“Espumas ao Vento” é uma famosa canção da música popular brasileira, lançada em 1977 pelo cantor e compositor cearense Fagner. A música foi escrita por Accioly Neto e se tornou um dos maiores sucessos da carreira de Fagner, sendo considerada um clássico do cancioneiro nacional.
A letra de “Espumas ao Vento” retrata temas como a efemeridade da vida, a passagem do tempo e a transitoriedade das coisas. Através de uma linguagem poética e melancólica, a canção evoca uma reflexão sobre a impermanência e a fragilidade dos momentos vividos.
A melodia suave e envolvente de “Espumas ao Vento” é marcada por arranjos instrumentais delicados, destacando-se a presença do violão e da voz marcante de Fagner. A interpretação intensa e emotiva do cantor contribui para transmitir a mensagem da música de forma profunda e tocante.
Com sua temática universal e melodia cativante, “Espumas ao Vento” conquistou o público brasileiro e se tornou um clássico da música nacional. A canção ainda é lembrada e apreciada por gerações, sendo frequentemente regravada e relembrada em shows e eventos musicais. Sua poesia atemporal e sua melodia envolvente fizeram de “Espumas ao Vento” um marco na música brasileira.
Confira a letra da música:
Sei que aí dentro ainda mora um pedacinho de mim Um grande amor não se acaba assim Feito espumas ao vento Não é coisa de momento, raiva passageira Mania que dá e passa, feito brincadeira O amor deixa marcas que não dá pra apagar
Sei que errei, ‘to aqui pra te pedir perdão Cabeça doida, coração na mão Desejo pegando fogo E sem saber direito a hora e o que fazer Eu não encontro uma palavra só pra te dizer Ai, se eu fosse você eu voltava pra mim de novo
Sei que aí dentro ainda mora um pedacinho de mim Um grande amor não se acaba assim Feito espumas ao vento Não é coisa de momento, raiva passageira Mania que dá e passa, feito brincadeira O amor deixa marcas que não dá pra apagar
Sei que errei, ‘to aqui pra te pedir perdão Cabeça doida, coração na mão Desejo pegando fogo E sem saber direito a hora e o que fazer Eu não encontro uma palavra só pra te dizer Ai, se eu fosse você eu voltava pra mim de novo
E de uma coisa fique certa, amor A porta vai estar sempre aberta, amor O meu olhar vai dar uma festa, amor Na hora que você chegar E de uma coisa fique certa, amor A porta vai estar sempre aberta, amor O meu olhar vai dar uma festa, amor Na hora que você chegar
Sei que errei, ‘to aqui pra te pedir perdão Cabeça doida, coração na mão Desejo pegando fogo E sem saber direito a hora e o que fazer Eu não encontro uma palavra só pra te dizer Ah, se eu fosse você eu voltava pra mim de novo
E de uma coisa fique certa, amor A porta vai estar sempre aberta, amor O meu olhar vai dar uma festa, amor Na hora que você chegar E de uma coisa fique certa, amor A porta vai estar sempre aberta, amor O meu olhar vai dar uma festa, amor Na hora que você chegar
E de uma coisa fique certa, amor A porta vai estar sempre aberta, amor O meu olhar vai dar uma festa, amor Na hora que você chegar
Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.
Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.