, Raquel Lyra e Marília Arraes concretizam um desfecho em que ambas saem fortalecidas. Líder absoluta nas pesquisas, Marília precisava de um palanque que garantisse segurança eleitoral, evitando repetir os tropeços de 2020 e 2022, quando seu potencial não se traduziu em vitória. Ao se aliar à governadora, Marília combina seu capital eleitoral ao capital político de Raquel, garantindo tração e visibilidade para sustentar sua pré-candidatura ao Senado até outubro.

Para Marília, o acordo vai além da presença em um palanque competitivo. A aliança com Raquel oferece legitimidade e articulação administrativa, permitindo que seu eleitorado seja mobilizado de forma eficiente e evitando dispersão de votos. A parceria transforma sua candidatura em uma força mais previsível e resistente ao desgaste político, combinando tradição familiar e relevância histórica com alcance territorial e experiência de governo.

Raquel Lyra, por sua vez, também se beneficia estrategicamente. Ter Marília Arraes, legítima herdeira do legado de Miguel Arraes, em seu palanque significa atrair setores importantes do eleitorado progressista e reforçar a conexão com a tradição política de Pernambuco. Em um estado majoritariamente lulista, a presença de Marília funciona como um antídoto contra a nacionalização da eleição e impede que adversários consigam associar o projeto de Raquel ao bolsonarismo.

Mesmo aliando-se a Marília, o fato de não ter o PT formalmente em sua coligação mantém Raquel como a opção mais palatável para o eleitor bolsonarista. Embora minoritário em Pernambuco, esse eleitorado pode ser determinante na definição do resultado, e o equilíbrio da aliança permite que Raquel amplie seu espectro de votos sem comprometer sua identidade política. O desfecho ainda depende de oficialização, mas já evidencia que ambas conseguem extrair o máximo da parceria: Marília consolida capital político e eleitoral, e Raquel reforça seu palanque com estratégia e amplitude.

Avenida de oportunidades – Caso as chapas de João Campos e Raquel Lyra sejam oficializadas com Humberto Costa e Eduardo da Fonte e Marília Arraes e Silvio Costa Filho para o Senado, respectivamente, o nome de Anderson Ferreira ganha força para ser um postulante competitivo ao Senado com os votos do bolsonarismo. Nunca houve um cenário tão favorável para um nome de direita se eleger como agora. Vale ressaltar que Gilson Machado teve 30% dos votos em 2022, se Anderson repetir a dose, tem grandes chances de lograr êxito em outubro.

Realizando um sonho – Não é de hoje que Eduardo da Fonte sonha com a Câmara Alta. Desde que chegou à Câmara dos Deputados em 2007 que ele teve façanhas significativas. Em 2010 foi reeleito com mais de 330 mil votos, em 2014 atingiu quase 290 mil votos e em 2022 foi mais além ao se reeleger para o quinto mandato tendo seu filho Lula da Fonte também eleito. Agora, se prepara para o maior salto da sua vida, calçado na força da federação União Progressista e na segurança de ter dois mandatos na Câmara dos Deputados em casa.

Olhando com simpatia – O Palácio do Planalto viu com muita simpatia a aproximação do ministro Silvio Costa Filho com a governadora Raquel Lyra. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, era um dos maiores entusiastas deste entendimento, pois a presença de Silvio na chapa de Raquel significa o segundo palanque para Lula em Pernambuco.

Inocente quer saber – Quando a Frente Popular oficializará Eduardo da Fonte como seu segundo senador?

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 14 de março de 2026

Coluna deste sábado

Foto: Divulgação

A importância da domiciliar para Jair Bolsonaro 

A recente hospitalização de Jair Bolsonaro, acometido de broncopneumonia bacteriana bilateral e internado na UTI do DF Star, evidencia um quadro clínico que exige avaliação cuidadosa sob a perspectiva do direito e da medicina. Aos 70 anos, com histórico de condições de saúde preexistentes e internações frequentes, o ex-presidente apresenta risco aumentado de complicações graves se submetido ao regime prisional tradicional. Em termos de política criminal e direitos humanos, tal situação justifica a ponderação sobre a aplicação do princípio da dignidade da pessoa humana, previsto no artigo 1º, III, da Constituição Federal, que deve ser observado inclusive no cumprimento de penas.

No contexto jurídico, a concessão de prisão domiciliar por razões de saúde é respaldada tanto pela legislação nacional quanto por tratados internacionais assinados pelo Brasil, incluindo o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos e a Convenção Americana de Direitos Humanos, que recomendam tratamento adequado a presos com condições médicas graves. O artigo 117 da Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210/1984) prevê expressamente a possibilidade de transferência de detento a regime domiciliar em situações de enfermidade que inviabilizem o cumprimento da pena em estabelecimento prisional, assegurando a compatibilidade entre execução penal e proteção à vida e integridade física do preso.

