PARNAMIRIM – O deputado federal Fernando Monteiro (PP) foi ao município de Parnamirim, no Sertão Central, neste sábado (17), participar da abertura da 7º Edição da Festa da Vila do Massapê, evento que reúne vaqueiros de toda a região. Acompanhado de Múcio Angelim, principal liderança de oposição no município, e dos vereadores Pedão e Regis de Dudé, o parlamentar circulou pela localidade, cumprimentando e conversando com o povo.
Durante o evento, Fernando Monteiro reforçou a importância cultural e econômica da Vaquejada, cuja prática foi regulamentada recentemente pela Câmara Federal. O deputado votou a favor da chamada PEC da Vaquejada.
“A aprovação da PEC foi uma vitória da tradição do povo nordestino. A decisão da Câmara vai assegurar a preservação do nosso patrimônio cultural e garantir o emprego de milhares de famílias que tiram da Vaquejada o seu sustento. Além disso, ainda poderemos intensificar a fiscalização para o bem-estar dos animais”, destacou Fernando Monteiro, que também elogiou seu aliado. “Múcio e todas as lideranças do seu grupo têm feito um grande trabalho em Parnamirim, defendendo os interesses do povo e se colocando à disposição para ajudar a todos”, pontuou.



Nesses tempos de “pós-verdade”, infelizmente, temos que negar notícias inexistentes. É o caso da notícia falsa sobre a minha saída do Governo Paulo Câmara, do qual faço parte com muita honra, representando o meu partido, o PMDB.




A Câmara Municipal de Catende aprovou por 6 votos uma comissão parlamentar de inquérito que visa apurar denúncias com relação ao pagamento de funcionários no município. De acordo com os vereadores, a CPI se deve ao fato de que diversos contratados no município recebem o irrisório valor de R$ 460,00 mensais. A revolta no município é enorme, e com a aprovação das comissão, os vereadores esperam que o Prefeito Josibias (PSD) forneça a documentação necessária para que às investigações não sejam atrapalhadas.




A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDEICS) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que dá o prazo de dez dias para que um fornecedor veicule, em rádio, televisão e internet, informação sobre defeito de produto ou serviço que comprometa a saúde ou segurança do consumidor – o chamado recall. O prazo será contado a partir da identificação do problema.