Blog Edmar Lyra

O blog da política de Pernambuco

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Postado por Edmar Lyra às 9:56 am do dia 1 de março de 2026

Dança das cadeiras na bancada federal

Foto: Agência Câmara de Notícias

Da bancada de deputados federais atualmente composta por cinco do PSB, quatro do PL, três do PP, três do União Brasil, dois do Republicanos, um do PV, do PT, do PCdoB, uma do MDB, um da Rede Sustentabilidade, um do PSD, um do Avante e uma do Solidariedade, há mudanças em curso que irão reconfigurar o desenho das bancadas na Câmara dos Deputados com a abertura da janela na terça-feira.

Com os movimentos esperados, o PSB deverá permanecer como a maior bancada com seis deputados federais, seguido do PP e do PSD com quatro cada um, PL e Republicanos ficariam com dois cada, e Podemos, Rede, PT, PV, PCdoB, PRD e União Brasil ficariam com um parlamentar, cada.

PSB

Maria Arraes (sai do Solidariedade)

Iza Arruda (sai do MDB)

Felipe Carreras

Pedro Campos

Lucas Ramos

Eriberto Medeiros

PP

Fernando Rodolfo (sai do PL)

Eduardo da Fonte

Lula da Fonte

Clarissa Tércio

PSD

Mendonça Filho (sai do União Brasil)

Guilherme Uchôa Júnior (sai do PSB)

Fernando Monteiro

Waldemar Oliveira (filiado ao Avante, se sair vai para o PSD).

PL

André Ferreira

Coronel Meira

Republicanos

Augusto Coutinho

Silvio Costa Filho

Podemos

Pastor Eurico (pode sair do PL)

PRD

Luciano Bivar (sai do União Brasil)

União Brasil 

Fernando Filho

PV

Clodoaldo Magalhães

PT

Carlos Veras

PCdoB

Renildo Calheiros

Rede Sustentabilidade 

Tulio Gadelha (pode ir para o PDT e PT ou permanecer).

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Postado por Edmar Lyra às 9:36 am do dia 1 de março de 2026

Gleide Ângelo pode trocar PSB pelo PP

Foto: Divulgação

A deputada estadual Gleide Angelo, que em 2018 foi a mais votada da história de Pernambuco com mais de 400 mil votos, poderá deixar o PSB, sigla em que conquistou dois mandatos na Alepe. Seu destino poderá ser o PP, do deputado federal Eduardo da Fonte, que foi o grande idealizador de sua pré-candidatura à época, mas ela acabou optando pelo PSB.

Uma fonte ouvida pelo blog afirmou que Gleide tem se aproximado da governadora Raquel Lyra e por isso deverá buscar uma legenda de centro, o que lhe deixaria mais à vontade com um governo de quem for vitorioso em outubro.

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Postado por Edmar Lyra às 9:29 am do dia 1 de março de 2026

Janela partidária levará PP a conquistar maior bancada na Alepe, seguido do PSD de Raquel Lyra e do PSB de João Campos

Foto: Jarbas Araújo/Alepe

Por Terezinha Nunes

Na próxima terça-feira, dia 03 de março, começa, oficialmente, o calendário eleitoral deste ano com o início da janela partidária, período que vai até o dia 03 de abril e no qual os pré-candidatos a cargos proporcionais que estão no exercício do mandato, poderão mudar de legenda sem sofrer punições. Na Assembleia Legislativa, desde o início do ano, todos os 49 deputados fazem contas e análises estratégicas para definir se vão permanecer a legenda atual ou migrar para outro partido ou Federação (união de partidos) para terem mais condições de disputar a reeleição.

Nesse período se discute mais no Legislativo os mandatos proporcionais do que os majoritários, embora a eleição deste ano prometa ser acirrada em torno da conquista do governo do estado tendo como principais nomes a governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito João Campos (PSB). “Tem deputado que está com o nome na lista de, pelo menos, três legendas”- conta um deputado veterano referindo-se a alguns casos de parlamentares que estão exercendo o primeiro mandato ou que se sentem inseguros na legenda atual pela alta concorrência de nomes tarimbados.

Quem mais ganha e quem mais perde

Mas como está chegando a hora H – os deputados Dani Portela, do PSOL, que vai para o PT e Renato Antunes, do PL, que vai para o Novo, serão dos primeiros a trocar de camisa – já é possível fazer uma previsão de como vai ficar a correlação de forças partidárias no legislativo a partir do dia 03 de abril.

