Blog Edmar Lyra

O blog da política de Pernambuco

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Postado por Edmar Lyra às 10:54 am do dia 17 de janeiro de 2026

João Pessoa sedia o 10º Congresso Nacional de Agentes Públicos e Políticos entre 28 e 31 de janeiro

João Pessoa (PB) será palco, entre os dias 28 e 31 de janeiro, do 10º Congresso Nacional de Agentes Públicos e Políticos, promovido pelo Aprender e Capacitar Brasil. O evento acontece no Hotel Litoral, reunindo autoridades, especialistas e profissionais do setor público de várias regiões do país para quatro dias de debates, formação e troca de experiências.

Consolidado como um dos principais fóruns nacionais voltados à qualificação de agentes públicos e lideranças políticas, o congresso chega à sua décima edição com uma programação voltada a temas como gestão pública, direito, controle institucional, políticas públicas e comunicação estratégica no setor público.

Entre os palestrantes já confirmados estão nomes de destaque do cenário jurídico e político nacional. Participa do evento o desembargador Ricardo Paes Barreto, ex-presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), referência no meio jurídico brasileiro. Também está confirmada a presença do deputado estadual João de Nadegi, além de Aguinaldo Fenelon, ex-procurador-geral de Justiça e uma das vozes mais respeitadas do Ministério Público.

A programação contará ainda com outros convidados de relevância nacional, reforçando o caráter plural e técnico do congresso, que se propõe a discutir os desafios contemporâneos da administração pública e do exercício da atividade política com foco em legalidade, eficiência e inovação.

O 10º Congresso Nacional de Agentes Públicos e Políticos reafirma o compromisso do Aprender e Capacitar com a formação continuada e o fortalecimento institucional, colocando João Pessoa no centro do debate nacional sobre o aprimoramento da gestão pública brasileira.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 17 de janeiro de 2026

Coluna deste sábado

Foto: Reprodução

Quaest inaugura o ano eleitoral com alertas para Lula e dilemas estratégicos da oposição

A primeira pesquisa Quaest do ano eleitoral funciona como um termômetro antecipado de uma disputa que, embora ainda distante do calendário formal, já começa a se desenhar com nitidez. Os números indicam um cenário paradoxal para o presidente Lula: ele lidera todos os cenários de primeiro e segundo turno testados, mas enfrenta um ambiente de desgaste contínuo. A avaliação do governo permanece em empate técnico, com leve desvantagem na desaprovação, e a maioria dos entrevistados — 56% — afirma que o petista não merece um novo mandato. O dado mais sensível para o Planalto, porém, está entre os eleitores independentes, onde a rejeição cresceu e passou a superar com folga a aprovação, um sinal de alerta para quem depende desse segmento para vencer eleições competitivas.

Ainda assim, do ponto de vista estritamente eleitoral, Lula segue em posição confortável. Seus percentuais oscilam entre 35% e 40% no primeiro turno e ele venceria todos os adversários no segundo, ainda que com margens menores do que no fim de 2025. A pesquisa sugere que a força do presidente não está necessariamente na empolgação popular, mas na fragmentação da oposição e na permanência de uma rejeição relevante à família Bolsonaro. O temor de um retorno bolsonarista continua sendo um ativo político importante para Lula, sobretudo se o adversário final carregar o sobrenome Bolsonaro, cenário em que a maioria dos eleitores acredita que o presidente seria reeleito.

Do lado oposicionista, o levantamento revela uma mudança relevante: Flávio Bolsonaro emerge como o principal nome da direita no primeiro turno, consolidando-se em segundo lugar em quase todos os cenários. Mais do que herdar votos do bolsonarismo tradicional, ele passa a avançar sobre a chamada direita não bolsonarista, o que explica sua arrancada recente. A percepção de que sua candidatura “é para valer” também cresce, assim como a avaliação de que Jair Bolsonaro acertou ao indicá-lo. Ainda assim, Flávio carrega o maior índice de rejeição entre os opositores, apesar de ter conseguido reduzi-lo, o que limita sua competitividade em um segundo turno.

