“Corrupção não é admitida na nossa gestão”, disse Priscila Krause, que sobe o tom

Foto: Divulgação

Segue tenso o clima entre o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). A governadora Raquel Lyra, do PSD, tem enfrentado uma série de dificuldades, em especial, na tramitação de projetos que ela vê como essenciais para o bom desenvolvimento de áreas estratégicas de sua gestão.

O mais recente episódio, e talvez o mais emblemático de todos, diz respeito ao pedido de autorização do Governo para a contratação de um empréstimo junto a Caixa Econômica Federal no valor de 1,5 bilhão de reais. O projeto tramitou neste primeiro semestre do ano por três meses e simplesmente ‘travou’ na Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ), que só deverá colocá-lo em pauta em agosto, ou seja, depois do recesso parlamentar.

O imbróglio entre os poderes têm mexido com os ânimos de algumas lideranças políticas, uma delas a vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause, do PSD, que não esconde sua chateação diante a postura da oposição na Alepe. “Fui parlamentar de oposição, e o meu papel não era travar empréstimos para investimentos no município ou no Estado. O meu papel era fiscalizar a aplicação desses recursos”, disse ela em evento que marcou a posse do novo presidente da Adagro, Moshe Dayan.

“Corrupção não é admitida na nossa gestão”, disse Priscila Krause, repetindo um mantra de Raquel Lyra, que se orgulha em ter uma gestão limpa, austera e competente, mas que ainda tropeça na relação com a Alepe, um dos principais poderes constituídos do estado.

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Edmar Lyra

Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.

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