A adoção de prisão domiciliar não compromete a efetividade da execução penal, podendo ser estruturada com instrumentos de vigilância eletrônica, controle judicial periódico e restrições de circulação, garantindo a observância das medidas cautelares sem desrespeitar a ordem pública. Essa abordagem técnica permite conciliar o direito à saúde com a necessidade de cumprimento da pena, atendendo simultaneamente às exigências constitucionais e à função preventiva e punitiva do sistema penal. Estudos comparativos de regimes alternativos demonstram que monitoramento domiciliar com supervisão judicial rigorosa mantém a segurança e reduz riscos médicos, principalmente em indivíduos com idade avançada.

Negar categoricamente a prisão domiciliar em casos de saúde crítica representa uma inadequada ponderação entre segurança pública e proteção dos direitos fundamentais, podendo gerar precedente problemático para o sistema jurídico. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal tem reiteradamente reconhecido que a execução penal deve ser compatível com condições de vulnerabilidade, preservando a dignidade do preso sem afetar a função social da pena. A avaliação técnica, portanto, indica que a concessão de prisão domiciliar a Bolsonaro, acompanhada de medidas de controle estritas, constitui alternativa viável, equilibrando o cumprimento da lei com o respeito às normas de proteção à saúde e aos direitos humanos.

Vítima – O ex-prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel, declarou nesta sexta-feira (13) ter sido vítima de um “golpe” dentro do PDT durante o último processo eleitoral, contestando afirmações do presidente nacional do partido, Carlos Lupi, de que teria anunciado apoio ao atual prefeito Evilásio Mateus como seu sucessor. Pimentel esclareceu que se reuniu com Lupi apenas uma vez, ao lado da deputada Socorro Pimentel, para apresentar a ex-secretária de Educação Ana Paula Ramos como candidata à sucessão municipal, e afirmou que o controle do partido em Araripina foi retirado de seu grupo político dias antes das convenções. Apesar do episódio, que classificou como um golpe bem articulado, Pimentel disse considerar o assunto superado e reafirmou apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra.

Encontro – O PT de Pernambuco realiza neste sábado (14), em Caruaru, o Encontro Regional do Agreste Central, reunindo lideranças e parlamentares de mais de 20 municípios. Coordenado pelo presidente estadual, deputado federal Carlos Veras, pelo secretário de Organização, Oscar Barreto, e pela secretária-geral, Angela Cristina, o evento terá análise de conjuntura do senador Humberto Costa e da senadora Teresa Leitão, além de ouvir os diretórios municipais sobre a estratégia eleitoral do partido, com foco nas reeleições do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do senador Humberto Costa e das bancadas federal e estadual.

Susto – O Shopping Recife deixou seus clientes e colaboradores em pânico com o princípio de incêndio. Um dos maiores shoppings do Nordeste, o mall tem um fluxo grande de pessoas diariamente, o que causou muita preocupação.

Inocente quer saber – Se Bolsonaro vier a óbito, qual será a responsabilidade do STF?

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 13 de março de 2026

Coluna desta sexta-feira

Foto: Divulgação

A grande aquisição do PP para a Alepe

A federação União Progressista, comandada em Pernambuco pelo deputado federal Eduardo da Fonte, acaba de garantir um reforço de peso para a disputa pela Assembleia Legislativa de Pernambuco. A deputada estadual Gleide Ângelo, que entrou para a história como a parlamentar mais votada do Estado em 2018, com mais de 400 mil votos, e que voltou a obter uma votação expressiva em 2022, passa a integrar o grupo político liderado pelo dirigente progressista. Delegada de carreira e conhecida por sua atuação firme no enfrentamento à violência contra a mulher, Gleide consolidou-se como uma das principais vozes de Pernambuco na luta contra o feminicídio e na defesa de políticas públicas voltadas à proteção feminina.

A chegada da deputada ocorre em um momento em que o combate à violência contra a mulher ganha cada vez mais centralidade no debate público brasileiro. Trata-se de um tema que mobiliza a sociedade e tende a ocupar espaço relevante no debate eleitoral deste ano. Para Eduardo da Fonte, a filiação reforça a estratégia da federação de ampliar sua conexão com pautas contemporâneas e com segmentos diversos da sociedade. Ao incorporar uma liderança com forte identificação popular, o grupo busca ampliar a representatividade política e fortalecer sua presença tanto no legislativo estadual quanto no cenário nacional.