Nesse contexto, Tarcísio de Freitas aparece como o nome mais competitivo contra Lula numa eventual rodada final. A diferença entre os dois caiu significativamente, e entre eleitores independentes o governador de São Paulo já aparece tecnicamente à frente. A pesquisa reforça a leitura de que um candidato de direita fora da família Bolsonaro tornaria a disputa mais equilibrada. O dilema da oposição, portanto, está posto: insistir em um nome que mobiliza fortemente sua base, mas amplia rejeições, ou apostar em um perfil menos polarizador, capaz de disputar o eleitorado do meio. A resposta a essa equação pode definir não apenas o tom da campanha, mas o próprio desfecho da eleição.

Terceira eleição – Apesar de terem se enfrentado somente em 2022, com vitória para Lula por uma ínfima margem, Lula e Jair Bolsonaro serão protagonistas pela terceira vez em 2026, antes eles protagonizaram também 2018. A primeira foi vencida por Bolsonaro, a segunda por Lula. Agora, a disputa favorece Lula que está na máquina, mas Bolsonaro mostra resiliência e capacidade de transferência de voto, como seu antagonista em 2018.

Rejeição caindo – O senador Flávio Bolsonaro viu sua rejeição cair em cinco pontos percentuais, baixando de 60% para 55%, Lula por sua vez tem 54% de rejeição. Se continuar reduzindo a rejeição, Flávio poderá ser mais competitivo do que os analistas estão apontando.

Eleitor chave – A bem da verdade é que o Brasil está dividido entre lulistas e bolsonaristas. Com grandes chances de ambos terem um piso de 45% dos votos válidos no segundo turno. Existe um eleitor de centro que foi determinante para que Lula atingisse 50,9% e derrotasse Jair Bolsonaro. Passados quatro anos, será que esse eleitor seguirá optando por Lula após sua volta ao Planalto?

Inocente quer saber – Na polarização entre Lula e Bolsonaro que dura três eleições, quem levará a melhor?

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 16 de janeiro de 2026

Coluna desta sexta-feira

Foto: Divulgação

Carlos Neves assume o TCE-PE com discurso de protagonismo institucional

A posse do conselheiro Carlos Neves na presidência do Tribunal de Contas de Pernambuco, nesta quinta-feira (15), extrapolou o rito formal e assumiu contornos de afirmação institucional. O auditório do Recife Expo Center, lotado por autoridades dos três Poderes, representantes de Tribunais de Contas de todo o país, servidores e convidados, foi o cenário de um gesto político claro: o TCE-PE quer se reafirmar como ator central no debate sobre a qualidade da gestão pública. A presença plural reforçou a ideia de equilíbrio entre independência e diálogo, num momento em que os órgãos de controle são cada vez mais chamados a arbitrar conflitos sensíveis entre legalidade, eficiência e interesse público.

Coube ao ex-presidente Valdecir Pascoal abrir a sessão e, mais do que saudar o sucessor, desenhar o perfil do novo comando. Ao definir Carlos Neves como um técnico preparado e um homem público atento ao peso simbólico das instituições, Pascoal projetou o alcance da escolha para além das fronteiras de Pernambuco. Ao afirmar que a estatura institucional do novo presidente “transcende o Estado”, o conselheiro emoldurou a gestão que se inicia como parte de uma mudança mais ampla no controle externo brasileiro, baseada menos no embate [Ler mais …]

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Postado por Edmar Lyra às 10:16 am do dia 15 de janeiro de 2026

O caminho mais curto

Foto: Divulgação

Em que pese esse movimento de aproximação de Miguel Coelho com a governadora Raquel Lyra, há alguns obstáculos a serem vencidos. Um deles é o de que precisa convencer a governadora a entregar duas vagas da majoritária à federação, mas este movimento é mais fácil, por exemplo, do que levar a federação para João Campos, onde a vaga de Senado, se fosse ofertada seria a Eduardo da Fonte e não a Miguel. E havia apenas uma vaga em jogo, uma vez que Humberto Costa é nome natural à reeleição.

