
Apesar de não ter emplacado o conselheiro do TCE, cujo nome da sua preferência era o deputado estadual Joaquim Lira, a governadora Raquel Lyra não considerou de todo ruim o resultado. O Palácio já avaliava ser difícil reverter a condição de favorito de Rodrigo Novaes que foi impulsionado pelo prestígio do presidente Álvaro Porto. Mas atingir dezoito votos foi considerado um pontapé inicial para montar sua base parlamentar. Porém, o grande movimento foi o aceno à federação composta por PT/PV e PCdoB, que possui sete deputados estaduais e três deputados federais. Caso Joaquim fosse eleito, o herdeiro da sua vaga era Odacy Amorim, aumentando a bancada do PT para cinco deputados estaduais.
A governadora tem mantido diálogo permanente com o governo federal, e entende ser fundamental a boa relação com Lula, prova disso tem sido a presença constante de ministros em Pernambuco. Contando com PL, Patriota e PP em sua base, Raquel teria, em tese, 14 deputados, mais os três do PSDB, seriam dezessete, se atrai a federação, atinge 24 parlamentares em sua base. [Ler mais …]
















