
O debate da Band entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), neste domingo (18), levou à televisão uma disputa que já mobilizava as redes sociais: a repercussão da entrevista de Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
O estudo defendia que Lula precisava neutralizar o efeito da entrevista.
A aposta da Bites já era de que Lula estaria na defensiva e Flávio no ataque.
No debate, de fato, Flávio cobrou explicações sobre as declarações da empresária à CNN Brasil. Lula respondeu que o caso cabia à Polícia Federal e afirmou que o filho prestaria depoimento. As acusações citadas no confronto não equivalem à comprovação de irregularidades.
O embate ocorreu após uma redução da vantagem digital do presidente. Segundo os números da empresa Bites, apresentados no levantamento que embasa esta análise, Lula registrava, até sexta-feira, 3,4 vezes mais interações por publicação que o adversário.
Na janela de 24 horas anterior ao debate, a distância diminuiu: foram 10,1 milhões de interações para Lula e 9,5 milhões para Flávio. O senador também ganhou mais seguidores: 161 mil, contra 91 mil do presidente.