Todos os deputados concordam que o PP, do deputado federal Eduardo da Fonte, terá três novos deputados ( dois deles do PSB) e será o partido de maior representação legislativa, desbancando o PSB que elegeu 14 deputados em 2022 e vai ficar com uma bancada de no máximo 9 deputados podendo baixar para 7 se Diogo Moraes permanecer no PSDB e Waldemar Borges migrar, como está previsto, para o PCdoB.

Já o PSD, da governadora Raquel Lyra, terá entre 6 a 8 deputados. Outro partido novo na Alepe que é da base da governadora, o Podemos, terá entre 4 a 6 deputados. O PT ficará com 4 parlamentares, o PV com os 3 que tem e o PCdoB com 1 a 2 a depender de Waldemar Borges. O PSDB, do presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto, ainda é uma incógnita. No momento tem o próprio Álvaro e Diogo Moraes, que pode voltar ao PSB mas estuda uma aliança com o PRD que daria ao grupo mais um parlamentar, o ex-prefeito de Paulista, Junior Matuto. Também pode ganhar o deputado Mário Ricardo, que está deixando o Republicanos.

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Republicanos desaparece

O União Brasil, do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, só ficará com um deputado dos quatro que elegeu em 2022, por sinal o irmão de Miguel, Antonio Coelho. O PSOL vai perder a única vaga que tinha com a ida de Dani Portela para o PT e o Partido Novo, até agora sem representação parlamentar, contará com o deputado Renato Antunes que vai deixar o PL. Aliás o PL começou a atual legislatura com 5 deputados e vai ficar com apenas três: Alberto Feitosa, Abimael Santos e Nino de Enoque.

Já o partido Republicanos, do ministro Sílvio Costa Filho, está para perder os dois deputados que tem: Mário Ricardo e William Brígido. O primeiro que sempre fez parte da base da governadora negocia filiação ao PSD e Mário está no bloco do deputado Álvaro Porto que pode permanecer no PSDB, acoplando os pré-candidatos do PRD

Como fica a governadora?

Alguns deputados vão esperar por uma definição mais para a frente. Entre eles está Jarbas Filho, do MDB. Como a legenda enfrenta uma batalha judicial que pode inviabilizar a formação de chapas proporcionais ele vem sendo cobiçado pelo PSD e PV mas tem dito que vai esperar o MDB. Outro é Joel da Harpa que já conversou com vários partidos e o mais provável, pelo que este blog apurou, é que saia do PL e se filie ao Podemos. Edson Vieira, do União Brasil, já posou até para fotos com a futura bancada do Podemos mas ainda não bateu o martelo.

Nesse emaranhado de trocas, como ficará a governadora Raquel Lyra na Alepe após 3 de abril? Embora seu partido, o PSD, não vá ter o crescimento que o Palácio desejava isso se deve, segundo um dos assessores da Casa Civil, ao fato de o Governo ter respeitado as legendas antigas ou novas que lhe são fiéis como o PP e o Podemos que tiveram carta branca para se movimentar e vão continuar dando sustentação ao Executivo no plenário onde a governadora tem maioria.

O Palácio pretende continuar também com um bom relacionamento com a federação PT/PV/PCdoB. No momento os deputados do PT continuam dispostos a não criar problema para ela na Alepe, o PV, comandando pelo deputado federal Clodoaldo Magalhães também vai se manter fiel e só há duvida sobre o PCdoB sobretudo se ganhar o deputado Waldemar Borges que faz oposição à governadora na Assembleia. Mesmo assim no colegiado como um todo os governistas são maioria.

Embora ainda possam ocorrer alterações mostramos abaixo as prováveis composições dos vários partidos na Alepe após a janela partidária.

