Blog Edmar Lyra

O blog da política de Pernambuco

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Postado por Edmar Lyra às 13:30 pm do dia 27 de fevereiro de 2018

MEC vai liberar recursos para escola e creche em Ipojuca

Ana Luiza Sousa

“Ipojuca será contemplado, tenham certeza. Vou priorizar Ipojuca”, declarou nesta terça-feira (27), o ministro da Educação, Mendonça Filho, ao assegurar a liberação de recursos do FNDE (Fundo Nacional  de Desenvolvimento da Educação) para a construção no município de uma escola com 12 salas e quadra poliesportiva, de uma nova creche e aquisição de mais um ônibus escolar.

A garantia foi dada em audiência no seu gabinete à prefeita Célia Sales (PTB), ao secretário de governo do município, Romero Sales, e ao senador Armando Monteiro (PTB-PE), que solicitou a reunião. A prefeita lembrou que a educação, importante para qualquer município, é absolutamente fundamental para Ipojuca, por sediar grandes empreendimentos industriais no Complexo Portuário de Suape e operar intensa atividade turística, com praias como Porto de Galinhas e Serrambi.

Armando e o ministro da Educação acertaram que irão inaugurar em Ipojuca, provavelmente no próximo mês, creche em fase final de conclusão financiada pelo FNDE. “O município é estratégico para o desenvolvimento de Pernambuco”, assinalou o senador petebista.

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Postado por Edmar Lyra às 12:54 pm do dia 27 de fevereiro de 2018

Chapa, chapinha e chapão

Por Maurício Costa Romão

Chapão

O chapão proporcional tem uma vantagem indiscutível: fica sempre com a maioria das vagas do Legislativo, devido à significativa somatória de votos do conjunto dos partidos componentes.

Por exemplo, em 2014, em Pernambuco, o chapão do PSB ficou com 18 das 25 vagas da Câmara Federal (72% das vagas), e com 26 das 49 vagas da ALEPE (53% das vagas).

Outra vantagem: o método das maiores médias privilegia as grandes votações, como são aquelas do chapão, durante o processo de partição de sobras.

Ilustrando: em Pernambuco, em 2014, o quociente partidário (QP) do chapão para deputado estadual foi de 24,901 (24 parlamentares eleitos diretamente e sobra de votos de 0,901). Na distribuição das sobras o chapão ficou com 2 das 4 vagas disputadas por média, elegendo ao final 26 deputados estaduais.

Algo semelhante ocorreu na eleição para federal. O chapão do PSB teve QP de 16,904 e ficou com as duas vagas que foram disputadas por média, terminando o pleito com 18 deputados eleitos.

Nem tudo que reluz é ouro e a desvantagem do chapão para as siglas componentes é a concentração de eleitos em poucos partidos e, principalmente, no partido-mãe: das 18 vagas ganhas pelo chapão para federal, o PSB ficou com 8, e para estadual, das 26 os socialistas abocanharam 15.

É absolutamente impróprio e, sobretudo, injusto, jogar pedras no PSB por ficar com a maior parte das vagas legislativas. Se o PSB não tivesse liderado o chapão e saísse sozinho, teria elegido 9 deputados federais, ao invés de 8, e 18 estaduais, ao invés de 15.

Por conta da mencionada concentração, é comum certo grupo de partidos do chapão servir apenas de cauda. Por exemplo, em 2014, das 15 siglas componentes do chapão para federal, 7 delas não elegeram ninguém. Para estadual foi menos: das 10 siglas aliadas somente três não tiveram assento na ALEPE.

E o óbvio ululante: a densidade eleitoral dos candidatos do chapão é sempre elevada, o que assusta os candidatos individualmente, aqueles de votações medianas.

Apenas à guisa de exemplo: a média de votos dos eleitos no chapão para federal em 2014 foi de 138.251 votos, e somente 4 candidatos dos eleitos tiveram menos de 100 mil votos (a menor votação foi de 85.053 votos).

Tirando as exuberantes votações de Dudu, Pastor Eurico e Jarbas (os valores extremos afetam a média), ainda assim, a média de votos dos eleitos foi bastante alta: 116.247 votos.

Na ALEPE, os eleitos do chapão tiveram média de 58.585 votos. Sem a votação de Adalto, a média vai para 54.573 votos. A menor votação foi de 41.140 votos.

Chapa inteligente

Na eleição de 2014 para federal em Pernambuco a chapa PSDC / PTN / PRP / PSL / PHS / PRTB pode ser chamada de chapa inteligente. Nenhum candidato tinha expectativa de votos acima de 30 mil, embora alguns esperassem mais de 20 mil votos.

