Blog Edmar Lyra

O blog da política de Pernambuco

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 21 de janeiro de 2026

Coluna desta quarta-feira

Foto: Divulgação

PSD de Raquel Lyra se organiza para formar bancada expressiva em Brasília

O PSD de Pernambuco, comandado politicamente pela governadora Raquel Lyra, avança de forma consistente na construção de um projeto eleitoral robusto para 2026, com o objetivo declarado de formar uma bancada expressiva na Câmara dos Deputados. O partido já alcançou a marca de 74 prefeitos, número que reforça a capilaridade da legenda no estado e dá musculatura política à estratégia traçada pelo Palácio do Campo das Princesas.

Na montagem da chapa federal, dois nomes já estão garantidos na disputa: o deputado federal Fernando Monteiro, que permanece no partido, e Daniel Coelho, que será candidato tentando retornar à Câmara após quatro anos fora do mandato. Também são aguardadas as filiações de Guilherme Uchôa Júnior e Mendonça Filho, ambos com histórico eleitoral consolidado, além de lideranças estaduais com potencial de voto, como Socorro Pimentel e Izaias Régis.

Um dos movimentos mais aguardados nos bastidores é a possível chegada do deputado federal Waldemar Oliveira. Caso opte pelo PSD, ele chegaria “sentando na janela”, com amplas chances de se tornar o mais votado da legenda. Com mais de 140 mil votos na última eleição, Waldemar hoje tenta estruturar o Avante para eleger dois federais, mas, se migrar para o PSD, tende naturalmente a assumir o papel de puxador da chapa, elevando o patamar eleitoral do partido. [Ler mais …]

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 20 de janeiro de 2026

Coluna desta terça-feira

Foto: Alexandre Schneider

A soma da oposição, o erro dos institutos e o jogo aberto de 2026

Em 2022, muitos institutos de pesquisa mostraram vantagens amplas de Lula tanto no primeiro quanto no segundo turno, gerando uma percepção de que a disputa seria menos apertada do que acabou sendo nas urnas. As médias das pesquisas antes da votação sugeriam diferenças superiores a 7 pontos no primeiro turno e 3 a 8 pontos no segundo turno em cenários simulados, enquanto o resultado oficial ficou bem mais próximo, com Lula vencendo por cerca de 5,2 pontos no primeiro turno e cerca de 1,8 ponto no segundo turno. Isso expôs limitações nos modelos de pesquisa na captura de dinâmica de indecisos, rejeições e mudanças de última hora — um alerta claro de que tentativas de “prever” eleições com margens amplas podem iludir tanto analistas quanto eleitores.

Quatro anos depois, as pesquisas mais recentes da Genial/Quaest apontam novamente Lula como líder isolado do primeiro turno em 2026, com cerca de 36% das intenções de voto contra aproximadamente 23% de Flávio Bolsonaro, segundo o levantamento de janeiro.  Esses números, no entanto, não resumem todo o quadro: ao somar os percentuais de outras candidaturas de oposição — como Tarcísio de Freitas, Ratinho Júnior e outros — a coalizão fora do PT pode ultrapassar em conjunto os índices de Lula no primeiro turno, sugerindo que sua liderança isolada não representa necessariamente uma maioria consolidada. Tal fragmentação eleitoral é típica em sistemas pluripartidários e reflete tanto a dificuldade de transferir votos de forma homogênea quanto a resistência de parte do eleitorado em se agrupar em torno de um único nome opositor. [Ler mais …]

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 19 de janeiro de 2026

Coluna desta segunda-feira

Foto: Divulgação

Humberto Costa sinaliza aliança do PT com o PSB para 2026

Neste domingo (18), o senador Humberto Costa (PT) concedeu uma entrevista exclusiva ao Blog do Silvinho, oferecendo uma análise detalhada do cenário político nacional e estadual e sinalizando a estratégia do PT para 2026. Pré-candidato à reeleição ao Senado, Humberto destacou que, apesar dos conflitos institucionais do ano passado, o ano eleitoral tende a ser positivo, reforçando o capital político do presidente Lula e de seu partido. Entre os avanços destacados pelo senador, estão a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, o programa Gás do Povo e a ampliação da tarifa social de energia elétrica — medidas que, segundo Humberto, devem impactar diretamente na percepção da população sobre a gestão federal.