  • PP – Antonio Moraes, Kaio Maniçoba, Adalto Santos, Cleiton Collins, Henrique Filho, Pastor Junior Tércio, Claudiano Martins, Jefferson Timóteo, Romero Sales (vai sair do União Brasil) e France Hacker e Dannilo Godoy (estão deixando o PSB).
  • PSD – Débora Almeida e Izaías Regis (estão deixando o PSDB), Socorro Pimentel ( vai deixar o União Brasil), Joãozinho Tenório (vai sair do PRD), Aglailson Victor (está deixando o PSB), William Brígido ( está saindo do Republicanos), Jarbas Filho ( ainda aguarda definição do MDB e também recebeu convite do PV ) e Jefferson Timóteo (deve deixar o PP).
  • PSB – Gleide Ângelo, Eriberto Filho, Francismar Pontes, Simone Santana, Romero Albuquerque (está deixando o União Brasil), Sileno Guedes, Rodrigo Farias. Pendentes os deputados Diogo Moraes (está no PSDB) e Waldemar Borges (está no MDB mas pode ir para o PCdoB).
  • Podemos – Gustavo Gouveia, Luciano Duque, Wanderson Florêncio e Fabrizio Ferraz. Edson Vieira e Joel da Harpa estão pendentes.
  • PT – João Paulo Silva, Doriel Barros, Dani Portela e Rosa Amorim
  • PV – João de Nadegi, Joaquim Lira e Gilmar Junior. Jarbas Filho está pendente
  • PCdoB – João Paulo Costa. Waldemar Borges está pendente.
  • PSDB – Álvaro Porto, Diogo Moraes (pendente) e Mário Ricardo
  • PL – Alberto Feitosa, Abimael Santos e Nino de Enoque. Joel da Harpa (pendente)
  • PRD – Junior Matuto (ex-PSB)
  • União Brasil – Antonio Coelho. Edson Vieira (pendente)
  • Partido Novo – Renato Antunes

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Postado por Edmar Lyra às 18:38 pm do dia 28 de fevereiro de 2026

Álvaro Porto defende o nome de Marília Arraes na chapa de João Campos

Foto: Divulgação

O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto, defendeu o nome de Marília Arraes para compor a chapa majoritária encabeçada por João Campos na disputa ao Governo do Estado. Para o parlamentar, a presença de Marília como candidata ao Senado fortalece o projeto político e amplia o diálogo com diferentes regiões de Pernambuco.

A movimentação ocorre após Marília reafirmar sua decisão de disputar uma vaga na Casa Alta, respaldada pelo desempenho consistente nas pesquisas de intenção de voto realizadas desde o ano passado.

Neste sábado, Marília participou, ao lado de Porto, de uma série de agendas no município de Canhotinho, administrado pela prefeita Sandra Paes, reforçando a articulação política no Agreste. Também estiveram presentes o prefeito de Lajedo, Erivaldo Chagas; o prefeito de São Caetano e presidente estadual do PRD, Josafá Almeida; e os ex-prefeitos de Capoeiras, Nenê e Neide Reino.

“Estamos tratando de um projeto coletivo, que precisa reunir forças e construir convergência. Pernambuco precisa de união e de nomes que agreguem experiência, representatividade e capacidade de diálogo. Marília reúne essas credenciais e pode contribuir muito numa chapa majoritária forte e competitiva”, afirmou Álvaro Porto.

Marília destacou a importância da construção conjunta. “Nosso compromisso é com Pernambuco. Sempre defendi a política como instrumento de união e trabalho. Fico honrada em ter meu nome lembrado como parte de um projeto maior, que dialogue com o sentimento da população e fortaleça o estado”, declarou.

Principal liderança do Agreste Meridional, Álvaro Porto avaliou que a composição com Marília amplia a capilaridade do projeto político. “Ela tem presença na capital e no interior, diálogo com diferentes segmentos e experiência no Legislativo. É um nome que soma e que pode fortalecer ainda mais a chapa”, pontuou.

Pré-candidato a deputado federal, Gabriel Porto também ressaltou o potencial da composição. “Marília demonstra forte conexão com o eleitorado e capacidade de agregar. Uma chapa unida e equilibrada é fundamental para ampliar a base e consolidar um projeto vencedor”, afirmou.

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Postado por Edmar Lyra às 17:17 pm do dia 28 de fevereiro de 2026

O que é Fake News?

Foto: Divulgação

O vereador Eduardo Moura não gostou da informação que foi publicada, de que nos bastidores da Casa de José Mariano, os vereadores davam como certa a cassação do seu mandato, e que se isso viesse a ocorrer, ele ficaria inelegível. Um caso análogo foi o do deputado federal Glauber Braga, que por ter agredido uma pessoa em plenário, seria cassado pelos pares. Um acordo na Câmara dos Deputados fez com que ele sofresse apenas uma suspensão, mas se prosperasse a cassação, Glauber ficaria inelegível por oito anos. É o que diz a Lei, não é invenção nem Fake News.

Quando tomei conhecimento da informação, não acreditei, apenas achei que haveria apenas a cassação, mas depois vi que realmente se houvesse a cassação ele imediatamente ficaria inelegível. Advogados entraram em contato comigo, alguns dizendo que seria automática e ele não reverteria, outros disseram que seria uma decisão desproporcional e facilmente seria revertida na justiça.