Se os partidos componentes dessa chapa fossem se aliar a chapas mais fortes, serviriam apenas de cauda e muito provavelmente não elegeriam ninguém. Juntos, entretanto, tiveram 237.830 votos. Superaram o QE de 179.328 votos, elegeram um candidato com 28.585 votos e ainda entraram na disputa de sobras com 58.501 votos.

O objetivo da inteligente estratégia foi juntar as relativamente baixas votações individuais com o propósito delineado de ultrapassar o QE. Feito isso, conseguiram entrar no seleto condomínio das altas votações (a média geral dos eleitos para federal foi 127.249 votos) com candidatos com menos de 30 mil votos.

Um exemplo hipotético (não mais que isso, apenas para maior ilustração) de uma chapa inteligente: imagine a união de PV, PTN, PRTB e PSDC agora em 2018 para estadual. Nenhum candidato desses partidos tem expectativa de chegar a 30 mil votos, embora haja candidatos com boas votações.

É possível a esse conjunto, mantida a quantidade de votos conquistada em 2014, eleger um deputado com qualquer votação (por exemplo, no entorno de 20 mil votos) e ainda ficar com sobras razoáveis (36.639 votos, considerando um QE de 90 mil votos), com alguma chance de eleger outro, com votação mais baixa ainda.

Saíssem dispersos, apenas compondo alianças mais fortes, muito possivelmente não elegeriam ninguém e apenas emprestariam suas votações à eleição de outros.

Sobras

É uma ilusão pensar que a nova abertura propiciada pela reforma eleitoral de 2017 seja uma avenida aberta para partidos ou coligações com pouca musculatura de voto.

O novo regramento, de fato, permite que siglas que não alcançam o QE possam disputar sobras de voto junto com o pelotão de cima. Mas disputar sobras é uma coisa e ascender ao Parlamento é outra.

O termômetro é o QE: se a sigla ou coligação não tiver alcançado o QE, mas tenha tido uma votação que seja razoavelmente próxima dele, então há alguma chance de ganhar uma vaga (vai depender do número de vagas em disputa por média e do volume de sobras dos partidos ou coligações do pelotão de cima).

Por conta do esperado aumento da alienação eleitoral, o QE para federal deve gravitar no entorno de 170 mil votos e o estadual ao redor de 90 mil (com grande chance de ser menor). Então, partidos ou coligações circunscritos ao pelotão de baixo só devem ter expectativa de ascensão ao Legislativo se tiverem votações próximas dessas quantidades.

Sobras e chapinhas fortes

As duas ou três chapinhas fortes que estão sendo montadas para federal e estadual não alteram em nada a sistemática tradicional de distribuição de sobras, como estão dizendo por aí.

Terminada a eleição, computam-se os votos válidos totais e se acha o QE. Depois se dividem os votos válidos dos partidos ou coligações pelo QE. Têm-se os QP. A partir daí, inicia-se o processo de distribuição das sobras. Este é o caminho convencional. Nada mudou.

A única diferença agora é que a distribuição de sobras abrange todos os partidos ou coligações, incluindo os do pelotão de baixo. Com ou sem chapinha forte o processo é o mesmo. Ter uma chapinha forte não garante mais vagas por causa das sobras.

Atenção: não é incorreto dizer-se que o QE mudou, mas é preciso qualificar essa mudança. A essência é a mesma. Continua sendo uma barreira de acesso ao Legislativo, só que agora alguns partidos ou coligações podem, eventualmente, preenchidos certos requisitos, conquistar vaga parlamentar sem atingi-lo, o que era impossível antes.

Chapinhas fortes e chapinhas nem tanto

Há dois condicionantes básicos numa eleição proporcional: o QE e o número fixo de vagas no Parlamento.

O que é uma chapinha forte? É uma chapinha que tem perspectivas de ultrapassar o QE algumas vezes e conquistar bom número das vagas fixas do Parlamento (ficando menos vagas para os demais).

E como é que ela consegue este feito? Juntando siglas que têm boa densidade eleitoral.

E qual é o problema que isso causa para os demais partidos ou coligações concorrentes? O número de siglas com densidade eleitoral é relativamente pequeno e, portanto, ficam menos alternativas de votações significativas para as demais chapinhas.

Quanto mais chapinhas fortes houver, menos possibilidades de ascensão ao Legislativo têm as chapinhas de pouca musculatura eleitoral.