No plano estadual, Humberto Costa foi enfático ao sinalizar que o PT deverá marchar com o PSB na disputa pelo Governo de Pernambuco. O senador explicou que o prefeito do Recife, João Campos (PSB), é o único candidato que já manifestou apoio declarado à candidatura de Lula, condição considerada pelo PT como essencial para formalizar qualquer aliança. “João Campos é o único dos candidatos que já afirmou que apoiará o presidente Lula em 2026”, afirmou Humberto. Por outro lado, a governadora Raquel Lyra (PSD), embora tenha evoluído na gestão administrativa, ainda apresenta lacunas na articulação política, o que, na visão do senador, limita a possibilidade de um palanque duplo. A decisão final, reforçou, dependerá exclusivamente do presidente Lula, destacando o caráter centralizado das decisões do partido em relação às alianças. [Ler mais …]

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Postado por Edmar Lyra às 10:54 am do dia 17 de janeiro de 2026

João Pessoa sedia o 10º Congresso Nacional de Agentes Públicos e Políticos entre 28 e 31 de janeiro

João Pessoa (PB) será palco, entre os dias 28 e 31 de janeiro, do 10º Congresso Nacional de Agentes Públicos e Políticos, promovido pelo Aprender e Capacitar Brasil. O evento acontece no Hotel Litoral, reunindo autoridades, especialistas e profissionais do setor público de várias regiões do país para quatro dias de debates, formação e troca de experiências.

Consolidado como um dos principais fóruns nacionais voltados à qualificação de agentes públicos e lideranças políticas, o congresso chega à sua décima edição com uma programação voltada a temas como gestão pública, direito, controle institucional, políticas públicas e comunicação estratégica no setor público.

Entre os palestrantes já confirmados estão nomes de destaque do cenário jurídico e político nacional. Participa do evento o desembargador Ricardo Paes Barreto, ex-presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), referência no meio jurídico brasileiro. Também está confirmada a presença do deputado estadual João de Nadegi, além de Aguinaldo Fenelon, ex-procurador-geral de Justiça e uma das vozes mais respeitadas do Ministério Público.

A programação contará ainda com outros convidados de relevância nacional, reforçando o caráter plural e técnico do congresso, que se propõe a discutir os desafios contemporâneos da administração pública e do exercício da atividade política com foco em legalidade, eficiência e inovação.

O 10º Congresso Nacional de Agentes Públicos e Políticos reafirma o compromisso do Aprender e Capacitar com a formação continuada e o fortalecimento institucional, colocando João Pessoa no centro do debate nacional sobre o aprimoramento da gestão pública brasileira.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 17 de janeiro de 2026

Coluna deste sábado

Foto: Reprodução

Quaest inaugura o ano eleitoral com alertas para Lula e dilemas estratégicos da oposição

A primeira pesquisa Quaest do ano eleitoral funciona como um termômetro antecipado de uma disputa que, embora ainda distante do calendário formal, já começa a se desenhar com nitidez. Os números indicam um cenário paradoxal para o presidente Lula: ele lidera todos os cenários de primeiro e segundo turno testados, mas enfrenta um ambiente de desgaste contínuo. A avaliação do governo permanece em empate técnico, com leve desvantagem na desaprovação, e a maioria dos entrevistados — 56% — afirma que o petista não merece um novo mandato. O dado mais sensível para o Planalto, porém, está entre os eleitores independentes, onde a rejeição cresceu e passou a superar com folga a aprovação, um sinal de alerta para quem depende desse segmento para vencer eleições competitivas.

Ainda assim, do ponto de vista estritamente eleitoral, Lula segue em posição confortável. Seus percentuais oscilam entre 35% e 40% no primeiro turno e ele venceria todos os adversários no segundo, ainda que com margens menores do que no fim de 2025. A pesquisa sugere que a força do presidente não está necessariamente na empolgação popular, mas na fragmentação da oposição e na permanência de uma rejeição relevante à família Bolsonaro. O temor de um retorno bolsonarista continua sendo um ativo político importante para Lula, sobretudo se o adversário final carregar o sobrenome Bolsonaro, cenário em que a maioria dos eleitores acredita que o presidente seria reeleito.

Do lado oposicionista, o levantamento revela uma mudança relevante: Flávio Bolsonaro emerge como o principal nome da direita no primeiro turno, consolidando-se em segundo lugar em quase todos os cenários. Mais do que herdar votos do bolsonarismo tradicional, ele passa a avançar sobre a chamada direita não bolsonarista, o que explica sua arrancada recente. A percepção de que sua candidatura “é para valer” também cresce, assim como a avaliação de que Jair Bolsonaro acertou ao indicá-lo. Ainda assim, Flávio carrega o maior índice de rejeição entre os opositores, apesar de ter conseguido reduzi-lo, o que limita sua competitividade em um segundo turno.