Por diversas vezes citei a força eleitoral de Eduardo Moura, que considero um excelente candidato a deputado federal, podendo ser um dos mais votados da disputa de 2026. Recentemente divulgamos uma pesquisa em que ele aparece com cinco pontos para governador, e todas as matérias que citei em que ele poderia ser um dos mais votados, ele nunca me acusou de Fake News. Mas a bem da verdade é que não tenho como provar que ele será um dos mais votados, apenas percepção de quem acompanha a política.

O mesmo acontece com a informação que divulguei ontem. Há um claro desconforto da Câmara Municipal com a atuação do vereador, que é o maior fenômeno da política pernambucana desde sua chegada à Câmara do Recife. Ele deu um motivo, que foi a brincadeira com o vereador Chico Kiko. Por mais que ache que a cassação é algo desproporcional ao fato, o plenário é soberano. Se porventura o caso dele for ao plenário, são grandes as chances de seu mandato ser cassado.

No vídeo que ele publicou, ele faz uma ameaça velada aos seus colegas, que se o que informei prosperar, ele disse estar pronto para enfrentar o sistema. O que mostra que ele está sendo contraditório. Se a minha informação é mentirosa, por quê ele diz que o sistema vai partir pra cima dele?

Mantenho a informação de que a Câmara se prepara para dar algum tipo de sanção a ele, não só a ele como a outros dois vereadores. E que a cassação é sim considerada pelos pares. Não precisa de documento nem processo pra isso. Ele como vereador sabe bem disso, que basta tomarem a decisão que a situação avança em dois tempos.

De público afirmo que acho desproporcional a a sua cassação, até porque numa democracia é justo que tenhamos o contraditório. Mas ele preferiu atacar o portador da informação em vez de agradecer por tomar conhecimento do que estava em curso contra ele.

Se quiser me processar, Eduardo Moura, vá em frente. Você vai ficar conhecido como o jornalista que gosta de cercear a livre manifestação da imprensa. Mas reitero, que em nenhum momento atentei contra sua honra, nem o desrespeitei. Diferentemente de você, que de forma agressiva e desproporcional, quer atacar quem não fez nenhum juízo de valor sobre o que está acontecendo, apenas informou. Porque é fato o ocorrido, é fato a insatisfação de seus pares, e é fato que você corre riscos sim de sofrer alguma sanção deles.

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Postado por Edmar Lyra às 14:52 pm do dia 28 de fevereiro de 2026

Sui generis

Foto: Divulgação

A disputa pelo governo de Pernambuco protagonizada pela governadora Raquel Lyra e o prefeito do Recife, João Campos, promete ser uma das mais interessantes dos últimos anos. Isso porque, em fevereiro dos anos eleitorais anteriores, praticamente todo mundo já sabia as chapas majoritárias ou pelo menos aqueles que poderiam compor.

Pelo menos Humberto Costa, Silvio Costa Filho, Miguel Coelho, Eduardo da Fonte e Marília Arraes podem estar em um lado ou outro. Isso nunca tinha acontecido em disputas anteriores, quando as margens de manobra eram menores. Em que pese um indicativo maior de Eduardo da Fonte com Raquel Lyra, e pelo menos Humberto Costa, Silvio Costa Filho e Marília Arraes com João Campos, tudo pode acontecer até julho, quando iniciam as convenções.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 28 de fevereiro de 2026

Coluna deste sábado

Foto: Reprodução

Lula lidera, mas desempenho de Flávio Bolsonaro indica disputa mais equilibrada em Pernambuco 

O novo levantamento do DataTrends confirma a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Pernambuco, mas também revela um cenário mais competitivo do que o histórico recente poderia sugerir. Lula aparece com 53% das intenções de voto no Estado, mantendo vantagem expressiva e coerente com sua trajetória eleitoral em território pernambucano.

O retrospecto ajuda a contextualizar. Em 2006, diante de Geraldo Alckmin, Lula alcançou 83% dos votos válidos em Pernambuco, um desempenho avassalador. Em 2022, mesmo em uma disputa nacional fortemente polarizada, obteve 66% dos votos válidos no Estado. Comparados a esses números, os atuais 53% representam uma dianteira confortável, mas abaixo de seus picos históricos, indicando um ambiente eleitoral menos dilatado do que em ciclos anteriores.

Se Lula preserva hegemonia regional, o dado que mais chama atenção está no desempenho do senador Flávio Bolsonaro. Com 26% das intenções de voto, ele já se aproxima do patamar alcançado por Jair Bolsonaro no primeiro turno de 2022 em Pernambuco, quando o ex-presidente obteve 30% dos votos válidos. Considerando que a pesquisa ainda registra 10% de brancos e nulos e 5% de indecisos, há espaço potencial para crescimento do filho do ex-presidente, sobretudo na consolidação do eleitorado conservador.