Chapinha forte e chapão

Duas ou três chapinhas fortes numa mesma eleição para o mesmo cargo enfraquece o chapão. A razão já foi dita: existem poucos partidos com densidade eleitoral. Para se formar duas ou três chapinhas fortes, certa quantidade deles tem que imigrar do chapão.

Um chapão com menos componentes partidários, por conta da saída de partidos com musculatura eleitoral para chapinhas fortes, afeta a todos do chapão. A votação total deste conjunto é menor e o QP diminui, por conseqüência. A votação média dos eleitos aumenta, deixando de fora candidatos com boa votação, inclusive do partido-mãe.

Chapinha forte, chapinha nem tanto e votação de candidato

Uma coligação é vista sempre por dois ângulos, do ponto de vista eleitoral. O ângulo da votação total da aliança (quantas vezes essa votação pode ultrapassar o QE?) e o ângulo da votação individual dos candidatos das siglas participantes (quem é que pode ser eleito?).

Estar no chapão ou numa chapinha forte é sempre vantajoso para os partidos componentes, como já se disse, devido à expectativa de grande votação do conjunto.

A decisão de aderir a uma chapinha ou a um chapão, entretanto, passa não só pela expectativa do total de votos da coligação (que deve ser sempre superior a que o partido almejaria se disputasse isoladamente), mas também, pelo potencial de votos dos candidatos da aliança.

A aliança funciona como se partido fora: os mais votados é que serão eleitos. Não adianta uma sigla migrar de uma potencial chapinha de pouca densidade de votos para outra considerada mais forte se suas votações individuais são de pouca expressão. Vai só servir de cauda.

O vôo solo

Coligar é uma praxe nas eleições proporcionais, urbi et orbi. No pleito de 2014, em Pernambuco, todos os deputados eleitos tanto para a ALEPE quanto para a Câmara Federal o foram por coligações.

Aliás, nas últimas 8 eleições pós redemocratização, nunca um parlamentar federal de qualquer partido foi eleito sem ser por uma coligação.

Mas isso está longe de significar impossibilidade eleitoral do vôo solo. Por exemplo, em 2014 para federal, se alçassem vôo solo, PSB, PT, PP e PMDB teriam conquistado mais vagas do que o fizerem em alianças (zero, no caso do PT).

No pleito para a ALEPE, ainda em 2014, PSB, PP, PT, PDT e PSDB teriam mais vagas do que obtiveram, se planassem em vôo solo.

E por que não voaram isoladamente? Bem, os motivos são variados, dependendo das estratégias partidárias, mas sempre pesou a expectativa de fazer mais parlamentares do que em vôo solo e, em vários casos, a questão do atrelamento à disputa majoritária.

A moeda tem dois lados. Se saíssem sozinhos em 2014 para federal, o PTB teria perdido um parlamentar e PDT, PcdoB, PSC, PSD, DEM e PHS não elegeriam ninguém.

Na ALEPE, o PR perderia uma vaga e SD, PSL, PRB, PSOL, PTC e PROS, não teriam ascendido ao Legislativo.

Em outras palavras: vôo solo não é para qualquer um (atenção: a partir de 2020 o vôo solo tem que ser para qualquer um!).

A cláusula de desempenho individual

As direções partidárias têm mais com que se preocupar do que dar atenção a essa Lei 13.165, no que tange à instituição da cláusula de desempenho individual [somente serão eleitos candidatos com votação igual ou superior a 10% do quociente eleitoral (QE)].

Primeiro, porque o sarrafo é ridiculamente baixo, apenas 10% do QE (17 mil votos para federal e 9 mil votos para estadual), o que, na prática, dificilmente atinge alguém eleito.

Segundo, porque a lei está eivada de falhas e muito vulnerável a demandas judiciais. Judicializou, ganhou.

Voto

O que ganha eleição é voto, mas uma boa estratégia eleitoral ajuda muito!
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Maurício Costa Romão é Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos. http://mauricioromao.blog.br mauricio-romao@uol.com.br

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Postado por Edmar Lyra às 11:35 am do dia 27 de fevereiro de 2018

Prefeitura do Jaboatão garante realização de cirurgias para crianças no próprio município

Matheus Britto

O prefeito do Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, anunciou, nesta segunda-feira (26), que a partir de agora, a prefeitura irá garantir a realização de cirurgias pediátricas a crianças e pré-adolescentes residentes no município, com idade entre zero e 13 anos. A decisão é inédita e foi adotada com o objetivo de assegurar que os procedimentos sejam realizados o mais rápido possível, tendo em vista que, em alguns casos, a fila de espera por cirurgias comuns e de grande demanda na rede estadual chega há quase dois anos. A partir das 8h da próxima quarta-feira (28), 14 pacientes passarão por exames pré-operatórios no Hospital Memorial Guararapes. As datas das cirurgias serão agendadas de imediato.

