Blog Edmar Lyra

O blog da política de Pernambuco

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Postado por Edmar Lyra às 19:57 pm do dia 5 de março de 2026

Consequência imediata

Foto: Divulgação

Se ganhou força a possibilidade de João Campos ter Eduardo da Fonte e Humberto Costa como seus senadores. Do lado governista, todos já cogitam um entendimento com Marília Arraes e Silvio Costa Filho como senadores de Raquel Lyra. Quem comemora com isso é o Palácio do Planalto, que reforça a tese de dois palanques e quem for eleito atende o desejo do presidente Lula.

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Postado por Edmar Lyra às 19:28 pm do dia 5 de março de 2026

Virando realidade

Foto: Divulgação

A semana terminou com uma forte especulação que tem fundamento e poderá se concretizar. Ao que tudo indica, o prefeito João Campos topou o entendimento com Eduardo da Fonte para garantir a federação União Progressista. Com isso a chapa teria Humberto Costa e Eduardo da Fonte senadores e a indicação de vice caberia Álvaro Porto ou Wolney Queiroz. No caso do presidente da Alepe, seria um reconhecimento ao trabalho que ele vem desempenhando na Casa de Joaquim Nabuco, já o ministro seria uma tentativa de neutralizar a possibilidade de candidatura de Marília Arraes pelo PDT, fato que não tem a menor simpatia do PT nacional.

Com esse movimento, tendo as duas federações, a Frente Popular chegaria a 200 deputados, sem considerar ainda o MDB, que orbita em torno de João Campos na figura de Raul Henry. Com o movimento, João teria garantido o maior tempo de televisão da eleição. A equação está montada e já tem prazo para concretização: 4 de abril.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 5 de março de 2026

Coluna desta quinta-feira

Foto: Divulgação

A tese dos dois palanques e os desafios locais e nacionais 

A agenda de ontem em Brasília foi tudo, menos protocolar. Em horários distintos, o prefeito do Recife, João Campos, e a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, estiveram com o presidente nacional do PT, Edinho Silva. Na mesa, 2026. João defende a construção de um único palanque em Pernambuco para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reforçando a aliança histórica entre PT e PSB no plano nacional. Raquel, por sua vez, trabalha para ser reconhecida como o segundo palanque lulista no Estado, oferecendo apoio político sem abdicar de seu projeto de reeleição. A disputa é menos sobre 2026 em Pernambuco e mais sobre quem terá o carimbo de principal fiador de Lula no Estado.

O PSB reagiu prontamente. O presidente estadual da sigla, Sileno Guedes, descartou qualquer possibilidade de repetição do modelo de dois palanques adotado em 2006. Naquela eleição, Lula buscava a reeleição e contava, em Pernambuco, com dois ex-ministros seus na disputa pelo Governo: Humberto Costa e Eduardo Campos, que enfrentavam o candidato apoiado pelo então governador Jarbas Vasconcelos, Mendonça Filho. Para os socialistas, a unidade fortalece o projeto nacional e evita ruídos desnecessários. Afinal, o PSB é aliado histórico do PT, parceiro em sucessivas eleições presidenciais e peça-chave na sustentação política do governo no Congresso.

Mas 2026 não é 2006. Se naquele pleito Lula tinha ampla vantagem sobre Geraldo Alckmin e caminhava para uma reeleição relativamente confortável, o cenário que se desenha agora é de confronto apertado contra Flávio Bolsonaro. A polarização tende a se repetir em níveis semelhantes aos de 2022, o que transforma o Nordeste — e particularmente Pernambuco — em território estratégico. Num embate voto a voto, ampliar a capilaridade política pode ser mais decisivo do que preservar arranjos tradicionais. É aí que entra o pragmatismo.

No Palácio do Planalto, a lógica é matemática: mais palanques competitivos significam mais estruturas mobilizadas, mais prefeitos engajados e maior potencial de transferência de votos. Mesmo reconhecendo o peso histórico do PSB como aliado nacional, o PT sabe que uma disputa apertada exige flexibilidade. Se dois palanques puderem potencializar a votação de Lula em Pernambuco, o pragmatismo pode falar mais alto que a tradição. No fim das contas, a decisão passará menos pelo simbolismo das alianças e mais pela necessidade concreta de vencer uma eleição que promete ser uma das mais desafiadoras da história recente.

