“Nós temos trabalhado com associações e familiares de pacientes com AME e recebemos esta demanda para agilizar o processo que parece ter travado por uma questão protocolar. Vamos continuar trabalhando, cobrando e fiscalizando para que os pacientes e suas famílias tenham qualidade de vida e o tratamento adequado”, afirmou Eduardo da Fonte.
A Atrofia Muscular Espinhal (AME) é uma doença rara, degenerativa, que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover.



