Todos os encaminhamentos serão feitos por pediatras da rede municipal de saúde, a partir da identificação de cada necessidade. O Hospital Memorial Guararapes, localizado no bairro de Prazeres, possui capacidade para realizar cerca de 60 procedimentos por mês. Entre as cirurgias que serão realizadas pela rede conveniada ao município estão as de hérnia inguinal, hérnia umbilical, apêndice, fimose, freio labial, cisto branquial, sinus pré-auricular, fístulas e cistos oro-maxiliares, fístula traqueosofágica adquirida, cisto sacro-cocigeo, prolapso anal, hipertrofia dos pequenos lábios, fixação do testículo na parede do escroto e cisto tireoglosso.

“Sabemos da grande demanda que existe na rede do Governo do Estado e que as crianças aguardam na fila de espera por muito tempo para fazer essas cirurgias. Essa é uma situação que muito nos preocupa, por isso, tomei a iniciativa de agilizar ao máximo a realização dos procedimentos. A Secretaria de Saúde do Jaboatão deu andamento ao processo e, agora, podemos assegurar tranquilidade às famílias, que tanto lutam pela saúde e bem-estar dos seus filhos”, afirmou o prefeito Anderson Ferreira.

Ainda de acordo com o gestor municipal, a meta é trabalhar para zerar a fila de espera nos hospitais da rede conveniada. “O Hospital Memorial Guararapes está apto a realizar uma média de 60 procedimentos cirúrgicos por mês. Vamos continuar trabalhando firme para conseguirmos, o quanto antes, acabar com a demanda espontânea gerada nos hospitais da nossa rede”, pontuou o prefeito.

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Postado por Edmar Lyra às 10:51 am do dia 27 de fevereiro de 2018

PP filia liderança de Itamaracá

Ephrem Teodoro de Macêdo, mais conhecido como F. Macêdo, é mais um filiado com musculatura divulgado pelo partido Progressistas nesta terça-feira (27). O pré-candidato a deputado estadual já foi vereador de Itamaracá. Em pouco tempo, tornou-se vice-prefeito da cidade após o afastamento do prefeito da Ilha em 2016.

“O que me trouxe ao Progressistas foi a desenvoltura do partido, força, seriedade e a forma de trabalho do líder em Pernambuco, deputado federal Eduardo da Fonte, que onde chega espalha expressões positivas no povo”, ressalta Macêdo.

O PP vem reunindo nomes fortes com o objetivo de aumentar a bancada na Assembleia Legislativa nas eleições de outubro.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 27 de fevereiro de 2018

Coluna do blog desta terça-feira

Os argumentos para a construção da chapinha de federal

O deputado federal Eduardo da Fonte, um dos idealizadores da chapinha formada por PP, PDT, PCdoB e Solidariedade, utiliza uma série de argumentos para construir uma chapinha nas eleições deste ano para deputado federal. Ele se articula no sentido de mobilizar parlamentares e convencer o governador a aceitar a formação de uma chapinha em vez de impor um chapão para deputado federal.

Puxador de votos com potencial para mais de 250 mil votos, Eduardo da Fonte estaria eleito em qualquer cenário, porém entende que com a construção da chapinha, a coligação do governador Paulo Câmara poderá eleger até 19 parlamentares, sendo até doze pelo chapão e até sete pela chapinha. Enquanto coligando de cabo a rabo, ele chegaria a 15 federais, estourando 16, sendo que os últimos se elegeriam com votações entre 90 e 95 mil votos, o que evidentemente desestimularia nomes que têm potencial de votos para 60 a 70 mil votos e que não teriam a menor chance no chapão.

Numa conta preliminar, a chapinha liderada por Eduardo poderia chegar a 850 mil votos, o que elegeria 4 diretamente e encaminharia o quinto na sobra. Enquanto o chapão poderia fazer por volta de 2,1 milhões e eleger 11 federais e um na sobra. É pertinente considerar que o décimo segundo entraria com pelo menos 100 mil votos, nada muito diferente do que no cenário que fizesse dezesseis todo mundo junto. Além disso, com a nova legislação dando direito às coligações que não atingirem o quociente eleitoral disputar as sobras, a Frente Popular estaria habilitada a disputar duas sobras, enquanto no chapão só teria chance de tentar uma sobra na conta dele.