Os demais nomes testados — Ratinho Jr., Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos — registram percentuais entre 1% e 2%, sem alterar a dinâmica principal da disputa. O quadro desenhado pela pesquisa aponta, portanto, para uma liderança sólida de Lula em Pernambuco, mas com um campo adversário que demonstra maior competitividade do que em pleitos anteriores, mantendo viva a polarização também no Estado.

Paraná Pesquisas – Levantamento do Paraná Pesquisas, divulgado nesta sexta-feira (27), mostra a disputa presidencial em cenário de forte equilíbrio: no primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece entre 39,6% e 40,5% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra de 35,3% a 36,6%, configurando empate técnico dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais; em eventual segundo turno, Flávio surge numericamente à frente, com 44,4%, contra 43,8% de Lula, também em empate técnico. A pesquisa ainda indica 52% de desaprovação ao governo federal, ante 45% de aprovação, dado que reforça o ambiente competitivo e a possibilidade de mudanças no quadro eleitoral até outubro.

Suspensão – Na Câmara Municipal do Recife, os vereadores já dão como certa a suspensão dos vereadores Jô Cavalcanti, Eduardo Moura e Thiago Medina. Eles se envolveram em confusões recentes e estão no Conselho de Ética da Câmara Municipal do Recife.

Vai recorrer – O empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pretende recorrer ao Supremo Tribunal Federal para pedir a anulação da quebra de seus sigilos determinada pela CPI do INSS. A iniciativa deve se basear em decisão recente do ministro Gilmar Mendes, que suspendeu a quebra de sigilos da empresa Maridt Participações no âmbito da CPI do Crime Organizado, sob o entendimento de que a medida não guardava relação com o objeto de investigação da comissão, abrindo precedente que pode ser utilizado pela defesa do empresário.

Anulou – O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, anulou nesta sexta-feira a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa Maridt Participações, ligada ao ministro Dias Toffoli e a seus irmãos, segundo informações do portal G1. A medida havia sido aprovada na última quarta-feira (25) pela CPI do Crime Organizado no Senado, que também determinou a quebra de sigilos do Banco Master e da Reag Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.

Inocente quer saber – Flávio pode superar os votos de Jair Bolsonaro  em Pernambuco em 2022?

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 28 de fevereiro de 2026

DataTrends: Lula lidera disputa presidencial em Pernambuco com 53%, Flávio Bolsonaro tem 26%

O instituto DataTrends divulgou nova pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República em Pernambuco. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-6780/2026 e ouviu eleitores em diferentes regiões do Estado.

De acordo com os números, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera com 53% das intenções de voto no cenário estimulado. Em segundo lugar aparece o senador Flávio Bolsonaro, com 26%.

Na sequência, o governador do Paraná, Ratinho Jr., e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, registram 2% cada. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e Renan Santos aparecem com 1% das intenções de voto cada.

O levantamento aponta ainda 10% de votos brancos e nulos. Outros 5% dos entrevistados afirmaram não saber ou preferiram não responder.

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Postado por Edmar Lyra às 19:45 pm do dia 27 de fevereiro de 2026

Três vereadores suspensos

Foto: Divulgação

Não é só o vereador Eduardo Moura que sofrerá a suspensão do mandato por 120 dias. Mais dois vereadores também ficarão suspensos do mandato: Jô Cavalcanti e Thiago Medina, por processos que ocorreram na Casa. De acordo com um vereador em reserva, por enquanto será apenas suspensão, outras sanções mais graves não avançarão.

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Postado por Edmar Lyra às 19:13 pm do dia 27 de fevereiro de 2026

Anulação somente com violação do processo legal

Foto: Divulgação

Um advogado especialista em direito eleitoral fez a seguinte avaliação:

”Se o vereador Eduardo Moura for cassado por quebra de decoro parlamentar, a inelegibilidade é chapada no art. 55, II, da CF, automática por 8 anos após o fim do mandato original, essa penalidade se aplica a vereadores, deputados estaduais e federais. A punição visa proteger a moralidade no exercício de mandatos eletivos, conforme entendimento do Tribunal Superior Eleitoral. Embora o processo seja interno (interna corporis), o Judiciário pode anular a cassação caso haja violação do devido processo legal ou direito à defesa, apenas nessa hipótese.”, afirmou.

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Edmar Lyra

Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.

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