De coadjuvante – Criado nacionalmente por Gilberto Kassab em 2011, o PSD ganhou força em Pernambuco com o apoio do então governador Eduardo Campos, que indicou André de Paula para comandar a sigla no Estado. O partido atuou como linha auxiliar do PSB por quase uma década, garantindo mandatos e espaço político, mas perdeu protagonismo em 2022 após frustração na disputa ao Senado e ausência de chapas competitivas, ficando praticamente esvaziado em Pernambuco.

A protagonista – O cenário mudou com a filiação da governadora Raquel Lyra ao PSD, em 2025, levando cerca de 80 prefeitos e iniciando uma ampla reorganização partidária. A legenda trabalha para montar chapas robustas à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa em 2026, com meta de eleger até quatro deputados federais e até dez estaduais, movimento que pode transformar o PSD em peça central do xadrez político pernambucano.

Descartou – O ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, soltou uma nota oficial descartando qualquer possibilidade de compor a vice na chapa encabeçada por João Campos na disputa pelo governo de Pernambuco. O ministro é presidente do Republicanos e reafirmou sua intenção de disputar o Senado Federal em outubro.

Aprovada – A Câmara aprovou nesta quarta-feira (4), por 487 votos, o relatório da PEC da Segurança Pública do deputado Mendonça Filho, que endurece regras contra o crime organizado e criminosos de alta periculosidade. O texto amplia a apreensão de bens de facções, restringe benefícios penais e reforça a cooperação entre União, estados e municípios, alterando a proposta original enviada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Inocente quer saber – Existem outros deputados estaduais e federais de outras legendas a caminho do PSD?

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Postado por Edmar Lyra às 16:57 pm do dia 4 de março de 2026

Sílvio Costa Filho descarta ser vice de João Campos

Foto: Divulgação

O ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, pôs fim a rumores de que ele poderia aceitar ser vice de João Campos na disputa pelo governo de Pernambuco. Pré-candidato ao Senado Federal, Silvio é um dos principais aliados do prefeito do Recife, tendo apoiado o socialista em 2020 e 2024.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 4 de março de 2026

Coluna desta quarta-feira

Foto: Reprodução

Avaliação negativa pressiona Lula e fortalece Flávio Bolsonaro no segundo turno

A nova pesquisa do Real Time Big Data revela um dado que altera o eixo da disputa presidencial: o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é avaliado negativamente por 46% dos brasileiros, enquanto apenas 26% o classificam como positivo. Outros 27% consideram a gestão regular. Quando questionados sobre aprovação, 51% desaprovam o governo e 44% aprovam. O retrato expõe um cenário de desgaste relevante no meio do mandato e ajuda a explicar por que, apesar da liderança no primeiro turno, Lula enfrenta um horizonte mais apertado numa eventual segunda rodada.

No primeiro turno, o presidente mantém vantagem: 39% das intenções de voto contra 32% do senador Flávio Bolsonaro. A fragmentação do campo conservador favorece o petista, já que nomes como Ratinho Júnior, Romeu Zema e Ronaldo Caiado aparecem com índices menores e dispersos. Essa pulverização impede que a oposição concentre forças numa alternativa única capaz de ameaçar a dianteira lulista na largada.

O quadro muda de dimensão quando o levantamento simula o segundo turno. Num confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro, há empate técnico: 42% a 41%. A diferença mínima, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, indica que o senador herda com eficiência o eleitorado crítico ao governo. A taxa de desaprovação de 51% funciona como combustível político para a candidatura oposicionista. Flávio consolida o voto ideológico do bolsonarismo e amplia sua competitividade ao atrair segmentos que hoje se distribuem entre outras candidaturas de direita no primeiro turno.