Além de poder eleger 17 federais no pior cenário em vez de 16 no chapão, a Frente Popular seria beneficiada por ter duas coligações com candidatos disputando vagas em condição de igualdade com o entusiasmo de pedir votos para o governador Paulo Câmara, o que dificilmente ocorreria no cenário de um único chapão que corria riscos de haver uma série de desistências. A chapa que tem Augusto Coutinho, Eduardo da Fonte e Wolney Queiroz, poderia receber o reforço de Kaio Maniçoba, Marinaldo Rosendo, Eriberto Medeiros, Luciana Santos, Renildo Calheiros, Cadoca, Ninho e outros nomes com potencial de disputa, todos eles com chances reais de brigar para ter 60 a 70 mil votos e garantir a quinta vaga, além do mais eles com melhores chances poderiam ter votações ainda maiores e ampliar a possibilidade de vagas. A chapinha, na ótica de Eduardo da Fonte, é a melhor alternativa para fortalecer a reeleição do governador Paulo Câmara, que é o principal projeto da Frente Popular nas eleições deste ano.

Reforço – O vereador do Recife Davi Muniz, pré-candidato a deputado estadual pelo Patriota, ganhou mais um reforço para a sua candidatura a uma vaga na Alepe. Ele recebeu o apoio dos vereadores Ana Neri, Mano de Etiene, a suplente Cicinha e o ex-vereador Natal, todos de Bom Jardim. A expectativa é que ele possa construir uma expressiva votação no município nas eleições de outubro.

Vicência – A falta de água nas torneiras da população de Vicência motivou o deputado estadual José Humberto (PTB) a cobrar da COMPESA a regularidade no abastecimento. “Nos últimos dias fui procurado por vereadores e representantes da sociedade civil de Vicência que denunciam que os serviços prestados pela Companhia Pernambucana de Saneamento não estaria correspondendo à necessidade da população”, alertou o parlamentar.

Compromisso – O deputado federal Silvio Costa, pré-candidato a senador pelo Avante, refutou qualquer possibilidade de apoiar Mendonça Filho para governador. Ele diz que seu compromisso é com a candidatura de Armando Monteiro, que será candidato a governador e foi o único pré-candidato a se posicionar contrariamente ao impeachment de Dilma Rousseff.

Judicialização – Um advogado com experiência nesta questão partidária e eleitoral, acredita que Marília Arraes poderá judicializar a situação do PT tentando viabilizar sua candidatura ao governo. Além de ter a opção de conseguir ser candidata, ela atrapalharia a vida da Frente Popular, pois a participação do PT na conta do guia eleitoral ficaria comprometida e poderia criar um imbróglio jurídico difícil de resolver. Resta saber se Marília terá coragem para levar a tese a diante.

RÁPIDAS

Guinada – O ex-Procurador Geral de Justiça, Aguinaldo Fenelon de Barros se afastou do Procurador Geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, e já ensaia acordo com a oposição e o presidente da AMPPE, Roberto Breyner, para se lançar candidato ao cargo máximo do Ministério Público na próxima eleição. A briga promete ser grande.

Bocão – Ontem passamos a integrar o time de comentaristas do Programa do Bocão, na Rádio Clube. O programa que é sucesso de audiência em todas as regiões do estado é comandado por um dos mais conceituados radialistas de Pernambuco, Tarcisio Regueira, o Bocão. Agradeço a ele e a todos que fazem a Rádio Clube pelo espaço para falar de política.

Inocente quer saber – Raul Henry conseguirá uma liminar contra o novo pedido de dissolução do MDB de Pernambuco?

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Postado por Edmar Lyra às 13:45 pm do dia 26 de fevereiro de 2018

Empresário da educação, Rodrigo Gomes disputará vaga na Alepe pelo PSC

Com representantes de várias regiões do Estado, a chapa do PSC para a Assembleia Legislativa ganhou novo reforço. Empresário do ramo da educação, Rodrigo Gomes teve a ficha de filiação abonada pelo presidente da sigla, deputado estadual e pré-candidato ao Senado André Ferreira.

Com uma chapa forte para a Casa de Joaquim Nabuco, que tem entre os pré-candidatos o ex-deputado estadual Manoel Ferreira, o PSC também recebeu no início desta semana em seus quadros o vereador de Carpina Diogo Prado.