Do ponto de vista eleitoral, o movimento também tem forte significado estratégico. Com Gleide Ângelo agora no campo progressista e já contando em seus quadros com o deputado Pastor Júnior Tércio, a federação passa a reunir dois dos três candidatos mais votados para a Assembleia Legislativa na última eleição. O dado evidencia uma prioridade que sempre marcou a atuação política de Eduardo da Fonte: a construção de chapas competitivas e a eleição de bancadas robustas no parlamento estadual. Ao reunir nomes com forte densidade eleitoral, o grupo aumenta significativamente suas chances de ampliar o número de cadeiras na Casa.

A meta da federação formada por Progressistas e União Brasil é superar o desempenho obtido nas eleições de 2022, quando as duas legendas somaram 13 deputados estaduais eleitos. À frente desse processo de articulação, Eduardo da Fonte trabalha para manter o protagonismo que o PP conquistou nas últimas disputas, frequentemente figurando entre as maiores bancadas da Assembleia Legislativa de Pernambuco. A chegada de Gleide também sinaliza que, neste momento, a prioridade absoluta do grupo é o fortalecimento das chapas proporcionais. Outras definições políticas devem ficar para depois do encerramento do prazo de filiações partidárias, marcado para o próximo dia 4 de abril.

Força – A federação União Progressista tem uma série de ativos para buscar ampliar suas bancadas na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa de Pernambuco, como tempo de televisão, fundo eleitoral e uma bancada representativa.

Dialogando – O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, afirmou que a governadora Raquel Lyra demonstrou abertura para discutir a presença de Marília Arraes na chapa ao Senado. Segundo ele, após uma conversa inicial por telefone com a governadora, houve também um diálogo direto entre Raquel e Marília, considerado positivo. Lupi disse que seguirá tratando do tema e reforçou que a prioridade do partido é garantir espaço para a ex-deputada na chapa majoritária.

Cravou – Um observador da cena política avaliou que o ministro Silvio Costa Filho (Republicanos) e a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT) serão oficializados como senadores na chapa de reeleição da governadora Raquel Lyra. Para ele, as conversas avançaram muito nos últimos dias e essa definição ocorrerá muito em breve com a sua oficialização pública.

Inocente quer saber – Quantos votos Gleide Ângelo terá em outubro?

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Postado por Edmar Lyra às 17:31 pm do dia 12 de março de 2026

Federação União Progressista filia a deputada estadual Gleide Ângelo

Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira (12/03), a deputada estadual Gleide Ângelo se filiou à Federação União Progressista. A ficha de filiação foi assinada pelo presidente da federação em Pernambuco, deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP), e pelo deputado federal e segundo secretário da Câmara dos Deputados, Lula da Fonte (PP/UP).

Um dos desafios colocados para a deputada pelo União Progressista é a construção de um plano de governo, a partir do Conselho em Defesa das Mulheres, com propostas para enfrentar os altos índices de violência contra as mulheres em Pernambuco.

Em 2025, o estado registrou o maior número de mortes decorrentes de violência contra a mulher entre os nove estados analisados pela Rede de Observatórios da Segurança. Gleide Ângelo terá autonomia para definir os pontos prioritários do trabalho e apresentar medidas que contribuam para retirar Pernambuco dessa posição.

A deputada tem longa trajetória na defesa das mulheres. É delegada da Polícia Civil de Pernambuco e, em 2018, se tornou a deputada estadual mais votada da história. Desde então, mantém um mandato voltado à segurança pública e à proteção das mulheres.

De acordo com Eduardo da Fonte, a parlamentar também terá autonomia para definir seus posicionamentos políticos e apoiar o presidente e o(a) governador(a) que considerar mais adequados para Pernambuco e para o fortalecimento das suas pautas prioritárias.

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Postado por Edmar Lyra às 13:09 pm do dia 12 de março de 2026

A chapa da Frente Popular avança

Nos bastidores da política pernambucana, em meio ao turbilhão de informações com a saída de Eduardo da Fonte da base da governadora Raquel Lyra, há um sentimento comum de que a chapa está confirmada: João Campos governador, Álvaro Porto vice, Eduardo da Fonte e Humberto Costa senadores.

O movimento contempla a maior coligação da disputa de outubro com cerca de 250 deputados federais no PSB, MDB, União Progressista e Brasil da Esperança.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 12 de março de 2026

Coluna desta quinta-feira

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Álvaro Porto e o fortalecimento estratégico do MDB em Pernambuco

A filiação do deputado Álvaro Porto ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), nesta quarta-feira (11), representa mais do que uma simples movimentação partidária: é um marco estratégico para a política pernambucana. Presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Porto chega ao MDB com um perfil que alia prestígio institucional, articulação política e capacidade de influência decisiva sobre a base legislativa estadual. Sua chegada não apenas reforça o partido, mas reposiciona o MDB como ator central no cenário eleitoral que se aproxima.

