De acordo com o presidente da Câmara, vereador Adeíldo da Igreja, a proposta coletiva foi a saída para evitar “ciúmes” entre os parlamentares. “Emílio é uma pessoa muito admirada, um profissional competente e eficiente no que faz. Vários vereadores queriam propor a homenagem, então a solução foi fazer um projeto onde todos assinaram como autores. Ele, de fato, é uma unanimidade”, argumentou.
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