Com as adesões das últimas semanas, o grupo que está sendo formatado na do PSC tem potencial para eleger seis deputados estaduais.

Rodrigo Gomes traz para a disputa pela cadeira da Assembleia Legislativa a tradição política da sua família. Ele representa a terceira geração de políticos, iniciada pelo avô, Romildo Gomes, vereador do Recife por quatro mandatos e prosseguida pelo seu pai, Romildo Gomes, o ex-vereador do Recife por nove mandatos.

“Meu avô participou Câmara do Recife já em 1946. Meu pai é o maior municipalista vivo do Recife. Minha família tem mais de 60 anos na política. Agora, as famílias Ferreira e Gomes estão juntas para mostrar toda a força no Recife”, afirmou Rodrigo.

Bacharel em Direito e especialista em gestão pública, Rodrigo Gomes atua no ramo da educação, na área de ensino a distância. Filho de uma professora, ele pretende levar para a Alepe a sua experiência neste setor.

“Estamos construindo um grupo que representa não só as regiões do nosso Estado como também os segmentos da sociedade. A filiação de Rodrigo Gomes traz para a nossa chapa esse importante debate sobre educação, essencial para a redução das desigualdades no nosso País”, destacou, por sua vez, André Ferreira.

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Postado por Edmar Lyra às 12:05 pm do dia 26 de fevereiro de 2018

Silvio Costa: “Meu compromisso é com Armando”

O deputado federal Silvio Costa, pré-candidato a senador pelo Avante, negou qualquer possibilidade de apoiar a candidatura de Mendonça Filho a governador, sublinhando que seu compromisso é com o projeto de Armando Monteiro, que na ótica dele é candidatíssimo. Silvio lembra que Armando foi o único dos pré-candidatos a governador que não apoiou o impeachment de Dilma Rousseff.

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Postado por Edmar Lyra às 8:23 am do dia 26 de fevereiro de 2018

Ex-prefeito de Ribeirão confirma pré-candidatura a deputado estadual pelo PP

Convidado pelo partido Progressistas para disputar uma das vagas na Alepe, o empresário e ex-prefeito da Cidade de Ribeirão na Mata Sul, Clovis Paiva, aceitou e confirmou sua pré-candidatura a deputado estadual.

Clovis Paiva foi o vereador mais votado na história do município de Ribeirão, posteriormente saiu como candidato a prefeito se elegendo por dois mandatos com êxito. Durante sua administração, asfaltou as principais vias da cidade, reformou e ampliou todas escolas, expandiu o PSF (Programa de Saúde da Família), fez o ginásio esportivo e o portal de entrada da cidade.

“O deputado federal Eduardo da Fonte coloca emendas na grande maioria das prefeituras. Nesse novo desafio quero ser um soldado do partido e sei que juntos vamos contribuir muito ao estado de Pernambuco”, comenta Paiva.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 26 de fevereiro de 2018

Coluna do blog desta segunda-feira

Mendonça e Armando afinados para as eleições 

O ano de 2002 foi a última eleição em que Armando Monteiro Neto e Mendonça Filho dividiram o mesmo palanque, quando Mendonça foi reeleito vice-governador e Armando se reelegeu deputado federal pela União por Pernambuco. Em 2004 Armando subiu no palanque de Joaquim Francisco, Mendonça no de Cadoca na disputa pela prefeitura do Recife. No ano de 2006, Mendonça tentou a reeleição para governador, enquanto Armando ensaiou uma candidatura, recuou para apoiar Humberto Costa e se elegeu deputado federal mais votado. No segundo turno, Armando optou por apoiar Eduardo Campos, que acabou derrotando Mendonça.

As eleições seguintes, 2008, 2010, 2012, 2014 e 2016 mantiveram em lados opostos o senador e o ministro da Educação, evidenciando um distanciamento de 12 anos entre ambos. Nas eleições de 2018, porém, eles caminham para formalizar uma aliança pois seguem bastante afinados. Mendonça comanda o DEM, enquanto Armando comanda o PTB e lidera uma frente pluripartidária composta por Avante, PRB e Podemos.

Armando é lembrado para disputar o governo, Mendonça está cotado para ser candidato a vice-presidente, porém enquanto a convocação nacional não chega, é fundamental que Mendonça materialize um palanque robusto em Pernambuco. No posto de ministro da Educação, Mendonça voltou ao jogo como um ator estratégico, o mesmo se diz de Armando que tem seu nome lembrado para disputar o governo.

