“Feira de Mangaio” é uma música brasileira que se tornou bastante popular e é considerada um clássico da música nordestina. Foi composta por Sivuca (Severino Dias de Oliveira), um renomado músico, acordeonista e compositor brasileiro, em parceria com Glorinha Gadelha.
A música retrata a atmosfera animada e festiva de uma típica feira livre do Nordeste brasileiro, conhecida como “mangaio”. É uma canção que celebra a cultura e o modo de vida da região, trazendo em sua letra elementos do cotidiano nordestino, como a venda de produtos regionais, o ambiente agitado das feiras, as cores vibrantes e a alegria contagiante dos feirantes e visitantes.
“Feira de Mangaio” foi lançada em 1984 e se tornou um grande sucesso, sendo interpretada por diversos artistas ao longo dos anos. A melodia alegre e dançante, combinada com a letra que retrata a vivacidade e a cultura do Nordeste, conquistou o público e se tornou um hino da música regional brasileira.
A música já foi gravada por artistas como Clara Nunes, Maria Bethânia, Zé Ramalho, Elba Ramalho, Alceu Valença, entre outros, e continua sendo uma das canções mais conhecidas e apreciadas do repertório nordestino. “Feira de Mangaio” é um verdadeiro símbolo da riqueza musical e cultural do Brasil, destacando as tradições e a identidade regional do Nordeste.
Confira a letra da música:
Fumo de rolo arreio de cangalha Eu tenho pra vender, quem quer comprar Bolo de milho broa e cocada Eu tenho pra vender, quem quer comprar Pé de moleque, alecrim, canela Moleque sai daqui me deixa trabalhar E Zé saiu correndo pra feira de pássaros E foi pássaro voando pra todo lugar Tinha uma vendinha no canto da rua Onde o mangaieiro ia se animar Tomar uma bicada com lambu assado E olhar pra Maria do Joá Tinha uma vendinha no canto da rua Onde o mangaiero ia se animar Tomar uma bicada com lambu assado E olhar pra Maria do Joá
Cabresto de cavalo e rabichola Eu tenho pra vender, quem quer comprar Farinha, rapadura, e graviola Eu tenho pra vender, quem quer comprar Pavio de candeeiro, panela de barro Menino vou me embora tenho que voltar Xaxar o meu roçado que nem boi de carro Alpargata de arrasto não quer me levar Porque tem um sanfoneiro no canto da rua Fazendo floreio pra gente dançar Tem o Zefa de purcina fazendo renda E o ronco do fole sem parar Mas é que tem um sanfoneiro no canto da rua Fazendo floreio pra gente dançar Tem o Zefa de purcina fazendo renda E o ronco do fole sem parar
Ei, forro da muléstia
Fumo de rolo arreio de cangalha Eu tenho pra vender, quem quer comprar Bolo de milho broa e cocada Eu tenho pra vender, quem quer comprar Pé de moleque, alecrim, canela Moleque sai daqui me deixa trabalhar E Zé saiu correndo pra feira de pássaros E foi pássaro voando em todo lugar Tinha uma vendinha no canto da rua Onde o mangaieiro ia se animar Tomar uma bicada com lambu assado E olhar pra Maria do Joá Mas é que tem um sanfoneiro no canto da rua Fazendo floreio pra gente dançar Tem o Zefa de purcina fazendo renda E o ronco do fole sem parar Eita sanfoneiro da gota serena
Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.
Jornalista político, foi colunista do Diário de Pernambuco e da Folha de Pernambuco, palestrante, comentarista de mais de cinquenta emissoras de rádio do Estado de Pernambuco e CEO do instituto DataTrends Pesquisas. DRT 4571-PE.