Nesse contexto, Tarcísio de Freitas aparece como o nome mais competitivo contra Lula numa eventual rodada final. A diferença entre os dois caiu significativamente, e entre eleitores independentes o governador de São Paulo já aparece tecnicamente à frente. A pesquisa reforça a leitura de que um candidato de direita fora da família Bolsonaro tornaria a disputa mais equilibrada. O dilema da oposição, portanto, está posto: insistir em um nome que mobiliza fortemente sua base, mas amplia rejeições, ou apostar em um perfil menos polarizador, capaz de disputar o eleitorado do meio. A resposta a essa equação pode definir não apenas o tom da campanha, mas o próprio desfecho da eleição.

Terceira eleição – Apesar de terem se enfrentado somente em 2022, com vitória para Lula por uma ínfima margem, Lula e Jair Bolsonaro serão protagonistas pela terceira vez em 2026, antes eles protagonizaram também 2018. A primeira foi vencida por Bolsonaro, a segunda por Lula. Agora, a disputa favorece Lula que está na máquina, mas Bolsonaro mostra resiliência e capacidade de transferência de voto, como seu antagonista em 2018.

Rejeição caindo – O senador Flávio Bolsonaro viu sua rejeição cair em cinco pontos percentuais, baixando de 60% para 55%, Lula por sua vez tem 54% de rejeição. Se continuar reduzindo a rejeição, Flávio poderá ser mais competitivo do que os analistas estão apontando.

Eleitor chave – A bem da verdade é que o Brasil está dividido entre lulistas e bolsonaristas. Com grandes chances de ambos terem um piso de 45% dos votos válidos no segundo turno. Existe um eleitor de centro que foi determinante para que Lula atingisse 50,9% e derrotasse Jair Bolsonaro. Passados quatro anos, será que esse eleitor seguirá optando por Lula após sua volta ao Planalto?

Inocente quer saber – Na polarização entre Lula e Bolsonaro que dura três eleições, quem levará a melhor?

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 16 de janeiro de 2026

Coluna desta sexta-feira

Foto: Divulgação

Carlos Neves assume o TCE-PE com discurso de protagonismo institucional

A posse do conselheiro Carlos Neves na presidência do Tribunal de Contas de Pernambuco, nesta quinta-feira (15), extrapolou o rito formal e assumiu contornos de afirmação institucional. O auditório do Recife Expo Center, lotado por autoridades dos três Poderes, representantes de Tribunais de Contas de todo o país, servidores e convidados, foi o cenário de um gesto político claro: o TCE-PE quer se reafirmar como ator central no debate sobre a qualidade da gestão pública. A presença plural reforçou a ideia de equilíbrio entre independência e diálogo, num momento em que os órgãos de controle são cada vez mais chamados a arbitrar conflitos sensíveis entre legalidade, eficiência e interesse público.

Coube ao ex-presidente Valdecir Pascoal abrir a sessão e, mais do que saudar o sucessor, desenhar o perfil do novo comando. Ao definir Carlos Neves como um técnico preparado e um homem público atento ao peso simbólico das instituições, Pascoal projetou o alcance da escolha para além das fronteiras de Pernambuco. Ao afirmar que a estatura institucional do novo presidente “transcende o Estado”, o conselheiro emoldurou a gestão que se inicia como parte de uma mudança mais ampla no controle externo brasileiro, baseada menos no embate [Ler mais …]

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Postado por Edmar Lyra às 10:16 am do dia 15 de janeiro de 2026

O caminho mais curto

Foto: Divulgação

Em que pese esse movimento de aproximação de Miguel Coelho com a governadora Raquel Lyra, há alguns obstáculos a serem vencidos. Um deles é o de que precisa convencer a governadora a entregar duas vagas da majoritária à federação, mas este movimento é mais fácil, por exemplo, do que levar a federação para João Campos, onde a vaga de Senado, se fosse ofertada seria a Eduardo da Fonte e não a Miguel. E havia apenas uma vaga em jogo, uma vez que Humberto Costa é nome natural à reeleição.

A federação, com Raquel Lyra, tem envergadura para reivindicar duas vagas na chapa majoritária, algo que não teria com João Campos. O grande nó do projeto de Miguel Coelho é convencer Eduardo da Fonte de que os dois poderão ser indicados para a Câmara Alta na chapa da governadora.

