
A dívida bruta do governo geral chegou a 81,1% do PIB, equivalente a R$ 10,6 trilhões. O resultado representa o maior nível em cinco anos e aproxima o indicador dos patamares registrados durante a pandemia.
Em entrevista à CNN, o economista Arnaldo Lima afirmou que a principal preocupação é a trajetória da dívida, agravada pelos juros reais elevados. Segundo ele, pelo critério do FMI, o endividamento brasileiro já alcança 94,3% do PIB.
O especialista defende reformas para conter o crescimento das despesas obrigatórias e ampliar a produtividade. Na avaliação do economista, medidas estruturais podem contribuir para uma trajetória fiscal mais sustentável.