No levantamento da Múltipla de janeiro, Armando apareceu com 20,5% das intenções de voto, já Mendonça tem 10,5%. O que evidencia um reconhecimento do eleitor pernambucano as suas respectivas atuações políticas. No cenário que estava posto, Armando Monteiro disputaria o governo, tendo Mendonça Filho como o dono de uma das vagas ao Senado, porém não está descartada a inversão de postos na chapa majoritária, tendo Mendonça disputando o governo, com Armando buscando a reeleição para o Senado.

De acordo com uma pessoa próxima do senador, Mendonça Filho é o único nome da oposição que o petebista considera apoiar para o governo caso busque a reeleição para o Senado, e Mendonça também só considera a hipótese de apoiar Armando, descartando qualquer outro nome da oposição. Uma coalizão formada por DEM, PTB, PRB, Podemos e Avante daria ao candidato um bom tempo de televisão e ainda haveria a possibilidade de chegada de mais dois partidos, como Solidariedade e PSDB a depender de alguns fatores, e garantiria uma boa competitividade a quem encabeçasse a chapa.

Em se confirmando a aliança de Armando Monteiro e Mendonça Filho, que está se desenhando a cada dia, a candidatura deste grupo ganha muita força para polarizar a disputa com o governador Paulo Câmara, que tentará a reeleição e manter a hegemonia de doze anos do PSB em outubro.

Diálogo – O presidente Michel Temer, que é candidatíssimo a reeleição, decidiu intensificar as conversas com prefeitos de cidades importantes, governadores e grandes empresários. Ele está deixando claro que é candidato a um novo mandato, e o diálogo com atores importantes faz parte do script para tornar sua postulação mais competitiva.

Contas – Para viabilizar a chapinha, os integrantes fazem as contas: Eduardo da Fonte (250 mil), Augusto Coutinho (100 mil), Wolney Queiroz (70 mil), Marinaldo Rosendo (70 mil), Kaio Maniçoba (70 mil), Luciana Santos (70 mil), Eriberto Medeiros (80 mil), Cadoca (30 mil), Ninho (30 mil), outros mais cauda 80 mil, o que garante 850 mil votos e 4 federais e um na sobra, chegando a cinco federais sendo a melhor chapa para ser eleito em outubro.

Júnior Uchoa – Herdeiro político do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Guilherme Uchoa, o empresário Júnior Uchoa está com sua pré-candidatura nas ruas e vem ganhando importantes apoios. Recém-barrado do PDT por excesso de votos, Júnior deve ficar entre 120 e 150 mil votos.

Tonynho Rodrigues – Pré-candidato a deputado federal pelo MDB, o empresário Tonynho Rodrigues, se apoiado fortemente pelo partido, poderá surpreender e chegar ao mandato. Em Caruaru ele é bastante popular e representa a renovação na cidade e região. Ele poderá sair com pelo menos 35 mil votos de Caruaru e alcançar o restante em várias regiões do estado se fizer boas dobradinhas.

RÁPIDAS

Imparcial – Quem pensa que o vereador Romero Albuquerque (PP) irá fazer vista grossa na relatoria da Comissão de Ética da Câmara Municipal do Recife sobre o caso de Michele Colins (PP) está muito enganado. Segundo informações, o parlamentar não vai levar em conta as ligações partidárias e promete ser imparcial em seu parecer.

Parceria – O prefeito de Jaboatão dos Guarapes Anderson Ferreira e o governador Paulo Câmara cumpriram agenda do Governo Presente em Jaboatão no último sábado. Anderson e Paulo integram a Frente Popular e podem reeditar a aliança de 2014 caso André Ferreira seja candidato ao Senado na chapa do governador.

Inocente quer saber – Quando haverá a filiação de Jarbas Vasconcelos e Raul Henry ao PSD de André de Paula?

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Postado por Edmar Lyra às 15:26 pm do dia 25 de fevereiro de 2018

Paulo Câmara inicia retomada do Governo Presente com ações de cidadania em Jaboatão dos Guararapes

Aluisio Moreira

Estimular a criação de políticas públicas que dialoguem com a juventude, desenvolvendo ações que possibilitem o resgate da cidadania, a garantia dos direitos e a prevenção social da violência em territórios mais vulneráveis. Com esse ideal, o governador Paulo Câmara visitou, na manhã deste sábado (24.02), o bairro do Curado IV, no município de Jaboatão dos Guararapes, para dar início as atividades do programa Governo Presente em 2018, lançado na sexta-feira (23.02). Com ações que se estenderam durante toda a manhã na EREM Senador Aderbal Jurema, a retomada do programa foi marcada pela oferta de serviços de cidadania. A iniciativa, que é o braço social do Pacto Pela Vida, busca fortalecer as diretrizes do Plano Estadual de Segurança, proporcionando atividades voltadas para a juventude, aproximando deste público estratégias de qualificação, cultura, lazer, cidadania e tecnologia.