Há uma segunda opção, que seria a federação ficar com a vice e com o Senado. Mas pra isso Raquel Lyra teria que trocar Priscila Krause, hoje filiada ao PSD. O vice de Raquel tem grandes chances de ser governador, o que naturalmente faz com que a vaga seja mais interessante do que a de João Campos, uma vez que a vaga de vice na chapa governista seria inexorável governador em 2030, com João poderia ser ou não, só seria em caso de projeto presidencial. No caso de Raquel, é provável que reeleita ela tente pelo menos o Senado e com isso renunciaria. João Campos, por sua vez, poderia trocar o vice numa eventual reeleição.

Em linhas gerais, Miguel Coelho ser vice de Raquel Lyra seria o caminho mais curto para o clã de Petrolina chegar ao tão sonhado Palácio do Campo das Princesas. Mas para isso tem alguns obstáculos: Priscila, Eduardo e a própria Raquel. Resta saber se o cálculo está sendo feito corretamente pelo clã de Petrolina.

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Postado por Edmar Lyra às 8:25 am do dia 15 de janeiro de 2026

“União Brasil também apoiou João em 2024”

Foto: Divulgação

Insatisfeitos com a avaliação do PSB de que Simão Durando só venceu no primeiro turno porque João Campos retirou a candidatura de Lucas Ramos, integrantes do União Brasil criticam uma amnésia seletiva de aliados do prefeito. Na avaliação de um membro do partido em reserva, o União Brasil também apoiou a reeleição de João Campos, levando o maior tempo de televisão da coligação após o PT, o que foi fundamental para que João fosse reeleito com 78% dos votos válidos.

Este mesmo integrante considera que o PSB está sendo negligente com o União Brasil, priorizando a montagem das chapas proporcionais do PSB e do MDB, e colocando o partido na última prateleira. E prossegue avaliando a importância da federação União Progressista para consolidar o tempo de televisão de João Campos, que se ficar com o socialista, ele ficará com mais de 60% do tempo de televisão, e caso a federação migre para o projeto de Raquel Lyra, eles terão tempos idênticos.

“Não há rompimento com João Campos, mas o União Brasil terá que ser considerado na construção de 2026”, afirmou o integrante da legenda em reserva.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 15 de janeiro de 2026

Coluna desta quinta-feira

Foto: Divulgação

PSB fica na bronca com Miguel Coelho

A relação entre as famílias Coelho e Campos sempre foi marcada por aproximações estratégicas e rupturas calculadas. O ciclo político inaugurado com a vitória de Eduardo Campos em 2006 teve em Fernando Bezerra Coelho um de seus principais arquitetos. Prefeito de Petrolina à época, Fernando foi peça-chave na construção do projeto socialista e, já em 2007, ocupou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, além de indicar Geraldo Júlio para o Planejamento e Gestão, dando início a uma engrenagem que moldaria o PSB por mais de uma década.

Em 2011, Eduardo levou Fernando para o Ministério da Integração Nacional e reposicionou Geraldo Júlio no comando do Desenvolvimento Econômico. Na eleição de 2012, Fernando chegou a ensaiar candidatura à Prefeitura do Recife, transferindo inclusive o título eleitoral, mas acabou preterido pela escolha de Geraldo, que venceu no primeiro turno. Dois anos depois, na sucessão estadual, Eduardo voltou a surpreender ao optar por Paulo Câmara, deixando de fora tanto João Lyra Neto quanto Fernando Bezerra Coelho. A decisão abriu fissuras duradouras e marcou um período de relações instáveis entre o PSB e o grupo de Petrolina — ainda que Miguel Coelho tenha iniciado sua trajetória eleitoral pelo partido, elegendo-se deputado estadual em 2014 e prefeito em 2016. [Ler mais …]

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 14 de janeiro de 2026

Coluna desta quarta-feira

Foto: Divulgação

A chapa da Frente Popular 

Os últimos acontecimentos praticamente consolidaram a chapa que será apresentada pela Frente Popular em fevereiro, ao menos é o que dizem os aliados de João Campos. O movimento teria o prefeito do Recife como pré-candidato a governador, uma vez que os aliados dizem que não há mais nenhuma possibilidade de reviravolta, pois ele deixou avançar demais o projeto.

Na vaga de vice, a deputada federal Iza Arruda seria indicada a fim de uma dupla contemplação: a presença feminina na chapa majoritária e a presença do MDB, partido que detém significativo tempo de televisão. Enquanto para o Senado, João Campos teria Humberto Costa e Silvio Costa Filho como companheiros de chapa.

A ideia seria delimitar o time de Lula em Pernambuco, que teria Marília Arraes candidata a deputada federal pela Frente Popular. Esse movimento tende a se concretizar, pois os principais partidos da Frente Popular estariam contemplados e teria um claro alinhamento com o projeto do presidente Lula. [Ler mais …]

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Edmar Lyra

Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.

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