
O vereador Rafael Prequé, que hoje usa as redes sociais para atacar a atual gestão municipal, precisa explicar à população um episódio do período em que foi vice-prefeito de Gravatá.
Documentos oficiais da Prefeitura mostram que, em 2015, ano marcado pela intervenção estadual no Município, Rafael recebeu mensalmente R$ 6.400,00 como vice-prefeito, totalizando R$ 76.800,00 brutos no ano. O valor líquido recebido foi de R$ 61.631,07.
Em 2016, os pagamentos continuaram no mesmo valor mensal, somando novamente R$ 76.800,00 brutos e R$ 61.145,76 líquidos.
A pergunta é simples: o que Rafael Prequé efetivamente fez por Gravatá nesse período?
Se hoje ele cobra transparência, moralidade e eficiência da atual gestão, também deve explicar sua atuação quando fazia parte da administração que levou o Município a uma intervenção estadual.
A população tem direito de saber: houve trabalho efetivo ou apenas recebimento de salário?



