Alberto Feitosa nega brigas internas no PL e afirma que sua relação pessoal com Anderson

Foto: Divulgação

O deputado estadual Alberto Feitosa (PL), em entrevista ao Blog do Alberes Xavier e à Rede Pernambuco de Rádios, abordou diversos temas, desde suas relações políticas até suas perspectivas para as eleições municipais de 2024 na cidade do Recife. O parlamentar disse que mesmo com o prefeito do Recife, João Campos (PSB), bem nas pesquisas, Gilson Machado (PL) ainda tem chances de vencer.

Um dos pontos destacados pelo parlamentar na entrevista foi sua relação com o presidente estadual de seu partido, Anderson Ferreira. Feitosa enfatizou que mantém uma relação de gratidão com Anderson e ressaltou que foi com ele que dialogou antes de sua candidatura à Prefeitura do Recife em 2020. Ele também mencionou a parceria em torno da candidatura de Gilson Machado para prefeito da capital pernambucana.

Segundo Feitosa, apesar de eventuais divergências, não houve necessidade de “fumar cachimbo da paz” porque a paz sempre existiu no PL de Pernambuco, e os pontos de discordância são tratados por meio de debates construtivos. “A minha relação pessoal com Anderson é de gratidão. Eu lembro que foi com ele que eu conversei antes de ser candidato a prefeito em 2020. Da mesma forma que estamos construindo juntos a candidatura de Gilson para prefeito do Recife. Não precisou se ‘fumar cachimbo da paz’ porque nunca teve briga para se estabelecer a paz. A paz sempre existiu, mas naquilo que a gente pensa de diferente a gente se posiciona e debate”, disse.

Em relação às eleições municipais de 2024 para a Prefeitura do Recife, Feitosa fez uma análise cautelosa. Ele destacou que as pesquisas de opinião pública podem gerar uma sensação momentânea de entusiasmo para o PSB, mas lembrou casos anteriores em que candidatos com vantagens expressivas nas pesquisas acabaram não vencendo as eleições.

O deputado ressaltou que a disputa eleitoral é dinâmica e que fatores como tempo de TV e a capacidade de mostrar as “mazelas” da administração municipal podem influenciar o cenário. “O que a gente observa é essa sensação de entusiasmo momentânea. É bom lembrar que Roberto Magalhães tinha 74% e perdeu, ano passado Marília estava disparada e perdeu. Eleição é um jogo e quando nós tivermos tempo de TV para fazer as comparações e mostrar as mazelas do Recife”, afirmou.

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Edmar Lyra

Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.

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