Ao assinar a ficha de filiação na sede nacional do partido em Brasília, com chancela do presidente nacional Baleia Rossi, Porto deixou claro que sua presença será ativa e comprometida. “O partido conta agora com um soldado dedicado”, declarou, ressaltando que pretende atuar pelo fortalecimento do MDB em Pernambuco, tanto na Alepe quanto na construção de alianças e chapas competitivas. Mais do que uma promessa retórica, a filiação sinaliza que Porto pretende ser um articulador-chave, capaz de aproximar lideranças locais e municipais, consolidando o MDB como força de referência no estado.

O contexto político reforça a relevância do movimento. Porto chega alinhado com o projeto do prefeito do Recife e pré-candidato ao governo, João Campos (PSB), numa demonstração de que o MDB pode ocupar papel estratégico em alianças majoritárias. A presença de figuras de peso no ato, como Raul Henry, Iza Arruda, Adriana Vasconcelos, e o prefeito de Vitória de Santo Antão, Paulo Roberto Arruda, além do próprio João Campos, evidencia a articulação de diferentes forças em torno do partido e do novo cenário eleitoral. Para o MDB, contar com o presidente da Alepe em seus quadros significa não apenas prestígio institucional, mas também capacidade de influenciar debates legislativos e estratégias eleitorais de maneira concreta.

Politicamente, Porto chega ao MDB em um momento de reposicionamento das forças estaduais. Sua experiência como presidente da Alepe confere ao partido uma visibilidade e uma legitimidade inéditas nos últimos anos, reforçando o capital político do MDB diante de aliados e adversários. A expectativa é que ele atue na interlocução com prefeitos, deputados e lideranças municipais, ampliando a presença do partido em bases estratégicas e fortalecendo palanques para 2026.

Em suma, a filiação de Álvaro Porto não é apenas um gesto simbólico: é uma declaração de força política. Ao assumir seu compromisso com o MDB, Porto potencializa o papel do partido em Pernambuco, transformando-o em um ator decisivo nas articulações eleitorais, capaz de moldar alianças e influenciar diretamente o futuro do estado. Para o MDB, trata-se de uma chegada estratégica que pode redefinir sua relevância na política local.

Cobrança – Em meio à divisão interna da Federação União Progressista em Pernambuco, o deputado federal Mendonça Filho (União Brasil) solicitou à direção nacional da federação que decida qual candidatura ao Governo do Estado será apoiada em 2026, se a da governadora Raquel Lyra (PSD) ou a do prefeito do Recife, João Campos (PSB). Membro da executiva nacional e vice-presidente estadual do União Brasil, Mendonça argumenta que a indefinição estadual gera insegurança política e compromete a organização do processo eleitoral, e reforça que, conforme o Estatuto da Federação, impasses devem ser resolvidos pelas direções nacionais dos partidos, garantindo clareza política e estratégica à atuação da federação em Pernambuco.

Empate – A mais recente pesquisa Genial/Quaest mostra que o pré-candidato do PL ao Palácio do Planalto, senador Flávio Bolsonaro, registrou crescimento nas intenções de voto e aparece em empate técnico com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em eventual segundo turno, com 41% para cada um. O levantamento, divulgado ontem, comparou sete cenários eleitorais, destacando a recuperação do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que havia ficado atrás de Lula na última aferição de fevereiro.

Projeto – Os deputados federais Eduardo da Fonte e Lula da Fonte (PP) apresentaram um projeto de lei que altera a Lei Maria da Penha, tornando obrigatória a utilização de monitoração eletrônica por agressores em casos de violência doméstica quando houver medida protetiva concedida pela Justiça. O texto prevê o uso de tornozeleiras eletrônicas para acompanhamento em tempo real da localização do agressor, envio de alertas à polícia em caso de descumprimento e possibilidade de prisão preventiva, além de autorizar convênios entre União, estados e municípios para aquisição e operação dos equipamentos, com o objetivo de ampliar a proteção às vítimas e dar efetividade às decisões judiciais.

Fortalecimento – Cada vez mais fortalecido com sua pré-candidatura a deputado estadual, Bruno Marques, que disputará o mandato pelo PSB, tem conquistado diversos apoios nas mais variadas regiões do estado. A expectativa é que ele possa figurar entre os mais votados do partido, que pretende eleger doze deputados estaduais em outubro.

Inocente quer saber – A chegada de Álvaro Porto consolidou a permanência do MDB na Frente Popular?

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Edmar Lyra

Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.

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