A federação, com Raquel Lyra, tem envergadura para reivindicar duas vagas na chapa majoritária, algo que não teria com João Campos. O grande nó do projeto de Miguel Coelho é convencer Eduardo da Fonte de que os dois poderão ser indicados para a Câmara Alta na chapa da governadora.

Há uma segunda opção, que seria a federação ficar com a vice e com o Senado. Mas pra isso Raquel Lyra teria que trocar Priscila Krause, hoje filiada ao PSD. O vice de Raquel tem grandes chances de ser governador, o que naturalmente faz com que a vaga seja mais interessante do que a de João Campos, uma vez que a vaga de vice na chapa governista seria inexorável governador em 2030, com João poderia ser ou não, só seria em caso de projeto presidencial. No caso de Raquel, é provável que reeleita ela tente pelo menos o Senado e com isso renunciaria. João Campos, por sua vez, poderia trocar o vice numa eventual reeleição.

Em linhas gerais, Miguel Coelho ser vice de Raquel Lyra seria o caminho mais curto para o clã de Petrolina chegar ao tão sonhado Palácio do Campo das Princesas. Mas para isso tem alguns obstáculos: Priscila, Eduardo e a própria Raquel. Resta saber se o cálculo está sendo feito corretamente pelo clã de Petrolina.

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Postado por Edmar Lyra às 8:25 am do dia 15 de janeiro de 2026

“União Brasil também apoiou João em 2024”

Foto: Divulgação

Insatisfeitos com a avaliação do PSB de que Simão Durando só venceu no primeiro turno porque João Campos retirou a candidatura de Lucas Ramos, integrantes do União Brasil criticam uma amnésia seletiva de aliados do prefeito. Na avaliação de um membro do partido em reserva, o União Brasil também apoiou a reeleição de João Campos, levando o maior tempo de televisão da coligação após o PT, o que foi fundamental para que João fosse reeleito com 78% dos votos válidos.

Este mesmo integrante considera que o PSB está sendo negligente com o União Brasil, priorizando a montagem das chapas proporcionais do PSB e do MDB, e colocando o partido na última prateleira. E prossegue avaliando a importância da federação União Progressista para consolidar o tempo de televisão de João Campos, que se ficar com o socialista, ele ficará com mais de 60% do tempo de televisão, e caso a federação migre para o projeto de Raquel Lyra, eles terão tempos idênticos.

“Não há rompimento com João Campos, mas o União Brasil terá que ser considerado na construção de 2026”, afirmou o integrante da legenda em reserva.

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 15 de janeiro de 2026

Coluna desta quinta-feira

Foto: Divulgação

PSB fica na bronca com Miguel Coelho

A relação entre as famílias Coelho e Campos sempre foi marcada por aproximações estratégicas e rupturas calculadas. O ciclo político inaugurado com a vitória de Eduardo Campos em 2006 teve em Fernando Bezerra Coelho um de seus principais arquitetos. Prefeito de Petrolina à época, Fernando foi peça-chave na construção do projeto socialista e, já em 2007, ocupou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, além de indicar Geraldo Júlio para o Planejamento e Gestão, dando início a uma engrenagem que moldaria o PSB por mais de uma década.