“Estamos hoje fazendo um grande mutirão de serviços gratuitos oferecidos ao cidadão dentro do Governo Presente. A intenção é promover cidadania, para que a população saiba que os serviços oferecidos pelo Estado estarão mais próximos delas, com mais facilidade, rapidez, atenção e com a possibilidade de se resolver tudo em apenas um dia. Uma grande ação de cidadania, que é onde o Estado busca realmente concentrar seus esforços. Isso é muito importante para garantir que cada vez mais a cidadania e a unidade estejam presentes na vida dos pernambucanos”, destacou o governador.

Paulo Câmara também ressaltou a escolha estratégica do dia em que o mutirão será realizado, possibilitando o acesso de mais pessoas aos serviços. “Realizamos os serviços em um dia de sábado, para possibilitar que mais pernambucanos sejam beneficiados pelos serviços. Essa ação que estamos fazendo hoje em Jaboatão se estenderá por todos os territórios atendidos pelo programa. Queremos que seja uma realidade para todos os municípios pernambucanos, com a participação da juventude e dos segmentos”, complementou.

Durante o mutirão foram oferecidos serviços como emissão da carteira de identidade, CPF e a segunda via das certidões de nascimento e casamento. Atendimentos de saúde como testes de DST, HIV, mamografia, glicemia e aferição de pressão também foram ofertados à população. As ações são articuladas pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ), por meio da Secretaria Executiva de Articulação Social (Seart), envolvendo parcerias entre secretarias estaduais, municipais e instituições privadas.

O prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira, ressaltou que as articulações com o Governo de Pernambuco irão favorecer, além da população, o funcionamento da máquina pública. “Jaboatão vive um momento novo, um momento no qual busca esse resgate da auto-estima e também da preocupação com os serviços básicos, que em um mutirão como esse, chega muito mais rápido. São esforços concentrados, em parceria com o Governo do Estado, que favorecem com certeza todos os municípios, a população e também o funcionamento da máquina pública”, concluiu.

Apontando a maturidade do programa, o secretário de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, Cloves Benevides, comemorou o início das ações do Governo Presente em 2018. “O mutirão é uma aposta forte de um programa que já tem tradição, maturidade, e que a cada tempo melhora as suas agendas. O governador Paulo Câmara determinou a repactuação das ações das secretarias para 2018, e nesse primeiro mutirão é visível a frequência, o atendimento às pessoas e a capacidade do governo de ouvir as demandas e construir as soluções”, frisou.

Beneficiado pelos serviços do mutirão, o ajudante de pedreiro Vinícius José de Melo, de 32 anos, falou sobre as ações de cidadania ofertadas durante o sábado. “O atendimento é bom e ajuda muito. Está sendo rápido. Eu soube do mutirão pelo boca a boca e vim conferir. Minha identidade eu havia perdido e o meu CPF ainda é do modelo antigo. Então, esse mutirão aqui facilitou a minha vida e a de muitas pessoas aqui de Jaboatão”, relatou.

GOVERNO PRESENTE – O Governo Presente é um programa de garantia de direitos e de prevenção social contra a violência, com foco na atuação em territórios mais vulneráveis do Recife, Jaboatão dos Guararapes, Caruaru e Petrolina desde 2008. Nestas localidades, o Governo de Pernambuco atua buscando a diminuição dos índices de violência levando políticas públicas e ações de cidadania. Neste ano, a iniciativa amplia as estratégias de atuação para contemplar, também, os municípios do Cabo de Santo Agostinho e do Paulista. Serão oferecidas seis mil vagas para oficinas culturais, artísticas e de profissionalização gratuitas, que serão distribuídas em todos os 50 territórios de atuação atendidos pelo Governo Presente.

Acompanharam o governador durante a agenda deste sábado os secretários Nilton Mota (Casa Civil), Antônio de Pádua (Defesa Social), Iran Costa (Saúde), Pedro Eurico (Justiça e Direitos Humanos), Fred Amancio (Educação), Márcio Stefanni (Planejamento e Gestão), Ruy Bezerra (Controladoria Geral) e o presidente da Compesa, Roberto Tavares.

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Edmar Lyra

Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.

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