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Postado por Edmar Lyra às 15:06 pm do dia 3 de março de 2026

Eduardo Moura é convocado para interrogatório pela polícia após injúria contra parlamentar

Foto: Divulgação

O vereador Eduardo Moura (Novo) foi intimado pela Polícia Civil na condição de investigado pela prática de injúria contra o vereador Chico Kiko (PSB). Ele terá que comparecer à Delegacia de Boa Viagem, na próxima quinta-feira (5), para passar por interrogatório. A convocação foi feita pelo delegado Mário de Oliveira Melo Júnior.

O inquérito apura a prática de crime após Moura simular um par de chifres sobre a cabeça do colega parlamentar. O caso ocorreu durante reunião plenária realizada na Câmara Municipal do Recife em 10 de fevereiro. Na ocasião, Chico Kiko se preparava para apartear um discurso quando, ao se posicionar próximo a Moura, foi vítima do gesto, transmitido ao vivo no YouTube.

Esse é o primeiro passo das investigações policiais contra o vereador do Novo. Em paralelo, Eduardo Moura também enfrenta um processo na Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, que pode resultar em sua suspensão por 120 dias ou até mesmo na cassação do mandato.

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Postado por Edmar Lyra às 12:12 pm do dia 3 de março de 2026

O senador de Bolsonaro

Foto: Divulgação

Nos bastidores do PL, há uma informação crescente. Todos reconhecem a necessidade de Flávio Bolsonaro ter um candidato majoritário em Pernambuco para potencializar seus votos no estado. Mas precisa de alguém com identificação com o ex-presidente.

Com a saída de Gilson Machado do PL, há quem defenda que o Coronel Alberto Feitosa seja o nome do PL para a disputa pelo Senado Federal. Ele obteve 146.847 votos, sendo o segundo mais votado do pleito para a Alepe em 2022. Se a estratégia se confirmar, Anderson Ferreira voltaria à Câmara dos Deputados como um dos mais votados do pleito.

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Postado por Edmar Lyra às 9:55 am do dia 3 de março de 2026

Ele não sabe diferenciar CPI e CPMI

Foto: Divulgação

Ao gravar um vídeo mentindo aos seus seguidores, o vereador Eduardo Moura fez duas fake news, a primeira foi dizer que a CPI estava instalada, quando na verdade ela apenas havia sido protocolada. Tanto é que já foi arquivada pelo presidente Romerinho Jatobá.

Ele não sabe diferenciar CPI de CPMI. Mas vamos às aulas que ele faltou: CPI é uma Comissão Parlamentar de Inquérito, que pode ser protocolada em qualquer casa legislativa. Câmara Municipal, Assembleia Legislativa, Câmara dos Deputados ou Senado.

Uma CPMI, Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, corresponde apenas ao instrumento que reúne deputados e senadores do Congresso Nacional. Então a Câmara do Recife não pode ter CPMI, apenas CPI. Aprendeu, vereador?

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Postado por Edmar Lyra às 9:40 am do dia 3 de março de 2026

Conforme antecipamos, Romerinho arquiva CPI

Foto: Divulgação

Ontem à noite, o nosso blog trouxe a informação em primeira mão de que o presidente da Câmara do Recife, vereador Romerinho Jatobá, arquivaria o pedido de CPI. Hoje, no Diário Oficial, foi publicada a decisão do presidente.

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Postado por Edmar Lyra às 9:34 am do dia 3 de março de 2026

A fake news de Eduardo Moura

Foto: Divulgação

O vereador Eduardo Moura, que se diz tão inteligente, esqueceu de um mero detalhe. Certamente em busca de caçar likes. O vereador afirmou que a CPI estava instalada, quando na verdade ela apenas havia sido protocolada, pois atingiu o número mínimo de assinaturas. Um vereador que não conhece o próprio regimento interno da Câmara virou propagador de fake news deslavada.

Na verdade atingir as assinaturas permite apenas protocolar o pedido, que cabe ao presidente da Câmara do Recife, Romerinho Jatobá, arquivar ou dar prosseguimento ao pedido. Está no regimento. Então dizer que ela foi instalada é mais uma fake news do vereador pirotecnista.

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Edmar Lyra

Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.

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