Em 2011, Eduardo levou Fernando para o Ministério da Integração Nacional e reposicionou Geraldo Júlio no comando do Desenvolvimento Econômico. Na eleição de 2012, Fernando chegou a ensaiar candidatura à Prefeitura do Recife, transferindo inclusive o título eleitoral, mas acabou preterido pela escolha de Geraldo, que venceu no primeiro turno. Dois anos depois, na sucessão estadual, Eduardo voltou a surpreender ao optar por Paulo Câmara, deixando de fora tanto João Lyra Neto quanto Fernando Bezerra Coelho. A decisão abriu fissuras duradouras e marcou um período de relações instáveis entre o PSB e o grupo de Petrolina — ainda que Miguel Coelho tenha iniciado sua trajetória eleitoral pelo partido, elegendo-se deputado estadual em 2014 e prefeito em 2016. [Ler mais …]

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 14 de janeiro de 2026

Coluna desta quarta-feira

Foto: Divulgação

A chapa da Frente Popular 

Os últimos acontecimentos praticamente consolidaram a chapa que será apresentada pela Frente Popular em fevereiro, ao menos é o que dizem os aliados de João Campos. O movimento teria o prefeito do Recife como pré-candidato a governador, uma vez que os aliados dizem que não há mais nenhuma possibilidade de reviravolta, pois ele deixou avançar demais o projeto.

Na vaga de vice, a deputada federal Iza Arruda seria indicada a fim de uma dupla contemplação: a presença feminina na chapa majoritária e a presença do MDB, partido que detém significativo tempo de televisão. Enquanto para o Senado, João Campos teria Humberto Costa e Silvio Costa Filho como companheiros de chapa.

A ideia seria delimitar o time de Lula em Pernambuco, que teria Marília Arraes candidata a deputada federal pela Frente Popular. Esse movimento tende a se concretizar, pois os principais partidos da Frente Popular estariam contemplados e teria um claro alinhamento com o projeto do presidente Lula. [Ler mais …]

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 13 de janeiro de 2026

Coluna desta terça-feira

Foto: Divulgação

Federações no centro do embate entre João Campos e Raquel Lyra 

A disputa pelo Governo de Pernambuco entre João Campos e Raquel Lyra caminha para um cenário que vai muito além do embate direto entre dois projetos políticos antagônicos. Nos bastidores, o jogo pesado envolve as duas maiores federações partidárias do país: a União Progressista e a Brasil da Esperança. Juntas, essas federações reúnem cerca de 200 deputados federais, um peso político que, se alinhado a um único palanque estadual, pode ser decisivo para definir os rumos da eleição em 2026.

O tamanho dessa engrenagem explica por que Pernambuco entrou definitivamente no radar nacional. Para que essa convergência se concretize, no entanto, seria necessário um arranjo complexo: a indicação de Humberto Costa e Eduardo da Fonte para a chapa majoritária. A equação não é simples, pois envolve interesses locais, estratégias nacionais e, sobretudo, o posicionamento do Planalto. A recente declaração do deputado estadual João Paulo, admitindo que o PT pode caminhar com Raquel Lyra, apenas trouxe à luz algo que já circula com força nos corredores de Brasília: o desejo do governo federal de ter dois palanques em Pernambuco para o presidente Lula. [Ler mais …]

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Postado por Edmar Lyra às 0:00 am do dia 12 de janeiro de 2026

Coluna desta segunda-feira

Foto: Divulgação

Vinicius Labanca pode ser opção do PSB para a Alepe 

Vinicius Labanca voltou ao centro da política de Pernambuco. Deputado estadual por dois mandatos consecutivos, entre 2011 e 2018, ele reassumiu protagonismo ao vencer a eleição para prefeito de São Lourenço da Mata, cargo que ocupa desde 2021. Com base sólida na Região Metropolitana do Recife, Labanca é hoje um dos quadros mais relevantes do PSB fora da capital, reunindo experiência legislativa, gestão municipal e trânsito político em diferentes frentes do partido.

Sua relação próxima com o prefeito do Recife, João Campos, é um dos principais ativos desse momento. Labanca atua como aliado estratégico e interlocutor frequente na construção do projeto estadual liderado por João, repetindo, em certa medida, um roteiro já conhecido no PSB pernambucano. No passado, Ettore Labanca — seu pai — teve papel decisivo na articulação política que ajudou Eduardo Campos a chegar ao Palácio do Campo das Princesas. A história, agora, parece ensaiar um novo capítulo, com Vinicius assumindo função semelhante em outro contexto geracional.

Nos bastidores, cresce a expectativa para que Labanca dispute novamente uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco em 2026. Para isso, precisaria renunciar ao mandato de prefeito em abril deste ano, decisão que ainda depende de cálculos políticos e do cenário eleitoral. Caso confirme sua eleição, Vinicius ganharia ainda mais força na Região Metropolitana e reforçaria o projeto de João Campos no estado, tornando-se peça-chave na articulação de um eventual governo junto à Alepe.

Se o cenário se concretizar — com Labanca deputado estadual e João Campos governador —, ele se tornaria um importante articulador do PSB na Assembleia, intermediando a relação entre governo e parlamentares e fortalecendo a presença de João Campos na Casa. Com experiência, influência regional e trânsito político consolidado, Vinicius Labanca desponta como um dos nomes centrais para o projeto político do PSB nos próximos anos.

Dobradinha – O deputado federal Waldemar Oliveira (Avante) esteve em Goiana neste sábado (10) para oficializar a pré-candidatura do ex-prefeito Eduardo Batista a deputado estadual, ao lado do presidente estadual do partido, Sebastião Oliveira. O encontro reforçou a parceria política entre Waldemar e Batista no município, com foco na atuação para o ciclo eleitoral de 2026. Waldemar destacou a seriedade e o histórico de serviço de Batista à cidade, enquanto o pré-candidato agradeceu o apoio e reforçou a confiança na construção de um projeto conjunto baseado em trabalho e presença na região.

Fortalecendo – O pré-candidato a deputado federal Carlos Costa fortaleceu sua base política em Itaquitinga, na Zona da Mata Norte, com a adesão de importantes lideranças locais, incluindo o ex-vereador George do Sindicato, filiado ao PT, e o ex-prefeito de Condado Cassiano, além de vereadores que já apoiavam seu projeto. Durante o encontro, Costa agradeceu o apoio e destacou a importância da união de forças em torno de um projeto coletivo, enquanto George ressaltou a capacidade do pré-candidato de representar a região com diálogo e compromisso social. A ampliação da base sinaliza o crescimento político de Costa na Mata Norte e reforça sua estratégia de alianças plurais para as eleições de 2026.

Alinhado – O ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, demonstra total alinhamento com o projeto de João Campos, não permitindo margem para especulações de que ele poderia migrar para o palanque de Raquel Lyra. Essa postura, aliada ao fato de ter um partido representativo, deverá carimbar sua vaga para o Senado na chapa da Frente Popular.

Prestigiado – O aniversário do vereador Felipe Francismar reuniu muitos políticos, dentre eles o prefeito de Goiana, Marcílio Régio, o deputado Francismar Pontes, colegas vereadores do Recife, o deputado federal Guilherme Uchôa Júnior e outros integrantes da política pernambucana.

Inocente quer saber – Como ficou a aliança entre João Campos e Miguel Coelho após os últimos acontecimentos?

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Postado por Edmar Lyra às 19:44 pm do dia 10 de janeiro de 2026

“A fala foi Infeliz e inoportuna”

Foto: Divulgação

A fala do presidente estadual do União Brasil, Miguel Coelho, de que o partido ficaria com quem garantisse a vaga, na avaliação de um aliado do prefeito João Campos sob a condição do anonimato, foi classificada como infeliz e inoportuna. Para ele, João Campos deu a mão a Miguel Coelho quando ele foi esnobado por Raquel Lyra, ofertando a importante secretaria de Turismo do Recife e tirando seu grupo do limbo das eleições de 2022, quando amargou a quinta colocação para o governo.

“Miguel tinha todo tempo pra cobrar montagem de chapa e não precisava dar essa declaração esta semana. Não era o momento, ele foi totalmente infeliz na postura, provando pra João Campos que quem tem um aliado desse, não precisa de inimigo”, cutucou.

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Edmar Lyra

Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.

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